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Todo o apoio ao empreendedorismo


Do Diário do Grande ABC

21/07/2019 | 12:32


O empreendedorismo é meio rápido e eficiente de gerar milhares de empregos no País. Estimular a economia criativa e facilitar o surgimento de novos negócios devem ser diretrizes de gestão pública e compromisso dos governantes para gerar mais postos de trabalho, renda e prosperidade socioeconômica.

Como gestor público, tenho a obrigação de defender o empreendedorismo. O poder público deve ser facilitador e promotor da atividade. É com este objetivo que o governo de São Paulo lançou o programa Empreenda Rápido.

A meta é desburocratizar ao máximo a abertura de empresas, além de oferecer linhas de crédito e conhecimento técnico a quem pretende abrir ou ampliar o seu negócio. Os processos para abrir, fechar ou regularizar micros e pequenos negócios serão agilizados e concluídos em 48 horas.

Nossa gestão vai facilitar financiamentos por meio do Banco do Povo e da Desenvolve SP, com linhas de microcrédito de até R$ 50 mil e taxas de juros a partir de 0,35% ao mês. O dinheiro poderá ser utilizado em capital de giro ou como investimento em matérias-primas e equipamentos. A meta é conceder R$ 1 bilhão e atender 175 mil empreendedores em quatro anos.

Em parceria com o Sebrae-SP, vamos capacitar empreendedores com conhecimento teórico e cursos de gestão administrativa. Outra meta prioritária é ampliar a capacitação de mão-de-obra qualificada para os desafios de mercado. Para tanto, contamos com a excelência do Centro Paula Souza para coordenar os programas Via Rápida, SP Criativo e Novotec em todas as regiões do Estado. Vamos qualificar 1 milhão de pessoas em gestão empreendedora por ano e formar outras 250 mil em cursos técnicos de gestão.

A vocação dos brasileiros para empreender é respaldada pelos dados oficiais. Segundo estudo recente do Sebrae, 99% de 6,4 milhões de estabelecimentos do País são MPEs (Micro ou Pequenas Empresas). Elas respondem por 16,1 milhões de vagas formais, o que equivale a 52% de todos dos empregos com carteira assinada no setor privado.

Em São Paulo, não é diferente. De todas as empresas paulistas, 98% são MPEs. Temos 3,8 milhões de micro e pequenos negócios, o equivalente a 30% de todas as empresas brasileiras com este perfil. Elas geram 50% dos empregos formais em 645 municípios e respondem por 39% de toda a folha de salários pagos no Estado. Existe potencial para números ainda mais expressivos, desde que os governos e a burocracia estatal não atrapalhem os brasileiros que desejam ter o próprio negócio.

Empreender é ter coragem, ousadia e criatividade. O governo de São Paulo se compromete a criar um ambiente de negócios competitivo, transparente, desburocratizado e cada vez mais digital e tecnológico. São Paulo tem pressa. E o Brasil também.

João Doria é governador de São Paulo.

O perigo bate à porta

Pois é, não é só na economia que o Brasil anda de marcha à ré. Como em tantas outras doenças, o sarampo, que era considerado extinto no Brasil, está de volta para preocupação dos médicos. A doença voltou pelo Norte. A porta de entrada foram os Estados de Amazonas e Roraima, que registraram os primeiros surtos da doença no ano passado. Por causa desses casos, o Brasil perdeu o certificado de eliminação da doença contagiosa pela Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) após registrar mais de 10 mil casos em 2018. Até agora São Paulo já registrou, nos primeiros seis meses de 2019, 384 casos. O aumento pode ser consequência da baixa adesão às campanhas de vacinação. A Secretaria de Saúde estendeu, na última semana, a vacinação para mais cinco cidades: Osasco, Guarulhos e, no Grande ABC, Santo André, São Bernardo e São Caetano. A ideia da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo é conter o avanço do sarampo, mas para que isso aconteça é necessário ter uma divulgação mais ampla por parte do poder público. Não é para brincadeira, o sarampo mata. Estamos no inverno, época mais propícia do ano para se contaminar com doenças infecciosas. Seja consciente, vacine-se já.


