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A FUABC e Mauá


Do Diário do Grande ABC

13/08/2019 | 10:26


 Causam estranheza o empenho e o entusiasmo da prefeita de Mauá, Alaíde Damo (MDB), em pôr fim ao contrato que o município tem com a Fundação do ABC para o gerenciamento do sistema de saúde. O que estaria motivando a emedebista a colocar o próprio mandato em risco, já que existe ordem judicial que a impede de executar o plano, para trocar a FUABC por uma obscura organização social que tem sede em Presidente Bernardes, cidadezinha com cerca de 15 mil habitantes do Interior paulista? O bem-estar dos 417 mil mauaenses merece mais transparência e responsabilidade.

Se a Prefeitura de Mauá entende que a FUABC presta serviço aquém do que os cidadãos merecem, tem todo o direito de buscar o rompimento do contrato. Todavia, deve-se obedecer a plano de desmobilização destinado a reduzir os impactos no cotidiano da população. Não é razoável colocar, de uma hora para outra, ponto final em relação consolidada sem realizar o processo de transição que garantirá o atendimento a quem precisar.

Quais as garantias de que OS que sequer possui página na internet e cujo portfólio se resume a contrato recentemente assinado com Embu das Artes, que tem praticamente metade da população mauaense, vai substituir a contento a FUABC e seus mais de 50 anos de história e serviços prestados a municípios importantes do Estado? Eis pergunta importante a ser respondida.

Este Diário conhece muito bem todos os problemas de gestão da FUABC, até porque foi o primeiro veículo a denunciar o cabide de empregos existentes na fundação e que só agora conquista espaço na mídia nacional – como pode ser facilmente comprovado em nosso arquivo. Mas sempre defendeu o fortalecimento da instituição. É por isso que vê com desconfiança a tentativa de Mauá de desqualificar sua antiga parceira na gestão da saúde municipal. Até porque ainda não conseguiu enxergar, talvez devido à recusa da administração Alaíde em mostrá-las, as credenciais que levaram a tal AMG (Associação Metropolitana de Gestão) a assumir o posto de salvação da lavoura mauaense.



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A FUABC e Mauá

Do Diário do Grande ABC

13/08/2019 | 10:26


 Causam estranheza o empenho e o entusiasmo da prefeita de Mauá, Alaíde Damo (MDB), em pôr fim ao contrato que o município tem com a Fundação do ABC para o gerenciamento do sistema de saúde. O que estaria motivando a emedebista a colocar o próprio mandato em risco, já que existe ordem judicial que a impede de executar o plano, para trocar a FUABC por uma obscura organização social que tem sede em Presidente Bernardes, cidadezinha com cerca de 15 mil habitantes do Interior paulista? O bem-estar dos 417 mil mauaenses merece mais transparência e responsabilidade.

Se a Prefeitura de Mauá entende que a FUABC presta serviço aquém do que os cidadãos merecem, tem todo o direito de buscar o rompimento do contrato. Todavia, deve-se obedecer a plano de desmobilização destinado a reduzir os impactos no cotidiano da população. Não é razoável colocar, de uma hora para outra, ponto final em relação consolidada sem realizar o processo de transição que garantirá o atendimento a quem precisar.

Quais as garantias de que OS que sequer possui página na internet e cujo portfólio se resume a contrato recentemente assinado com Embu das Artes, que tem praticamente metade da população mauaense, vai substituir a contento a FUABC e seus mais de 50 anos de história e serviços prestados a municípios importantes do Estado? Eis pergunta importante a ser respondida.

Este Diário conhece muito bem todos os problemas de gestão da FUABC, até porque foi o primeiro veículo a denunciar o cabide de empregos existentes na fundação e que só agora conquista espaço na mídia nacional – como pode ser facilmente comprovado em nosso arquivo. Mas sempre defendeu o fortalecimento da instituição. É por isso que vê com desconfiança a tentativa de Mauá de desqualificar sua antiga parceira na gestão da saúde municipal. Até porque ainda não conseguiu enxergar, talvez devido à recusa da administração Alaíde em mostrá-las, as credenciais que levaram a tal AMG (Associação Metropolitana de Gestão) a assumir o posto de salvação da lavoura mauaense.

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