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Natação da Austrália brilha e crava dois recordes mundiais na Coreia do Sul



25/07/2019 | 10:36


O Mundial de Esportes Aquáticos contou com mais duas marcas históricas nesta quinta-feira, graças aos nadadores australianos. Ainda na semifinal, Matthew Wilson brilhou em Gwangju, na Coreia do Sul, ao igualar o recorde mundial dos 200 metros peito. Na sequência, o revezamento feminino da Austrália no 4x200 metros livre impôs nova marca na final.

Wilson completou os 200m peito em 2min06s67, mesmo tempo do recorde batido pelo japonês Ippei Watanabe em janeiro de 2017. A marca, contudo, tem grandes chances de ser derrubada de vez na final, na Coreia do Sul, nesta sexta. O australiano de apenas 20 anos já tem um ouro neste Mundial, no revezamento misto 4x100m medley.

Também pela manhã, o time australiano feminino venceu o 4x200m livre pela primeira vez, com o tempo de 7min41s50. Com o resultado, bateu o recorde mundial da prova, que pertencia às chinesas (7min42s08) desde 2009. Assim, desbancaram as americanas, que levaram a prata, com 7min41s87, novo recorde das Américas. As canadenses faturaram o bronze, com 7min44s35.

A equipe americana perdeu o ouro apesar do retorno de Katie Ledecky, maior referência atual da natação feminina do país. Segunda a cair na água no revezamento, ela não competia desde as eliminatórias de segunda-feira. No dia seguinte, desistiu da fase qualificatória dos 200m livre e da final dos 1.500m livre.

Ela se ausentou destas provas, em que era favorita, em razão de um mal-estar que teria começado ainda em Cingapura, na preparação do time norte-americano para o Mundial. Ledecky sofreu com desidratação e intoxicação e também estava com problemas para dormir. Ela ainda não decidiu se competirá nos 800m, na sexta-feira.

Com as marcas desta quinta, a competição na Coreia do Sul registrou seu quarto recorde mundial. Antes, o britânico Adam Peaty anotou nova marca nos 100m peito, também em uma semifinal. E o húngaro Kristof Milak superou o aposentado Michael Phelps na quarta para registrar o recorde dos 200 metros borboleta.

Ainda nesta quinta, na final dos 200 metros medley, o japonês Seto Daiya se destacou ao completar a distância em 1min56s14, garantindo a medalha de ouro. A prata foi para a suíço Jeremy Desplanches, com 1min56s56, e o bronze ficou com o norte-americano Chase Kalisz, com 1min56s78.

No feminino, a húngara Boglarka Kapas faturou o ouro nos 200 metros borboleta, com o tempo de 2min06s78. As norte-americanas Hali Flickinger e Katie Drabot completaram o pódio, com 2min06s95 e 2min07s04.

Nas semifinais dos 200 metros peito, a surpresa do dia foi a ausência da americana Lilly King. Favorita ao título mundial, ela foi desclassificada ao fim das eliminatórias e não pôde competir na semifinal. Sem a rival na briga, a russa Yuliya Efimova registrou a melhor marca desta fase, com 2min21s20.

Outro destaque feminino do dia foi a sueca Sarah Sjoestroem. Um dia após passar mal no Mundial, ela foi a mais veloz das semifinais dos 100m livre, com 52s43. Na quarta, ela foi atendida pelos médicos na beira da piscina após conquistar o bronze na final dos 200m livre. "Estou bem agora. E super feliz com o meu bronze", dissera a sueca, nas redes sociais, horas após o susto.



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Natação da Austrália brilha e crava dois recordes mundiais na Coreia do Sul


25/07/2019 | 10:36


O Mundial de Esportes Aquáticos contou com mais duas marcas históricas nesta quinta-feira, graças aos nadadores australianos. Ainda na semifinal, Matthew Wilson brilhou em Gwangju, na Coreia do Sul, ao igualar o recorde mundial dos 200 metros peito. Na sequência, o revezamento feminino da Austrália no 4x200 metros livre impôs nova marca na final.

Wilson completou os 200m peito em 2min06s67, mesmo tempo do recorde batido pelo japonês Ippei Watanabe em janeiro de 2017. A marca, contudo, tem grandes chances de ser derrubada de vez na final, na Coreia do Sul, nesta sexta. O australiano de apenas 20 anos já tem um ouro neste Mundial, no revezamento misto 4x100m medley.

Também pela manhã, o time australiano feminino venceu o 4x200m livre pela primeira vez, com o tempo de 7min41s50. Com o resultado, bateu o recorde mundial da prova, que pertencia às chinesas (7min42s08) desde 2009. Assim, desbancaram as americanas, que levaram a prata, com 7min41s87, novo recorde das Américas. As canadenses faturaram o bronze, com 7min44s35.

A equipe americana perdeu o ouro apesar do retorno de Katie Ledecky, maior referência atual da natação feminina do país. Segunda a cair na água no revezamento, ela não competia desde as eliminatórias de segunda-feira. No dia seguinte, desistiu da fase qualificatória dos 200m livre e da final dos 1.500m livre.

Ela se ausentou destas provas, em que era favorita, em razão de um mal-estar que teria começado ainda em Cingapura, na preparação do time norte-americano para o Mundial. Ledecky sofreu com desidratação e intoxicação e também estava com problemas para dormir. Ela ainda não decidiu se competirá nos 800m, na sexta-feira.

Com as marcas desta quinta, a competição na Coreia do Sul registrou seu quarto recorde mundial. Antes, o britânico Adam Peaty anotou nova marca nos 100m peito, também em uma semifinal. E o húngaro Kristof Milak superou o aposentado Michael Phelps na quarta para registrar o recorde dos 200 metros borboleta.

Ainda nesta quinta, na final dos 200 metros medley, o japonês Seto Daiya se destacou ao completar a distância em 1min56s14, garantindo a medalha de ouro. A prata foi para a suíço Jeremy Desplanches, com 1min56s56, e o bronze ficou com o norte-americano Chase Kalisz, com 1min56s78.

No feminino, a húngara Boglarka Kapas faturou o ouro nos 200 metros borboleta, com o tempo de 2min06s78. As norte-americanas Hali Flickinger e Katie Drabot completaram o pódio, com 2min06s95 e 2min07s04.

Nas semifinais dos 200 metros peito, a surpresa do dia foi a ausência da americana Lilly King. Favorita ao título mundial, ela foi desclassificada ao fim das eliminatórias e não pôde competir na semifinal. Sem a rival na briga, a russa Yuliya Efimova registrou a melhor marca desta fase, com 2min21s20.

Outro destaque feminino do dia foi a sueca Sarah Sjoestroem. Um dia após passar mal no Mundial, ela foi a mais veloz das semifinais dos 100m livre, com 52s43. Na quarta, ela foi atendida pelos médicos na beira da piscina após conquistar o bronze na final dos 200m livre. "Estou bem agora. E super feliz com o meu bronze", dissera a sueca, nas redes sociais, horas após o susto.

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