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Japão: Coalizão governista conquista maioria na Câmara Alta do Parlamento



21/07/2019 | 15:07


A coalizão governista do primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, assegurou a maioria na câmara alta do Parlamento japonês nas eleições deste domingo, mas não alcançará a grande maioria necessária para propor revisões constitucionais, de acordo com a contagem de votos da televisão pública e outras mídias.

A rede pública de televisão NHK disse pouco depois da meia-noite (horário local) que o Partido Liberal Democrata de Abe e a sigla Komeito haviam conquistado 69 assentos na Câmara Alta do Parlamento. Se Abe obtiver apoio de membros de outros partidos conservadores e independentes, só conseguirá 76 assentos, menos do que os 85 que ele precisaria para mudar a Constituição, disse a NHK.

O bloco governista de Abe já tem uma maioria de dois terços na câmara baixa do Parlamento, mas sem esse controle da câmara alta, ele tem uma pequena chance de alcançar seu objetivo há muito acalentado de reforma constitucional. No entanto, Abe saudou os resultados, dizendo que ganhar uma maioria indica um mandato público para seu governo. "Acredito que o povo escolheu a estabilidade política, instando-nos a nos dedicar às nossas políticas e desenvolver a diplomacia para proteger os interesses nacionais do Japão", disse Abe em entrevista à NHK.

Abe esperava ganhar assentos suficientes para aumentar suas chances de rever a constituição pacifista do Japão - seu objetivo antes de seu mandato terminar em 2021. Mas é um desafio porque os eleitores estão mais preocupados com seus empregos, economia e seguridade social. Abe, que quer reforçar a capacidade de defesa do Japão, agora está propondo a adição da Força de Autodefesa, ou as Forças Armadas do Japão, ao Artigo 9 da Constituição, que renuncia à guerra. Ele disse que não está considerando concorrer a outro mandato.

Abe disse ainda que resolver a questão de décadas de cidadãos japoneses sequestrados pela Coreia do Norte e assinar um tratado de paz com a Rússia seriam suas prioridades diplomáticas durante o restante de seu mandato. Fonte: Associated Press.



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Japão: Coalizão governista conquista maioria na Câmara Alta do Parlamento


21/07/2019 | 15:07


A coalizão governista do primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, assegurou a maioria na câmara alta do Parlamento japonês nas eleições deste domingo, mas não alcançará a grande maioria necessária para propor revisões constitucionais, de acordo com a contagem de votos da televisão pública e outras mídias.

A rede pública de televisão NHK disse pouco depois da meia-noite (horário local) que o Partido Liberal Democrata de Abe e a sigla Komeito haviam conquistado 69 assentos na Câmara Alta do Parlamento. Se Abe obtiver apoio de membros de outros partidos conservadores e independentes, só conseguirá 76 assentos, menos do que os 85 que ele precisaria para mudar a Constituição, disse a NHK.

O bloco governista de Abe já tem uma maioria de dois terços na câmara baixa do Parlamento, mas sem esse controle da câmara alta, ele tem uma pequena chance de alcançar seu objetivo há muito acalentado de reforma constitucional. No entanto, Abe saudou os resultados, dizendo que ganhar uma maioria indica um mandato público para seu governo. "Acredito que o povo escolheu a estabilidade política, instando-nos a nos dedicar às nossas políticas e desenvolver a diplomacia para proteger os interesses nacionais do Japão", disse Abe em entrevista à NHK.

Abe esperava ganhar assentos suficientes para aumentar suas chances de rever a constituição pacifista do Japão - seu objetivo antes de seu mandato terminar em 2021. Mas é um desafio porque os eleitores estão mais preocupados com seus empregos, economia e seguridade social. Abe, que quer reforçar a capacidade de defesa do Japão, agora está propondo a adição da Força de Autodefesa, ou as Forças Armadas do Japão, ao Artigo 9 da Constituição, que renuncia à guerra. Ele disse que não está considerando concorrer a outro mandato.

Abe disse ainda que resolver a questão de décadas de cidadãos japoneses sequestrados pela Coreia do Norte e assinar um tratado de paz com a Rússia seriam suas prioridades diplomáticas durante o restante de seu mandato. Fonte: Associated Press.

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