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Com mais quatro medalhas, Brasil faz história na ginástica do Pan

Reprodução/Instagram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Equipe conquista 11 pódios e supera a melhor campanha da modalidade, obtida no Rio-2007


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

31/07/2019 | 23:50


Com o melhor desempenho da história, o Brasil encerrou ontem as disputas da ginástica artística nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru. No último dia foram mais quatro pódios, com direito a dobradinha na barra fixa, com ouro de Francisco Barretto e prata de Arthur Nory, além outro segundo lugar para o atleta de São Bernardo, Caio Souza, nas barras paralelas, e o bronze de Flávia Saraiva, no solo.

No total, o Brasil terminou a modalidade com 11 medalhas, sendo quatro ouros, quatro pratas e três bronzes, finalizando a disputa com o mesmo número de pódios que os Estados Unidos, mas à frente pelo número de ouros – os norte-americanos tiveram três títulos. O desempenho é o melhor da Seleção na história, superando a marca obtida no Pan de 2007, no Rio, quando o time também havia conquistado quatro ouros, mas ficou com apenas duas pratas.

Atleta de São Bernardo, Caio Souza deixou o Pan com três medalhas. Além da prata de ontem, ele conquistou ouros com a equipe brasileira e também no individual geral. “Essa medalha (de ontem) significa que o trabalho vem sendo bem feito, que estamos nos preparando cada vez melhor para as competições e vamos ver isso refletido no Mundial (que será em outubro, em Stuttgart, na Alemanha)”, avaliou Caio. “Essa medalha é para minha mãe. Ela gosta muito de paralela, deu até para ouvir os gritos dela na competição. É muito especial para mim poder estar com ela aqui.”

A curiosidade em relação à dobradinha do Brasil no pódio na barra fixa foi que Arthur Nory, que iria disputar a prova, pediu para Francisco Barretto ir em seu lugar, para se dedicar apenas ao outro aparelho. O brasileiro foi mal nas barras paralelas, mas na fixa tirou o ouro do companheiro em sua última ação em Lima, em disputa apertada e emocionante.

“Estamos colhendo frutos de trabalho duro. A preparação do ano foi pesada, foi difícil. Estamos procurando melhorar o grau de dificuldade junto com a qualidade das séries. Aqui deu para testar. A gente veio preparado. Deu para testar para que ocorra tudo bem no Mundial e que a gente possa garantir a vaga olímpica”, declarou Francisco Barretto, ao globoesporte.com.

A próxima missão do time brasileiro é brigar por uma das nove vagas olímpicas por equipes que estarão em disputa justamente em Stuttgart. Entre os homens China, Rússia e Japão já estão garantidos, e entre as mulheres Estados Unidos, Rússia e China estão confirmados em Tóquio-2020.  

Boxe tem hoje duas disputas por ouro

O Brasil disputa hoje, no boxe, duas medalhas de ouro importantes na luta pelas primeiras posições no quadro de medalhas. O primeiro a subir no ringue será Keno Machado, que tenta o título da categoria até 81 kg contra o cubano La Cruz Peraza. Depois, Jucielen Cerqueira (até 57 kg) define a cor da medalha contra Leonela Sanchez, da Argentina. A programação da modalidade começa às 21h (de Brasília).

Por enquanto, o Brasil ocupa a terceira posição, com 40 medalhas, sendo 12 ouros, dez pratas e 18 bronzes, atrás apenas de México, com 48 pódios (14 ouros, nove pratas e 25 bronzes) e Estados Unidos, que lideram com folga, com 76 premiações (32 ouros, 24 pratas e 20 bronzes). O Canadá, eleito pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil) como rival pela segunda posição do quadro, já aparece em quarto, com 50 medalhas, sendo dez ouros, 22 pratas e 18 bronzes.

A expectativa é que as posições se consolidem quando começarem as disputas da natação e do atletismo, que estão entre as modalidades que distribuem mais medalhas.

PÉ DIREITO

Grande favorito ao ouro, o Brasil estreou bem no handebol masculino ao derrotar o México por 33 a 23. Hoje, o time volta à quadra para enfrentar o anfitrião Peru, a partir das 20h (de Brasília). 