Turíbio Liberatto

São Caetano

Espaço democrático

Enalteço este prestigioso periódico pelo fato de a coluna Palavra do Leitor ser democrática. Como diz meu amigo e parceiro de ofício, o professor doutor Renato Alencar Dotta, “a razão está de férias”. Saudações aturdidas.

João Paulo de Oliveira

Diadema

Mauá

Quero aproveitar este espaço democrático para, respeitosamente, discordar da minha conterrânea Rosangela Caris, que elogiou a administração da prefeita Alaíde Damo em Mauá (Alaíde Damo, ontem). Evidentemente que a prefeita herdou uma situação financeira caótica, agravada pela crise política instalada desde a prisão de Atila Jacomussi. Mas o que temos visto é o mais do mesmo. Seguem episódios de toma lá, dá cá no governo, nepotismo. Ela colocou até mesmo seu motorista para ser secretário de Saúde! Torço que a prefeita termine o mandato porque Mauá não suporta mais outra troca de governo. Mas torço também para que o mauaense escolha um prefeito capaz de tirar a cidade do atoleiro.

Robson Cavalcante Zago

Mauá

Qual é a dúvida?

Sabendo o que se sabe hoje sobre os crimes de corrupção que abalaram o País, e tudo que já foi apurado, é inaceitável que alguém saia as ruas carregando cartazes com os dizeres “Lula Livre”. É o mesmo que negar tudo que é lícito e se posicionar abertamente contrário ao estrito cumprimento das leis. Pura e simples!

Gildete do Nascimento

Capital

Reforma abrangente

A principal importância da reforma da Previdência será para os Estados e os municípios, senão o governo federal não terá sossego. Com maior assiduidade eles precisarão de auxílio. O objetivo é ter autonomia e andar com suas próprias pernas. Também o governo federal, com excesso de gordura, requer equilíbrio para sanar o caos em suas obrigações básicas (saúde, educação, segurança, segurança, transportes e infraestrutura), reduzir a dívida pública federal (cerca de R$ 4 trilhões, 60% do PIB) e investir. Reforma sem Estados e municípios, é melhor não fazer.

Humberto Schuwartz Soares

Vila Velha (ES)

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.



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Todo o apoio ao empreendedorismo

Do Diário do Grande ABC

21/07/2019 | 12:32


O empreendedorismo é meio rápido e eficiente de gerar milhares de empregos no País. Estimular a economia criativa e facilitar o surgimento de novos negócios devem ser diretrizes de gestão pública e compromisso dos governantes para gerar mais postos de trabalho, renda e prosperidade socioeconômica.

Como gestor público, tenho a obrigação de defender o empreendedorismo. O poder público deve ser facilitador e promotor da atividade. É com este objetivo que o governo de São Paulo lançou o programa Empreenda Rápido.

A meta é desburocratizar ao máximo a abertura de empresas, além de oferecer linhas de crédito e conhecimento técnico a quem pretende abrir ou ampliar o seu negócio. Os processos para abrir, fechar ou regularizar micros e pequenos negócios serão agilizados e concluídos em 48 horas.

Nossa gestão vai facilitar financiamentos por meio do Banco do Povo e da Desenvolve SP, com linhas de microcrédito de até R$ 50 mil e taxas de juros a partir de 0,35% ao mês. O dinheiro poderá ser utilizado em capital de giro ou como investimento em matérias-primas e equipamentos. A meta é conceder R$ 1 bilhão e atender 175 mil empreendedores em quatro anos.

Em parceria com o Sebrae-SP, vamos capacitar empreendedores com conhecimento teórico e cursos de gestão administrativa. Outra meta prioritária é ampliar a capacitação de mão-de-obra qualificada para os desafios de mercado. Para tanto, contamos com a excelência do Centro Paula Souza para coordenar os programas Via Rápida, SP Criativo e Novotec em todas as regiões do Estado. Vamos qualificar 1 milhão de pessoas em gestão empreendedora por ano e formar outras 250 mil em cursos técnicos de gestão.

A vocação dos brasileiros para empreender é respaldada pelos dados oficiais. Segundo estudo recente do Sebrae, 99% de 6,4 milhões de estabelecimentos do País são MPEs (Micro ou Pequenas Empresas). Elas respondem por 16,1 milhões de vagas formais, o que equivale a 52% de todos dos empregos com carteira assinada no setor privado.

