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Pai é quem ama e cuida


Do Diário do Grande ABC

11/08/2019 | 10:22


Ao contrário do que muitas pessoas pensam, pai não é somente quem nos gerou. A figura paterna pode ser representada pelo tio ou avô que nos criou, e até mesmo pelo padrasto. Somos do tempo em que não são raros os casos de casais que se apaixonam, têm filhos e terminam o relacionamento, alegando que o amor entre os dois chegou ao fim e que é melhor cada um seguir a sua vida. E, ao encerrar essa ‘sociedade’, pais e mães nem sempre avaliam as consequências da separação para seus filhos antes de começarem nova relação. Surge, assim, a ‘paternidade afetiva’: o novo parceiro da mãe, que geralmente fica com a criança, acaba por se tornar verdadeiro pai no dia a dia desse novo núcleo familiar. O mesmo pode ocorrer com o pai separado, que acaba assumindo outro relacionamento também com filhos ou filhas.

O caminho mais comum e natural, porém, é que o avô passe a ser a figura paterna na vida de muitas crianças, assumindo em muitos casos até responsabilidades financeiras, tarefas de levar e buscar na escola, além dos compromissos de lazer e passeios. Para a criança o avô/pai é referência de estabilidade e segurança, aquele ‘porto seguro’ nos momentos difíceis, de turbulência, em seu novo modo de vida. Para o avô, que assume a ‘paternidade afetiva’, é experiência de vida muito gratificante porque, além da sensação de estar proporcionando o melhor para seus netos, a recompensa é certa. Todo carinho, atenção e cuidados dispensados retornam em pequenos gestos de amor puro e sincero daquela frágil criança. Tudo isso renova suas forças e inspira iniciativas empreendedoras, para garantir que essa nova etapa da paternidade possa ser cumprida com a mesma dignidade da primeira.

A experiência comprova que os avós que recebem essa nova incumbência são mais felizes e realizados, porque acabam ganhando nova chance de educar, de maneira menos repressiva, sem repetir eventuais erros que tenham cometido na educação de seus próprios filhos. São mais tolerantes e compreensivos, mesmo quando têm que repreender ou corrigir algum comportamento errôneo da criança. Essa cumplicidade maior entre os avós e seus netos muitas vezes é mal compreendida e interpretada como proteção danosa à boa educação. Porém, se for impregnada de amor, paz, justiça e verdade, certamente será benéfica, porque oferecerá espaço para o crescimento e amadurecimento da criança, amenizando e até curando possíveis traumas decorrentes da separação dos pais.

Mais do que presença física, toda criança quer e precisa da ‘paternidade afetiva’, presença amorosa e protetora que comunica o amor de Deus, o Pai das Misericórdias. Neste Dia dos Pais, queremos abraçar com profunda gratidão todos que, por laços biológicos ou afetivos, assumem plenamente a paternidade!

José Expedito da Silva é jornalista e apresentador do Jornal Café da Manhã, pela Rádio Canção Nova.

PALAVRA DO LEITOR

Dia dos Pais – 1
Neste Brasil de meu Deus, Suzane von Richthofen, a filha que matou os pais, sai da cadeia para passar o Dia das Mães em casa. Alexandre Nardoni, o pai que matou a filha, recebeu indulto para ‘comemorar’ o Dia dos Pais, hoje, em liberdade. Deveriam ter a <CF51>saidinha</CF> no Dia de Finados, para visitar o túmulo de quem assassinaram. Depois querem que se acredite na medíocre Justiça do País. Apesar de tudo, feliz Dia dos Pais a todos.
Thômas Fernandes
Ribeirão Pires

Dia dos Pais – 2
Feliz Dia dos Pais a todos que foram presenteados por Deus com essa dádiva. Mas, nesta data, nós, chefes de família, devemos nos preocupar ainda mais com os rumos da Nação, nos reunir mais com nossos familiares e expor os fatos políticos, o cenário, mostrar a realidade e ‘abrir’ a cabeça de nossos filhos, netos, bisnetos e afins, porque é muito preocupante que ainda encontremos quem defenda a continuidade de Bolsonaro à frente da Nação. Não há nada que ele faça que seja relevante, em prol do Brasil, para resolver problemas sérios, como, por exemplo, o desemprego. Únicas preocupações são com seus filhos, alocá-los em bons cargos, altos salários. Sempre que abre a boca tem polêmica, porque, invariavelmente, fala asneiras. Que futuro devemos esperar com Bolsonaro no poder? Que legado deixaremos às futuras gerações com ele no poder? Se nada fizermos para tirá-lo de lá, o fim se avizinha e será trágico.
Roberto Carlos de Moura
Diadema

