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Polícia Civil investiga ex-aliados de Major Costa e Silva

Nove meses após ataque, autoridades também não descartam possibilidade de crime comum


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

21/07/2019 | 07:00


 Passados nove meses do atentado ao então candidato ao governo do Estado Major Costa e Silva (DC), a Polícia Civil trabalha com a possibilidade de participação de duas pessoas que eram próximas ao militar. O ataque ocorreu em Ribeirão Pires, no dia 3 de outubro do ano passado.

Segundo o delegado Marcos Duarte, que coordena as apurações sobre o caso na delegacia da cidade, ao menos dois suspeitos estão sendo investigados e são tratados como “ex-aliados” de Major Costa e Silva.

“Apesar de não descartamos a possibilidade de crime comum, no momento estamos trabalhando com a opção de que os criminosos conheciam o major. Não podemos passar a identificação desses suspeitos para não atrapalhar as investigações”, afirmou o delegado. 

Um dos primeiros passos da polícia é pedir a quebrar o sigilo telefônico dos suspeitos e ver se houve ligações entre os investigados próximo ao local do crime.

“Vamos pedir também a lista de chamadas do próprio major para saber se houve ligação desses números para a própria vítima”, declarou o delgado.

Na noite do dia 3 de outubro, quatro homens em duas motocicletas cercaram o carro do candidato e efetuaram vários disparos, segundo testemunhas. Acompanhado de seu motorista, que é capitão do Exército, Hamilton da Silva Munhoz, Major Costa e Silva revidou e espantou os criminosos. Durante a troca de tiros, Munhoz teve o colete à prova de balas atingido, mas teve ferimentos leves. Major perdeu o controle de seu veículo, bateu e capotou, indo parar dentro de um pequeno rio.

O delegado Marcos Duarte afastou a possibilidade de realizar reconstituição do crime já que, no mesmo dia do atentado, a perícia esteve no local.

Dias após o atentado, o militar revelou que havia recebido algumas ameaças pelo telefone e pela internet, mas que não as encarava com seriedade. Na ocasião, não pediu investigação por parte da polícia.

Costa e Silva terminou a eleição na quinta colocação, com 747 mil votos. O DC foi procurado, mas não retornou aos contatos da equipe do Diário.



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Polícia Civil investiga ex-aliados de Major Costa e Silva

Nove meses após ataque, autoridades também não descartam possibilidade de crime comum

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

21/07/2019 | 07:00


 Passados nove meses do atentado ao então candidato ao governo do Estado Major Costa e Silva (DC), a Polícia Civil trabalha com a possibilidade de participação de duas pessoas que eram próximas ao militar. O ataque ocorreu em Ribeirão Pires, no dia 3 de outubro do ano passado.

Segundo o delegado Marcos Duarte, que coordena as apurações sobre o caso na delegacia da cidade, ao menos dois suspeitos estão sendo investigados e são tratados como “ex-aliados” de Major Costa e Silva.

“Apesar de não descartamos a possibilidade de crime comum, no momento estamos trabalhando com a opção de que os criminosos conheciam o major. Não podemos passar a identificação desses suspeitos para não atrapalhar as investigações”, afirmou o delegado. 

Um dos primeiros passos da polícia é pedir a quebrar o sigilo telefônico dos suspeitos e ver se houve ligações entre os investigados próximo ao local do crime.

“Vamos pedir também a lista de chamadas do próprio major para saber se houve ligação desses números para a própria vítima”, declarou o delgado.

Na noite do dia 3 de outubro, quatro homens em duas motocicletas cercaram o carro do candidato e efetuaram vários disparos, segundo testemunhas. Acompanhado de seu motorista, que é capitão do Exército, Hamilton da Silva Munhoz, Major Costa e Silva revidou e espantou os criminosos. Durante a troca de tiros, Munhoz teve o colete à prova de balas atingido, mas teve ferimentos leves. Major perdeu o controle de seu veículo, bateu e capotou, indo parar dentro de um pequeno rio.

O delegado Marcos Duarte afastou a possibilidade de realizar reconstituição do crime já que, no mesmo dia do atentado, a perícia esteve no local.

Dias após o atentado, o militar revelou que havia recebido algumas ameaças pelo telefone e pela internet, mas que não as encarava com seriedade. Na ocasião, não pediu investigação por parte da polícia.

Costa e Silva terminou a eleição na quinta colocação, com 747 mil votos. O DC foi procurado, mas não retornou aos contatos da equipe do Diário.

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