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Diadema volta atrás e restabelece
transporte de cadeirantes

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Após denúncia do Diário, Prefeitura anunciou nesta segunda-feira que serviço será normalizado


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

05/08/2019 | 13:13


Após denúncia do Diário, em 26 de julho, de que a Prefeitura de Diadema havia reduzido o serviço de transporte para cadeirantes, a administração municipal voltou atrás e anunciou, na manhã de hoje (05), o restabelecimento do serviço.

Em reunião realizada no Paço Municipal com representantes das Secretarias de Saúde, Assuntos Jurídicos e Assistência Social, vereadores e munícipes, o governo se comprometeu a normalizar a prestação de serviço que vinha apresentando problemas no último mês.

Os familiares dos beneficiários já haviam estado na Câmara Municipal, na última quinta-feira, ocasião em que foi marcada a reunião desta manhã. O secretário de Assuntos Jurídicos de Diadema, Fernando Machado, afirmou que não houve redução nos atendimentos, e que os problemas foram causados pela transição entre um contrato emergencial e outro licitado, ambos com a mesma empresa, a Hiplan Construções e Serviços de Manutenção Urbana Ltda. "Houve um aumento nos gastos. O contrato era de 2011 e gastávamos R$491 mil. Com a nova licitação, o valor total passou para R$ 751 mil e precisamos fazer alguns ajustes", justificou.

O valor é referente ao serviço de transporte - e em alguns casos, de motorista - para todas as secretarias do governo. "Nessa transição é que tivemos alguns problemas, precisamos remanejar veículos, mas essa semana já estará tudo normalizado", garantiu.

A versão dos beneficiários, no entanto, é diferente. A dona de casa Arlete Jurema de Oliveira, 49, esteve na semana retrasada em reunião na Secretaria de Saúde quando foi informada que 40% do serviço seria cortado. "A previsão era que pelo menos 100 pessoas fossem excluídas" afirmou. Arlete é avó da pequena Kimberly, 5, que usa uma cadeira especial adaptada e cinco vezes por semana utiliza o serviço de transporte para consultas, tratamentos e ir à escola. "Verbalmente é tudo bonito, mas agora vamos ver na prática", pontuou.

Leia a matéria completa na edição de amanhã do Diário do Grande ABC e no dgabc.com.br.
 



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Diadema volta atrás e restabelece
transporte de cadeirantes

Após denúncia do Diário, Prefeitura anunciou nesta segunda-feira que serviço será normalizado

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

05/08/2019 | 13:13


Após denúncia do Diário, em 26 de julho, de que a Prefeitura de Diadema havia reduzido o serviço de transporte para cadeirantes, a administração municipal voltou atrás e anunciou, na manhã de hoje (05), o restabelecimento do serviço.

Em reunião realizada no Paço Municipal com representantes das Secretarias de Saúde, Assuntos Jurídicos e Assistência Social, vereadores e munícipes, o governo se comprometeu a normalizar a prestação de serviço que vinha apresentando problemas no último mês.

Os familiares dos beneficiários já haviam estado na Câmara Municipal, na última quinta-feira, ocasião em que foi marcada a reunião desta manhã. O secretário de Assuntos Jurídicos de Diadema, Fernando Machado, afirmou que não houve redução nos atendimentos, e que os problemas foram causados pela transição entre um contrato emergencial e outro licitado, ambos com a mesma empresa, a Hiplan Construções e Serviços de Manutenção Urbana Ltda. "Houve um aumento nos gastos. O contrato era de 2011 e gastávamos R$491 mil. Com a nova licitação, o valor total passou para R$ 751 mil e precisamos fazer alguns ajustes", justificou.

O valor é referente ao serviço de transporte - e em alguns casos, de motorista - para todas as secretarias do governo. "Nessa transição é que tivemos alguns problemas, precisamos remanejar veículos, mas essa semana já estará tudo normalizado", garantiu.

A versão dos beneficiários, no entanto, é diferente. A dona de casa Arlete Jurema de Oliveira, 49, esteve na semana retrasada em reunião na Secretaria de Saúde quando foi informada que 40% do serviço seria cortado. "A previsão era que pelo menos 100 pessoas fossem excluídas" afirmou. Arlete é avó da pequena Kimberly, 5, que usa uma cadeira especial adaptada e cinco vezes por semana utiliza o serviço de transporte para consultas, tratamentos e ir à escola. "Verbalmente é tudo bonito, mas agora vamos ver na prática", pontuou.

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