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Com mais quatro medalhas, Brasil faz história na ginástica do Pan

Equipe conquista 11 pódios e supera a melhor campanha da modalidade, obtida no Rio-2007

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

31/07/2019 | 23:50


Com o melhor desempenho da história, o Brasil encerrou ontem as disputas da ginástica artística nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru. No último dia foram mais quatro pódios, com direito a dobradinha na barra fixa, com ouro de Francisco Barretto e prata de Arthur Nory, além outro segundo lugar para o atleta de São Bernardo, Caio Souza, nas barras paralelas, e o bronze de Flávia Saraiva, no solo.

No total, o Brasil terminou a modalidade com 11 medalhas, sendo quatro ouros, quatro pratas e três bronzes, finalizando a disputa com o mesmo número de pódios que os Estados Unidos, mas à frente pelo número de ouros – os norte-americanos tiveram três títulos. O desempenho é o melhor da Seleção na história, superando a marca obtida no Pan de 2007, no Rio, quando o time também havia conquistado quatro ouros, mas ficou com apenas duas pratas.

Atleta de São Bernardo, Caio Souza deixou o Pan com três medalhas. Além da prata de ontem, ele conquistou ouros com a equipe brasileira e também no individual geral. “Essa medalha (de ontem) significa que o trabalho vem sendo bem feito, que estamos nos preparando cada vez melhor para as competições e vamos ver isso refletido no Mundial (que será em outubro, em Stuttgart, na Alemanha)”, avaliou Caio. “Essa medalha é para minha mãe. Ela gosta muito de paralela, deu até para ouvir os gritos dela na competição. É muito especial para mim poder estar com ela aqui.”

A curiosidade em relação à dobradinha do Brasil no pódio na barra fixa foi que Arthur Nory, que iria disputar a prova, pediu para Francisco Barretto ir em seu lugar, para se dedicar apenas ao outro aparelho. O brasileiro foi mal nas barras paralelas, mas na fixa tirou o ouro do companheiro em sua última ação em Lima, em disputa apertada e emocionante.

“Estamos colhendo frutos de trabalho duro. A preparação do ano foi pesada, foi difícil. Estamos procurando melhorar o grau de dificuldade junto com a qualidade das séries. Aqui deu para testar. A gente veio preparado. Deu para testar para que ocorra tudo bem no Mundial e que a gente possa garantir a vaga olímpica”, declarou Francisco Barretto, ao globoesporte.com.

A próxima missão do time brasileiro é brigar por uma das nove vagas olímpicas por equipes que estarão em disputa justamente em Stuttgart. Entre os homens China, Rússia e Japão já estão garantidos, e entre as mulheres Estados Unidos, Rússia e China estão confirmados em Tóquio-2020.  

Boxe tem hoje duas disputas por ouro

O Brasil disputa hoje, no boxe, duas medalhas de ouro importantes na luta pelas primeiras posições no quadro de medalhas. O primeiro a subir no ringue será Keno Machado, que tenta o título da categoria até 81 kg contra o cubano La Cruz Peraza. Depois, Jucielen Cerqueira (até 57 kg) define a cor da medalha contra Leonela Sanchez, da Argentina. A programação da modalidade começa às 21h (de Brasília).

Por enquanto, o Brasil ocupa a terceira posição, com 40 medalhas, sendo 12 ouros, dez pratas e 18 bronzes, atrás apenas de México, com 48 pódios (14 ouros, nove pratas e 25 bronzes) e Estados Unidos, que lideram com folga, com 76 premiações (32 ouros, 24 pratas e 20 bronzes). O Canadá, eleito pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil) como rival pela segunda posição do quadro, já aparece em quarto, com 50 medalhas, sendo dez ouros, 22 pratas e 18 bronzes.

A expectativa é que as posições se consolidem quando começarem as disputas da natação e do atletismo, que estão entre as modalidades que distribuem mais medalhas.

PÉ DIREITO

Grande favorito ao ouro, o Brasil estreou bem no handebol masculino ao derrotar o México por 33 a 23. Hoje, o time volta à quadra para enfrentar o anfitrião Peru, a partir das 20h (de Brasília). 

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