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PSL enfrenta bagunça em diretórios nos municípios

Isac Nóbrega/PR Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Com executivas inativas em algumas cidades, partido alega que ‘oportunistas’ querem abraçar partido nas sete cidades


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

28/07/2019 | 07:00


Alçado ao time dos grandes partidos após eleição de Jair Bolsonaro à Presidência da República e depois de emplacar bancadas expressivas Brasil afora, o PSL tem sofrido com desentendimentos internos desde o início do governo nas mais variadas esferas. No Grande ABC, a seleção dos diretórios municipais também virou bagunça.

Há cidades com diretoria ativa, como o caso de São Bernardo, e municípios sem diretórios vigentes, segundo o TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo), como São Caetano, Mauá e Ribeirão Pires.

Exatamente nos municípios onde a executiva ainda não foi eleita é que se encontram os maiores problemas com falta de coordenação. Lideranças partidárias ouvidas pelo Diário falam em oportunismo de pessoas que não teriam ligação com o partido, mas que estariam interessados no atual recall político da sigla.

Único deputado estadual do PSL no Grande ABC, Coronel Nishikawa, de São Bernardo, não escondeu o descontentamento com o panorama do partido nas sete cidades. Para o parlamentar, o PSL na região estava “bagunçado” e esse bate-cabeça pode atrasar a corrida eleitoral do partido no ano que vem.

“Acredito que temos (o PSL regional) apenas três meses para nos preparar para as eleições. Em alguns diretórios há pessoas oportunistas que querem se aproveitar de um partido que é considerado a cereja do bolo”, alegou Nishikawa. Nas próximas eleições, a legenda poderá receber quase R$ 500 milhões do fundo partidário. A ideia do PSL na região é bancar candidaturas a prefeito e vereadores na sete cidades.

Em Mauá, mesmo sem o diretório vigente, o militante Davidson Rodrigues Souza tem se colocado como possível presidente da sigla. Conforme Souza, ele comandaria a legenda por reconhecimento de suas ações na cidade ou “meritocracia”, como resumiu. “Hoje só tem postulantes ao cargo, mas quem responde é a (executiva) estadual do partido”, afirmou. Paulo Barthasar (PSL), secretário no governo da prefeita Alaíde Damo (MDB), também tem chances de assumir o partido.

REFLEXO
Em nível nacional, o bate-cabeça da sigla, custou os cargos do ex-ministro da Secretaria Geral da Presidência Gustavo Bebianno (PSL), que ficou apenas 48 dias no comando da Pasta, e do ex-ministro de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz – o militar classificou a administração de Bolsonaro como “show de besteiras”.

Já na executiva estadual, os desentendimentos ficam a cargo do deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP) e do filho “03” do presidente, o também deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que foi indicado pelo pai a assumir vaga de embaixador do Brasil nos Estados Unidos. 



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PSL enfrenta bagunça em diretórios nos municípios

Com executivas inativas em algumas cidades, partido alega que ‘oportunistas’ querem abraçar partido nas sete cidades

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

28/07/2019 | 07:00


Alçado ao time dos grandes partidos após eleição de Jair Bolsonaro à Presidência da República e depois de emplacar bancadas expressivas Brasil afora, o PSL tem sofrido com desentendimentos internos desde o início do governo nas mais variadas esferas. No Grande ABC, a seleção dos diretórios municipais também virou bagunça.

Há cidades com diretoria ativa, como o caso de São Bernardo, e municípios sem diretórios vigentes, segundo o TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo), como São Caetano, Mauá e Ribeirão Pires.

Exatamente nos municípios onde a executiva ainda não foi eleita é que se encontram os maiores problemas com falta de coordenação. Lideranças partidárias ouvidas pelo Diário falam em oportunismo de pessoas que não teriam ligação com o partido, mas que estariam interessados no atual recall político da sigla.

Único deputado estadual do PSL no Grande ABC, Coronel Nishikawa, de São Bernardo, não escondeu o descontentamento com o panorama do partido nas sete cidades. Para o parlamentar, o PSL na região estava “bagunçado” e esse bate-cabeça pode atrasar a corrida eleitoral do partido no ano que vem.

“Acredito que temos (o PSL regional) apenas três meses para nos preparar para as eleições. Em alguns diretórios há pessoas oportunistas que querem se aproveitar de um partido que é considerado a cereja do bolo”, alegou Nishikawa. Nas próximas eleições, a legenda poderá receber quase R$ 500 milhões do fundo partidário. A ideia do PSL na região é bancar candidaturas a prefeito e vereadores na sete cidades.

Em Mauá, mesmo sem o diretório vigente, o militante Davidson Rodrigues Souza tem se colocado como possível presidente da sigla. Conforme Souza, ele comandaria a legenda por reconhecimento de suas ações na cidade ou “meritocracia”, como resumiu. “Hoje só tem postulantes ao cargo, mas quem responde é a (executiva) estadual do partido”, afirmou. Paulo Barthasar (PSL), secretário no governo da prefeita Alaíde Damo (MDB), também tem chances de assumir o partido.

REFLEXO
Em nível nacional, o bate-cabeça da sigla, custou os cargos do ex-ministro da Secretaria Geral da Presidência Gustavo Bebianno (PSL), que ficou apenas 48 dias no comando da Pasta, e do ex-ministro de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz – o militar classificou a administração de Bolsonaro como “show de besteiras”.

Já na executiva estadual, os desentendimentos ficam a cargo do deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP) e do filho “03” do presidente, o também deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que foi indicado pelo pai a assumir vaga de embaixador do Brasil nos Estados Unidos. 

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