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Oportunizar jovens é receita do Mauá FC

Índio chega à 3ª fase da Segundona desbancando clubes tradicionais e com atleta de 16 anos titular


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

14/08/2019 | 07:00


Entre os 16 clubes que chegam à terceira fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão, apenas um é mais novo que o Mauá FC, o caçula do Grande ABC. Fundado em 2015 – mais velho somente que o Catanduva FC, de 2017 –, o Índio fez grande campanha até aqui, bateu de frente e superou equipes tradicionais, como XV de Jaú, e agora terá pela frente times com aparições em degraus mais altos do futebol estadual, casos do centenário Rio Branco, o septuagenário Itapirense e o sexagenário Flamengo de Guarulhos. E vai desafiar esses vovôs paulistas sem abrir mão da receita que deu certo até aqui: coragem para levar a campo jogadores independentemente de suas idades.

A Segundona tem como limite atletas de até 23 anos. Entretanto, o time de Mauá conta com jogadores de 16 no time titular, caso do lateral-esquerdo Rafael. Ele sequer assinou contrato profissional, ainda é referido como amador, mas é uma das apostas do Índio. “Oportunizar jovens é o DNA do Mauá. Não temos medo de colocá-los em campo”, declarou o presidente Vagner Tegi. “O clube nasceu de sonhos sociais que juntamos e estamos trabalhando para dar oportunidade. Muitos vão em clubes e são barrados porque não têm quem os indicou. Aqui não. Vem fazer avaliação e fica pela qualidade técnica, não só porque pai ou empresário trouxeram. Todos os atletas aqui são do Mauá”, emendou o dirigente.

O elenco conta ainda com Herick, 15 anos, que viajou para Jaú para enfrentar o XV no domingo, mas justamente por causa da idade não pôde ser utilizado pelo técnico Marcos Cidade – a idade mínima é de 16 completos, a qual ele alcança em setembro. “A gente não vê idade, vê qualidade”, justifica o presidente. Inclusive, neste jogo contra o XV de Jaú (que terminou com vitória do representante do Grande ABC por 1 a 0, gol de Wendre), o Mauá relacionou cinco jogadores amadores (entre 16 e 19 anos), limite previsto pelo regulamento da competição.

FUTEBOL SUSTENTÁVEL
Sábado, às 15h, no Pedro Benedetti, em Mauá, começa a caminhada do Índio na terceira fase, contra o Flamengo de Guarulhos. E haverá a campanha Futebol Sustentável, que oferta a troca de duas garrafas PET por um ingresso. O estádio municipal é único ponto de troca dos bilhetes. 



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Oportunizar jovens é receita do Mauá FC

Índio chega à 3ª fase da Segundona desbancando clubes tradicionais e com atleta de 16 anos titular

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

14/08/2019 | 07:00


Entre os 16 clubes que chegam à terceira fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão, apenas um é mais novo que o Mauá FC, o caçula do Grande ABC. Fundado em 2015 – mais velho somente que o Catanduva FC, de 2017 –, o Índio fez grande campanha até aqui, bateu de frente e superou equipes tradicionais, como XV de Jaú, e agora terá pela frente times com aparições em degraus mais altos do futebol estadual, casos do centenário Rio Branco, o septuagenário Itapirense e o sexagenário Flamengo de Guarulhos. E vai desafiar esses vovôs paulistas sem abrir mão da receita que deu certo até aqui: coragem para levar a campo jogadores independentemente de suas idades.

A Segundona tem como limite atletas de até 23 anos. Entretanto, o time de Mauá conta com jogadores de 16 no time titular, caso do lateral-esquerdo Rafael. Ele sequer assinou contrato profissional, ainda é referido como amador, mas é uma das apostas do Índio. “Oportunizar jovens é o DNA do Mauá. Não temos medo de colocá-los em campo”, declarou o presidente Vagner Tegi. “O clube nasceu de sonhos sociais que juntamos e estamos trabalhando para dar oportunidade. Muitos vão em clubes e são barrados porque não têm quem os indicou. Aqui não. Vem fazer avaliação e fica pela qualidade técnica, não só porque pai ou empresário trouxeram. Todos os atletas aqui são do Mauá”, emendou o dirigente.

O elenco conta ainda com Herick, 15 anos, que viajou para Jaú para enfrentar o XV no domingo, mas justamente por causa da idade não pôde ser utilizado pelo técnico Marcos Cidade – a idade mínima é de 16 completos, a qual ele alcança em setembro. “A gente não vê idade, vê qualidade”, justifica o presidente. Inclusive, neste jogo contra o XV de Jaú (que terminou com vitória do representante do Grande ABC por 1 a 0, gol de Wendre), o Mauá relacionou cinco jogadores amadores (entre 16 e 19 anos), limite previsto pelo regulamento da competição.

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Sábado, às 15h, no Pedro Benedetti, em Mauá, começa a caminhada do Índio na terceira fase, contra o Flamengo de Guarulhos. E haverá a campanha Futebol Sustentável, que oferta a troca de duas garrafas PET por um ingresso. O estádio municipal é único ponto de troca dos bilhetes. 

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