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Estoque de dívida de empresas chinesas bate US$ 1,5 trilhão e eleva riscos

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


11/08/2019 | 12:29


O Instituto Internacional de Finanças (IIF, na sigla em inglês), com sede em Washington, destaca em sua análise sobre o acirramento da guerra comercial entre Estados Unidos e China que o crescente estoque de dívida em dólar entre os chineses eleva os riscos para o setor corporativo do país. No momento, as empresas chinesas detém perto de US$ 1,5 trilhão de dívidas em dólar, apontando expansão de 20% desde meados de 2015, acrescenta o IIF, com uma maior exposição de Bancos e outras empresas de serviços financeiros ao risco cambial.

"A distribuição dessa dívida mudou consideravelmente desde então", observa o IIF. Atualmente, empresas de fora do setor financeiro respondem por pouco mais da metade desse montante, enquanto que em meados de 2015 esse porcentual chegava a 70%.

Com o mercado de opções já precificando o maior enfraquecimento do yuan contra o dólar, para o IIF a crescente confiança das companhias chinesas em assumir dívidas denominadas em dólar retorna ao centro do debate. "Na sequência da mini-desvalorização do yuan em agosto de 2015, o aumento expressivo de pagamentos da dívida cambial pelas empresas não financeiras chinesas foi um fator-chave para as grandes saídas líquidas de capital da China", ressalta o instituto.

Enquanto o contínuo enfraquecimento do yuan frente ao dólar eleva o risco de refinanciamento para as empresas chinesas, sua confiança em assumir esse tipo de dívida ainda é considerada modesta na comparação com outros mercados emergentes, pondera o IIF. Aliado a isso, a enorme quantia em dinheiro detida por essas companhias representam atualmente um "amortecedor" para os riscos de baixa no curto prazo.



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Estoque de dívida de empresas chinesas bate US$ 1,5 trilhão e eleva riscos


11/08/2019 | 12:29


O Instituto Internacional de Finanças (IIF, na sigla em inglês), com sede em Washington, destaca em sua análise sobre o acirramento da guerra comercial entre Estados Unidos e China que o crescente estoque de dívida em dólar entre os chineses eleva os riscos para o setor corporativo do país. No momento, as empresas chinesas detém perto de US$ 1,5 trilhão de dívidas em dólar, apontando expansão de 20% desde meados de 2015, acrescenta o IIF, com uma maior exposição de Bancos e outras empresas de serviços financeiros ao risco cambial.

"A distribuição dessa dívida mudou consideravelmente desde então", observa o IIF. Atualmente, empresas de fora do setor financeiro respondem por pouco mais da metade desse montante, enquanto que em meados de 2015 esse porcentual chegava a 70%.

Com o mercado de opções já precificando o maior enfraquecimento do yuan contra o dólar, para o IIF a crescente confiança das companhias chinesas em assumir dívidas denominadas em dólar retorna ao centro do debate. "Na sequência da mini-desvalorização do yuan em agosto de 2015, o aumento expressivo de pagamentos da dívida cambial pelas empresas não financeiras chinesas foi um fator-chave para as grandes saídas líquidas de capital da China", ressalta o instituto.

Enquanto o contínuo enfraquecimento do yuan frente ao dólar eleva o risco de refinanciamento para as empresas chinesas, sua confiança em assumir esse tipo de dívida ainda é considerada modesta na comparação com outros mercados emergentes, pondera o IIF. Aliado a isso, a enorme quantia em dinheiro detida por essas companhias representam atualmente um "amortecedor" para os riscos de baixa no curto prazo.

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