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Buenos Aires é o destino preferido da comunidade LGBT na América Latina

Além de suas atrações culturais, capital é boa opção para quem adora badalação, 24 horas por dia

Redação

31/07/2019 | 13:18


Buenos Aires, na Argentina, é uma cidade muito receptiva. Além de suas atrações culturais, a capital é uma boa opção para aqueles que adoram badalação, 24 horas por dia e sete dias da semana. Com esse combo de atrações, o destino é o preferido da comunidade LGBT na América Latina.

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O Ente de Turismo do Governo da Cidade de Buenos Aires selecionou alguns dos motivos que fizeram Buenos Aires bombar entre a comunidade LGBT. Confira!

Pixabay

Bueno Aires é opção de destino para pessoas LGBT

Comunidade LGBT na América Latina

1 – Matrimônio igualitário

Na Argentina, a Lei do Casamento Igualitário é uma realidade. Ela dá aos casais LGBT os mesmos direitos e serviços sociais oferecidos ao resto da sociedade. Em 2010, o Senado aprovou o casamento entre pessoas do mesmo sexo, tornando a Argentina o primeiro país da América Latina a legitimar o casamento gay.

2 – Identidade de gênero

Em Buenos Aires, foi aprovada em 2012 a Lei 26743, que reconhece o direito a uma identidade de gênero autopercebida e determina que mudanças de registro e intervenções cirúrgicas e hormonais devem ser realizadas com a mera vontade da pessoa. Ela é a única lei de identidade de gênero no mundo que não patologiza a condição trans.

3 – Contra a discriminação

Em 2015, a Lei 5261, conhecida como Lei contra a Discriminação, foi promulgada na Cidade de Buenos Aires, estabelecendo uma longa lista de pretextos discriminatórios, entre os quais se incluem a orientação sexual e a identidade de gênero. A partir dessa legislação é possível receber denúncias de violação de direitos.

4 – Marcha do orgulho LGBT

A Marcha do Orgulho LGBTIQ de Buenos Aires é uma manifestação realizada anualmente. Ela busca a igualdade de direitos e é o principal ato público da comunidade LGBT na Argentina.

O evento foi realizado pela primeira vez em 1992 e é comemorado no primeiro sábado de novembro de cada ano, em homenagem à criação do Nuestro Mundo, o primeiro movimento homossexual da Argentina.

Pixabay

A cidade conta com inúmeras atrações para serem visitadas

Lugares para visitar

– Casa Trans

Av. Jujuy 1343, San Cristóbal.

Desde junho de 2017, Buenos Aires sedia a primeira Casa Trans na Argentina, que é um espaço de contenção, sociabilidade e proteção de direitos voltados à população trans. O local presta serviços a toda a comunidade, oferecendo capacitação em ofícios, atenção à saúde, orientação jurídica e áreas recreativas. Além disso, possui uma sala multiuso para oficinas, cursos e outras atividades.

– Casa Brandon

Luis María Drago 236, Villa Crespo.

A Casa Brandon é um centro cultural e também é a sede da “Brandon pela Igualdade de Direitos e Oportunidades, Associação Civil e Cultural”. O local é uma mistura de centro cultural, bar, sala de exposições, sala de concertos e teatro.

– Estación Carlos Jáuregui

Av. Santa Fe com a av. Pueyrredón, Recoleta

Carlos Jáuregui é uma estação de metrô da cidade de Buenos Aires, pertencente à linha H. Seu nome homenageia um dos principais ativistas do segmento LGBT do país.

A estação fica na intersecção das avenidas Santa Fe e Pueyrredón, um canto emblemático da comunidade gay há décadas. Vale destacar que o nome desta estação faz com que a cidade de Buenos Aires seja a primeira do mundo a ter uma estação com o nome de um ativista da diversidade sexual.

– Club de Osos

Humberto 1° 1664, Constitución.

O clube foi fundado em 1997 com o objetivo de desmistificar o estereótipo do homem homossexual como uma pessoa magra, delicada e jovem. O espaço tem o formato de um clube de bairro, com sala de festas, pátio e uma piscina. Ali, são organizados torneios de vôlei e futebol, dias de solidariedade, palestras, leituras, debates sobre filmes e outras atividades.

50 melhores destinos para turistas LGBTQ+

Canadá, Portugal e Suécia estão entre os melhores destinos para turistas LGBTQ+, segundo um ranking elaborado pelo Spartacus International Gay Guide, que oferece dicas para viajantes.

O índice avaliou 197 países com base em 14 critérios, que levam em consideração leis antidiscriminatórias, adoção, casamento, direitos transgêneros e perseguição. Confira:

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