Fechar
Publicidade

Quarta-Feira, 23 de Outubro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

La Casa de Papel x Mundo Corporativo


Fernando Mantovani
diretor geral da Robert Half

23/07/2019 | 07:07


Na sexta-feira foi lançada a terceira temporada de La Casa de Papel. Venho acompanhando a série espanhola desde o início e estou ansioso por chegar ao desfecho da nova sequência de episódios. Confesso que fiquei muito impressionado com o perfil do Professor que, se não fosse por suas intenções ilícitas, seria um excelente líder no mundo corporativo. Compartilho com vocês cinco pontos de destaque que observei nele durante as duas primeiras temporadas. Já tenho algumas impressões sobre a terceira parte, mas não quero estragar a surpresa daqueles que ainda não a assistiram.

1. Engaja pessoas – Extremamente cauteloso, o Professor é também muito empático. Ele sabe se aproximar de todos os integrantes do time, coloca-se no lugar do outro, ouve com atenção e sinceridade e não desmerece a opinião de ninguém. Com essa postura, ele consegue extrair o melhor de cada um.

2. Aposta na diversidade – Ele se dedica ao processo de seleção e escolhe a dedo cada integrante do grupo, guiado pelas habilidades e capacidades de cada um. Dentro de uma empresa isso é importante para agregar mais conhecimento ao grupo. Por exemplo, enquanto uns têm mais facilidade com tecnologia, outros são melhores no contato com pessoas ou em processos criativos. E, todos juntos formam um time completo. É um erro formar um grupo com pessoas iguais.

3. Integra e treina – Lembra que o grupo passou cinco meses apenas entendendo o plano, treinando as ações e se adaptando uns aos outros? No mundo corporativo, é fundamental preparar a chegada do novo colaborador. Para isso, deve-se ter uma política de integração e treinamento, além de dedicar o tempo necessário para apresentar adequadamente o novo membro da equipe a toda organização e integrá-lo à cultura da empresa.

4. Planeja e sabe delegar – O Professor soube lidar com a maior parte dos contratempos – exceto quando se apaixonou pela policial – porque tinha um plano estruturado e não foi centralizador. Além disso, ele sabia fazer o que precisava que os outros fizessem, mas não tinha medo de empoderar e nem perdia tempo com microgerenciamento de pessoas e tarefas.

5. Tem estabilidade emocional – Mesmo quando tudo parece sair do controle, o Professor tem o cuidado de não transferir para o grupo suas reais emoções e correr o risco de desestabilizar o time. Ter um líder capaz de manter a estabilidade emocional, mesmo diante de contratempos, tende a gerar confiança e inspiração para que os colaboradores sigam em busca de resultados positivos. 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

La Casa de Papel x Mundo Corporativo

Fernando Mantovani
diretor geral da Robert Half

23/07/2019 | 07:07


Na sexta-feira foi lançada a terceira temporada de La Casa de Papel. Venho acompanhando a série espanhola desde o início e estou ansioso por chegar ao desfecho da nova sequência de episódios. Confesso que fiquei muito impressionado com o perfil do Professor que, se não fosse por suas intenções ilícitas, seria um excelente líder no mundo corporativo. Compartilho com vocês cinco pontos de destaque que observei nele durante as duas primeiras temporadas. Já tenho algumas impressões sobre a terceira parte, mas não quero estragar a surpresa daqueles que ainda não a assistiram.

1. Engaja pessoas – Extremamente cauteloso, o Professor é também muito empático. Ele sabe se aproximar de todos os integrantes do time, coloca-se no lugar do outro, ouve com atenção e sinceridade e não desmerece a opinião de ninguém. Com essa postura, ele consegue extrair o melhor de cada um.

2. Aposta na diversidade – Ele se dedica ao processo de seleção e escolhe a dedo cada integrante do grupo, guiado pelas habilidades e capacidades de cada um. Dentro de uma empresa isso é importante para agregar mais conhecimento ao grupo. Por exemplo, enquanto uns têm mais facilidade com tecnologia, outros são melhores no contato com pessoas ou em processos criativos. E, todos juntos formam um time completo. É um erro formar um grupo com pessoas iguais.

3. Integra e treina – Lembra que o grupo passou cinco meses apenas entendendo o plano, treinando as ações e se adaptando uns aos outros? No mundo corporativo, é fundamental preparar a chegada do novo colaborador. Para isso, deve-se ter uma política de integração e treinamento, além de dedicar o tempo necessário para apresentar adequadamente o novo membro da equipe a toda organização e integrá-lo à cultura da empresa.

4. Planeja e sabe delegar – O Professor soube lidar com a maior parte dos contratempos – exceto quando se apaixonou pela policial – porque tinha um plano estruturado e não foi centralizador. Além disso, ele sabia fazer o que precisava que os outros fizessem, mas não tinha medo de empoderar e nem perdia tempo com microgerenciamento de pessoas e tarefas.

5. Tem estabilidade emocional – Mesmo quando tudo parece sair do controle, o Professor tem o cuidado de não transferir para o grupo suas reais emoções e correr o risco de desestabilizar o time. Ter um líder capaz de manter a estabilidade emocional, mesmo diante de contratempos, tende a gerar confiança e inspiração para que os colaboradores sigam em busca de resultados positivos. 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;