Bom e velho
Como conhecedor de futebol e corintiano há mais de 60 anos, e por ter visto jogar rivais como Leivinha, Ademir da Guia, Alfredo Mostarda, Cesar Maluco, Oberdan Cattani, Jair Rosa Pinto, Chinesinho, Jorge Mendonça, Julinho Botelho, Luis Pereira, Leão e tantos outros craques, sinto pena do Palmeiras atual, time burocrático, robotizado, sem graça, sem jogadores que desequilibram, sem grandes ensaiadas, rei do chuveirinho e dependente do chorão Dudu. Felipão é técnico muito ultrapassado. Não à toa que só ganha títulos quando tem muito dinheiro por trás, como na era da Parmalat e agora, com grana da tia Leila. Não foram nem são conquistas do bom e velho Verdão. São, sim, ‘compradas’ pelo dinheiro dessa gente. Faz-se necessária faxina na Sociedade Esportiva Palmeiras. Sei que os mais exaltados dirão que meu time também não é lá essas coisas. Então, desde já concordo!
Valdir Cobra Almeida
São Bernardo

Saúde em Mauá
Independentemente do resultado, parabenizo a prefeita de Mauá pela possível mudança na gestão da saúde de nossa cidade (Política, dia 8). Fica evidente que ela anseia por mudanças. E isso não tem preço. Permaneço em oração e na torcida para que dê tudo certo e os munícipes ganhem mais atendimento de qualidade com isso.
Rosângela Caris
Mauá

Previdência
Senhores segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), em atividade e aposentados, não preciso escrever muito e não devo. Estou aposentado há mais de 20 anos, sempre contribuí com o teto. Durante esse período passei por várias reformas da Previdência. Sabem quantas vezes o segurado teve algum benefício dessas inúmeras reformas? Nunca! Agora a Previdência pública continua sendo uma festa. Acorda, Brasil.
José Carlos Belotto
Santo André 



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Pai é quem ama e cuida

Do Diário do Grande ABC

11/08/2019 | 10:22


Ao contrário do que muitas pessoas pensam, pai não é somente quem nos gerou. A figura paterna pode ser representada pelo tio ou avô que nos criou, e até mesmo pelo padrasto. Somos do tempo em que não são raros os casos de casais que se apaixonam, têm filhos e terminam o relacionamento, alegando que o amor entre os dois chegou ao fim e que é melhor cada um seguir a sua vida. E, ao encerrar essa ‘sociedade’, pais e mães nem sempre avaliam as consequências da separação para seus filhos antes de começarem nova relação. Surge, assim, a ‘paternidade afetiva’: o novo parceiro da mãe, que geralmente fica com a criança, acaba por se tornar verdadeiro pai no dia a dia desse novo núcleo familiar. O mesmo pode ocorrer com o pai separado, que acaba assumindo outro relacionamento também com filhos ou filhas.

O caminho mais comum e natural, porém, é que o avô passe a ser a figura paterna na vida de muitas crianças, assumindo em muitos casos até responsabilidades financeiras, tarefas de levar e buscar na escola, além dos compromissos de lazer e passeios. Para a criança o avô/pai é referência de estabilidade e segurança, aquele ‘porto seguro’ nos momentos difíceis, de turbulência, em seu novo modo de vida. Para o avô, que assume a ‘paternidade afetiva’, é experiência de vida muito gratificante porque, além da sensação de estar proporcionando o melhor para seus netos, a recompensa é certa. Todo carinho, atenção e cuidados dispensados retornam em pequenos gestos de amor puro e sincero daquela frágil criança. Tudo isso renova suas forças e inspira iniciativas empreendedoras, para garantir que essa nova etapa da paternidade possa ser cumprida com a mesma dignidade da primeira.

