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Rocha: redução no superávit comercial explica alta de déficit em contas externas



25/07/2019 | 12:56


O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, afirmou nesta quinta-feira, 25, que a alta do déficit em conta corrente em junho deve-se em parte à redução do superávit comercial.

No mês passado, houve déficit em conta de US$ 2,914 bilhões. No mesmo mês do ano passado, havia ocorrido superávit de US$ 160 milhões. Na rubrica da balança comercial (exportações menos importações), houve superávit de US$ 4,297 bilhões em junho deste ano, ante resultado positivo maior, de US$ 5,506 bilhões, em junho do ano passado.

Além da balança comercial, Rocha citou que houve uma alta das despesas líquidas de renda primária, o que também justifica o déficit em conta em junho. No mês passado, o déficit na conta de renda primária foi de US$ 4,122 bilhões. Em junho de 2018, havia sido de US$ 2,543 bilhões.

Rocha avaliou que apesar do déficit em conta corrente maior registrado em junho e no acumulado do primeiro semestre de 2019, o resultado negativo "ainda é baixo". "O déficit em conta em junho ficou um pouco acima do previsto e também é maior que o ocorrido em junho do ano passado", pontuou Rocha. "Mas o déficit ainda é baixo, tanto no mês quanto no semestre."

Rocha informou que a projeção para o Investimento Direto no País (IDP) em julho é de US$ 6,5 bilhões. O cálculo foi feito com base no resultado parcial até 23 de julho, no qual o IDP soma US$ 5,365 bilhões. "O IDP em julho vai superar o resultado de julho de 2018, quando atingiu US$ 4,614 bilhões", comentou Rocha. Em junho deste ano, o IDP somou US$ 2,190 bilhões.

Rocha disse ainda que a projeção da instituição para a conta corrente do balanço de pagamentos em julho é de déficit de US$ 5,3 bilhões.



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Rocha: redução no superávit comercial explica alta de déficit em contas externas


25/07/2019 | 12:56


O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, afirmou nesta quinta-feira, 25, que a alta do déficit em conta corrente em junho deve-se em parte à redução do superávit comercial.

No mês passado, houve déficit em conta de US$ 2,914 bilhões. No mesmo mês do ano passado, havia ocorrido superávit de US$ 160 milhões. Na rubrica da balança comercial (exportações menos importações), houve superávit de US$ 4,297 bilhões em junho deste ano, ante resultado positivo maior, de US$ 5,506 bilhões, em junho do ano passado.

Além da balança comercial, Rocha citou que houve uma alta das despesas líquidas de renda primária, o que também justifica o déficit em conta em junho. No mês passado, o déficit na conta de renda primária foi de US$ 4,122 bilhões. Em junho de 2018, havia sido de US$ 2,543 bilhões.

Rocha avaliou que apesar do déficit em conta corrente maior registrado em junho e no acumulado do primeiro semestre de 2019, o resultado negativo "ainda é baixo". "O déficit em conta em junho ficou um pouco acima do previsto e também é maior que o ocorrido em junho do ano passado", pontuou Rocha. "Mas o déficit ainda é baixo, tanto no mês quanto no semestre."

Rocha informou que a projeção para o Investimento Direto no País (IDP) em julho é de US$ 6,5 bilhões. O cálculo foi feito com base no resultado parcial até 23 de julho, no qual o IDP soma US$ 5,365 bilhões. "O IDP em julho vai superar o resultado de julho de 2018, quando atingiu US$ 4,614 bilhões", comentou Rocha. Em junho deste ano, o IDP somou US$ 2,190 bilhões.

Rocha disse ainda que a projeção da instituição para a conta corrente do balanço de pagamentos em julho é de déficit de US$ 5,3 bilhões.

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