Em São Paulo, não é diferente. De todas as empresas paulistas, 98% são MPEs. Temos 3,8 milhões de micro e pequenos negócios, o equivalente a 30% de todas as empresas brasileiras com este perfil. Elas geram 50% dos empregos formais em 645 municípios e respondem por 39% de toda a folha de salários pagos no Estado. Existe potencial para números ainda mais expressivos, desde que os governos e a burocracia estatal não atrapalhem os brasileiros que desejam ter o próprio negócio.

Empreender é ter coragem, ousadia e criatividade. O governo de São Paulo se compromete a criar um ambiente de negócios competitivo, transparente, desburocratizado e cada vez mais digital e tecnológico. São Paulo tem pressa. E o Brasil também.

João Doria é governador de São Paulo.

O perigo bate à porta

Pois é, não é só na economia que o Brasil anda de marcha à ré. Como em tantas outras doenças, o sarampo, que era considerado extinto no Brasil, está de volta para preocupação dos médicos. A doença voltou pelo Norte. A porta de entrada foram os Estados de Amazonas e Roraima, que registraram os primeiros surtos da doença no ano passado. Por causa desses casos, o Brasil perdeu o certificado de eliminação da doença contagiosa pela Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) após registrar mais de 10 mil casos em 2018. Até agora São Paulo já registrou, nos primeiros seis meses de 2019, 384 casos. O aumento pode ser consequência da baixa adesão às campanhas de vacinação. A Secretaria de Saúde estendeu, na última semana, a vacinação para mais cinco cidades: Osasco, Guarulhos e, no Grande ABC, Santo André, São Bernardo e São Caetano. A ideia da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo é conter o avanço do sarampo, mas para que isso aconteça é necessário ter uma divulgação mais ampla por parte do poder público. Não é para brincadeira, o sarampo mata. Estamos no inverno, época mais propícia do ano para se contaminar com doenças infecciosas. Seja consciente, vacine-se já.


Turíbio Liberatto

São Caetano

Espaço democrático

Enalteço este prestigioso periódico pelo fato de a coluna Palavra do Leitor ser democrática. Como diz meu amigo e parceiro de ofício, o professor doutor Renato Alencar Dotta, “a razão está de férias”. Saudações aturdidas.

João Paulo de Oliveira

Diadema

Mauá

Quero aproveitar este espaço democrático para, respeitosamente, discordar da minha conterrânea Rosangela Caris, que elogiou a administração da prefeita Alaíde Damo em Mauá (Alaíde Damo, ontem). Evidentemente que a prefeita herdou uma situação financeira caótica, agravada pela crise política instalada desde a prisão de Atila Jacomussi. Mas o que temos visto é o mais do mesmo. Seguem episódios de toma lá, dá cá no governo, nepotismo. Ela colocou até mesmo seu motorista para ser secretário de Saúde! Torço que a prefeita termine o mandato porque Mauá não suporta mais outra troca de governo. Mas torço também para que o mauaense escolha um prefeito capaz de tirar a cidade do atoleiro.

Robson Cavalcante Zago

Mauá

Qual é a dúvida?

Sabendo o que se sabe hoje sobre os crimes de corrupção que abalaram o País, e tudo que já foi apurado, é inaceitável que alguém saia as ruas carregando cartazes com os dizeres “Lula Livre”. É o mesmo que negar tudo que é lícito e se posicionar abertamente contrário ao estrito cumprimento das leis. Pura e simples!

Gildete do Nascimento

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Reforma abrangente

A principal importância da reforma da Previdência será para os Estados e os municípios, senão o governo federal não terá sossego. Com maior assiduidade eles precisarão de auxílio. O objetivo é ter autonomia e andar com suas próprias pernas. Também o governo federal, com excesso de gordura, requer equilíbrio para sanar o caos em suas obrigações básicas (saúde, educação, segurança, segurança, transportes e infraestrutura), reduzir a dívida pública federal (cerca de R$ 4 trilhões, 60% do PIB) e investir. Reforma sem Estados e municípios, é melhor não fazer.

Humberto Schuwartz Soares

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