A experiência comprova que os avós que recebem essa nova incumbência são mais felizes e realizados, porque acabam ganhando nova chance de educar, de maneira menos repressiva, sem repetir eventuais erros que tenham cometido na educação de seus próprios filhos. São mais tolerantes e compreensivos, mesmo quando têm que repreender ou corrigir algum comportamento errôneo da criança. Essa cumplicidade maior entre os avós e seus netos muitas vezes é mal compreendida e interpretada como proteção danosa à boa educação. Porém, se for impregnada de amor, paz, justiça e verdade, certamente será benéfica, porque oferecerá espaço para o crescimento e amadurecimento da criança, amenizando e até curando possíveis traumas decorrentes da separação dos pais.

Mais do que presença física, toda criança quer e precisa da ‘paternidade afetiva’, presença amorosa e protetora que comunica o amor de Deus, o Pai das Misericórdias. Neste Dia dos Pais, queremos abraçar com profunda gratidão todos que, por laços biológicos ou afetivos, assumem plenamente a paternidade!

José Expedito da Silva é jornalista e apresentador do Jornal Café da Manhã, pela Rádio Canção Nova.

PALAVRA DO LEITOR

Dia dos Pais – 1
Neste Brasil de meu Deus, Suzane von Richthofen, a filha que matou os pais, sai da cadeia para passar o Dia das Mães em casa. Alexandre Nardoni, o pai que matou a filha, recebeu indulto para ‘comemorar’ o Dia dos Pais, hoje, em liberdade. Deveriam ter a <CF51>saidinha</CF> no Dia de Finados, para visitar o túmulo de quem assassinaram. Depois querem que se acredite na medíocre Justiça do País. Apesar de tudo, feliz Dia dos Pais a todos.
Thômas Fernandes
Ribeirão Pires

Dia dos Pais – 2
Feliz Dia dos Pais a todos que foram presenteados por Deus com essa dádiva. Mas, nesta data, nós, chefes de família, devemos nos preocupar ainda mais com os rumos da Nação, nos reunir mais com nossos familiares e expor os fatos políticos, o cenário, mostrar a realidade e ‘abrir’ a cabeça de nossos filhos, netos, bisnetos e afins, porque é muito preocupante que ainda encontremos quem defenda a continuidade de Bolsonaro à frente da Nação. Não há nada que ele faça que seja relevante, em prol do Brasil, para resolver problemas sérios, como, por exemplo, o desemprego. Únicas preocupações são com seus filhos, alocá-los em bons cargos, altos salários. Sempre que abre a boca tem polêmica, porque, invariavelmente, fala asneiras. Que futuro devemos esperar com Bolsonaro no poder? Que legado deixaremos às futuras gerações com ele no poder? Se nada fizermos para tirá-lo de lá, o fim se avizinha e será trágico.
Roberto Carlos de Moura
Diadema

Bom e velho
Como conhecedor de futebol e corintiano há mais de 60 anos, e por ter visto jogar rivais como Leivinha, Ademir da Guia, Alfredo Mostarda, Cesar Maluco, Oberdan Cattani, Jair Rosa Pinto, Chinesinho, Jorge Mendonça, Julinho Botelho, Luis Pereira, Leão e tantos outros craques, sinto pena do Palmeiras atual, time burocrático, robotizado, sem graça, sem jogadores que desequilibram, sem grandes ensaiadas, rei do chuveirinho e dependente do chorão Dudu. Felipão é técnico muito ultrapassado. Não à toa que só ganha títulos quando tem muito dinheiro por trás, como na era da Parmalat e agora, com grana da tia Leila. Não foram nem são conquistas do bom e velho Verdão. São, sim, ‘compradas’ pelo dinheiro dessa gente. Faz-se necessária faxina na Sociedade Esportiva Palmeiras. Sei que os mais exaltados dirão que meu time também não é lá essas coisas. Então, desde já concordo!
Valdir Cobra Almeida
São Bernardo

Saúde em Mauá
Independentemente do resultado, parabenizo a prefeita de Mauá pela possível mudança na gestão da saúde de nossa cidade (Política, dia 8). Fica evidente que ela anseia por mudanças. E isso não tem preço. Permaneço em oração e na torcida para que dê tudo certo e os munícipes ganhem mais atendimento de qualidade com isso.
Rosângela Caris
Mauá

Previdência
Senhores segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), em atividade e aposentados, não preciso escrever muito e não devo. Estou aposentado há mais de 20 anos, sempre contribuí com o teto. Durante esse período passei por várias reformas da Previdência. Sabem quantas vezes o segurado teve algum benefício dessas inúmeras reformas? Nunca! Agora a Previdência pública continua sendo uma festa. Acorda, Brasil.
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