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Diretório do PSL é destituído mais uma vez em São Bernardo

Banco de Dados Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

No mesmo dia em que montou grupo provisório, legenda viu direção partidária ser extinta novamente


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

13/08/2019 | 07:21


No mesmo dia em que foi tornada pública uma comissão provisória no PSL de São Bernardo, a executiva estadual do partido voltou a destituir a direção da legenda na cidade em meio à investigação sobre suspeita de prática de pedágio no gabinete do único deputado do PSL no Grande ABC, o são-bernardense Coronel Nishikawa.

Ontem, o Diário mostrou que a cúpula paulista havia afastado toda direção da legenda no município, liderada por Walter Resende Filho, chefe de gabinete de Nishikawa e também investigado pela PGJ (Procuradoria-Geral de Justiça) suspeito de cobrar até 50% dos salários de colaboradores.

Também ontem, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informou que comissão provisória havia sido montada – no lugar de um diretório constituído. Na prática, comissões temporárias têm menos força do que órgãos definitivos. A comissão provisória era formada pelos mesmos integrantes, com Resende Filho à frente – os demais componentes eram Luis Renato Zanardi Horio (vice-presidente), Cesar Augusto Maioral Alencar (secretário-geral), Gianni Sidnei Buganza (primeiro secretário), José Saulo Lemos da Silva (tesoureiro geral) e Hamilton Keiji Kawabata (primeiro tesoureiro).

No fim da tarde, porém, o mesmo TSE mostrou que a comissão provisória havia sido destituída novamente pela direção paulista (veja acima relatório presente no site do tribunal). Militantes do PSL de São Bernardo ouvidos pelo Diário demonstraram surpresa com o informe. Pela manhã, esses mesmos adeptos disseram que a notícia do Diário era fake news.

Aliado de Nishikawa, o senado Major Olímpio (PSL) gravou vídeo em apoio ao deputado estadual. “Estão tentando destruir o PSL em todo o Brasil e em São Bernardo não é diferente. Estão dizendo que a executiva de São Bernardo foi destituída e tudo isso é mentira. Acusações levianas e falsas serão rebatidas por ele, não vão ter fake news que vão nos destruir”, disse Olímpio.

Nishikawa também falou em tentativa de destruição do PSL. “Entramos (na política) para combater este tipo de erro. Tenho 30 anos de corporação (Nishikawa é coronel da reserva da Polícia Militar atuando no Corpo de Bombeiros) e nunca tive nenhuma acusação”, comentou. Pela denúncia em apuração pela PGR, instância máxima do Ministério Público, Nishikawa recebia até 50% dos salários e transferia o dinheiro para contas bancárias de parentes. Ele nega.

A equipe do Diário procurou ontem à noite Nishikawa e Resende Filho para comentar a nova destituição do partido na cidade, mas nenhum deles retornou aos contatos. 



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Diretório do PSL é destituído mais uma vez em São Bernardo

No mesmo dia em que montou grupo provisório, legenda viu direção partidária ser extinta novamente

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

13/08/2019 | 07:21


No mesmo dia em que foi tornada pública uma comissão provisória no PSL de São Bernardo, a executiva estadual do partido voltou a destituir a direção da legenda na cidade em meio à investigação sobre suspeita de prática de pedágio no gabinete do único deputado do PSL no Grande ABC, o são-bernardense Coronel Nishikawa.

Ontem, o Diário mostrou que a cúpula paulista havia afastado toda direção da legenda no município, liderada por Walter Resende Filho, chefe de gabinete de Nishikawa e também investigado pela PGJ (Procuradoria-Geral de Justiça) suspeito de cobrar até 50% dos salários de colaboradores.

Também ontem, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informou que comissão provisória havia sido montada – no lugar de um diretório constituído. Na prática, comissões temporárias têm menos força do que órgãos definitivos. A comissão provisória era formada pelos mesmos integrantes, com Resende Filho à frente – os demais componentes eram Luis Renato Zanardi Horio (vice-presidente), Cesar Augusto Maioral Alencar (secretário-geral), Gianni Sidnei Buganza (primeiro secretário), José Saulo Lemos da Silva (tesoureiro geral) e Hamilton Keiji Kawabata (primeiro tesoureiro).

No fim da tarde, porém, o mesmo TSE mostrou que a comissão provisória havia sido destituída novamente pela direção paulista (veja acima relatório presente no site do tribunal). Militantes do PSL de São Bernardo ouvidos pelo Diário demonstraram surpresa com o informe. Pela manhã, esses mesmos adeptos disseram que a notícia do Diário era fake news.

Aliado de Nishikawa, o senado Major Olímpio (PSL) gravou vídeo em apoio ao deputado estadual. “Estão tentando destruir o PSL em todo o Brasil e em São Bernardo não é diferente. Estão dizendo que a executiva de São Bernardo foi destituída e tudo isso é mentira. Acusações levianas e falsas serão rebatidas por ele, não vão ter fake news que vão nos destruir”, disse Olímpio.

Nishikawa também falou em tentativa de destruição do PSL. “Entramos (na política) para combater este tipo de erro. Tenho 30 anos de corporação (Nishikawa é coronel da reserva da Polícia Militar atuando no Corpo de Bombeiros) e nunca tive nenhuma acusação”, comentou. Pela denúncia em apuração pela PGR, instância máxima do Ministério Público, Nishikawa recebia até 50% dos salários e transferia o dinheiro para contas bancárias de parentes. Ele nega.

A equipe do Diário procurou ontem à noite Nishikawa e Resende Filho para comentar a nova destituição do partido na cidade, mas nenhum deles retornou aos contatos. 

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