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Ana Patrícia e Rebecca vencem Ágatha e Duda e faturam bronze no vôlei de praia



20/07/2019 | 17:09


A dupla formada por Ana Patrícia e Rebecca venceu o confronto brasileiro que travou com a parceria de Ágatha e Duda, por 2 sets a 1, com parciais de 21/18, 18/21 e 15/12, neste sábado, em Portugal, e faturou a medalha de bronze na etapa de Espinho do Circuito Mundial de Vôlei de Praia.

O pódio obtido na competição de nível quatro estrelas na elite da modalidade rendeu 640 pontos para Ana e Rebecca no ranking da corrida olímpica brasileira, no qual elas são líderes isoladas, com 4.900 pontos, nesta luta para ir aos Jogos de Tóquio-2020. O terceiro lugar ainda garantiu para a dupla uma premiação de cerca de R$ 37 mil.

A parceria também está com 640 pontos no ranking do Circuito Mundial de 2019, no qual atualmente aparecem na vice-liderança. E, após o triunfo deste sábado, Rebecca exaltou a dificuldade que é enfrentar as compatriotas Ágatha e Duda, assim como outras duplas nacionais.

"Confrontos contra times do Brasil são sempre muito difíceis, enfrentamos três vezes Ágatha e Duda nesta temporada, isso contando apenas o Circuito Mundial, sem contar os jogos pelo Circuito Brasileiro. Nos conhecemos demais. Além disso, existe a pressão externa da busca pela classificação olímpica, algo que tentamos não tomar como nossa responsabilidade. Acredito que conseguimos nos comunicar bem em momentos difíceis do jogo, e isso talvez tenha feito a diferença", comemorou Rebecca.

"Ana Patrícia conseguiu me ajudar muito, foi a parceira incrível que sempre é, pois eu estava bastante cansada no tie-break. Estamos em uma sequência de três torneios consecutivos, sem paradas, e normalmente os saques (feitos pelas adversárias) são em mim, pelo fato de ela ser uma atleta muito alta e potente (no ataque). Realmente a parceria dela fez toda a diferença para vencermos", completou.

Antes de faturar o bronze, Ana e Rebecca foram derrotadas nas semifinais da etapa de Espinho, também disputada neste sábado, pelas norte-americanas Kelly Claes e Sarah Sponcil por 2 sets a 0, com parciais de 21/12 e 26/24. Foi o único revés sofrido pela dupla na competição, na qual acumularam cinco vitórias. E elas subiram ao pódio pela sexta vez em uma etapa desta temporada - já haviam conquistado medalhas de ouro em Haia (Holanda) e Xiamen (China), uma prata em Ostrava (República Tcheca) e dois bronzes, em Jinjiang (China) e Gstaad (Suíça).

Já Ágatha e Duda ficaram sem medalhas em Espinho, mas abriram distância para as demais duplas brasileiras na segunda posição da corrida olímpica brasileira. O quarto lugar em Portugal rendeu 560 pontos para a parceria, que agora soma 4.390, mais de mil pontos acima de Carol Solberg/Maria Elisa, dupla que contabiliza 3.370 e está hoje em terceiro lugar nesta luta por vaga na Olimpíada. E Ágatha e Duda também ostentam 560 pontos no ranking do Circuito Mundial e receberam um prêmio de cerca de R$ 30 mil pelo quarto lugar em Portugal.

Apenas duas duplas de cada naipe (masculino e feminino) representarão o Brasil nos Jogos de Tóquio. E há quatro maneiras de assegurar vaga na Olimpíada: ganhando o título do Mundial de 2019; sendo finalista do classificatório olímpico, que será na China, também neste ano; estando entre as 15 melhores duplas do ranking olímpico internacional; ou vencendo uma das edições da Continental Cup (América do Norte, América do Sul, África, Ásia e Europa).



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Ana Patrícia e Rebecca vencem Ágatha e Duda e faturam bronze no vôlei de praia


20/07/2019 | 17:09


A dupla formada por Ana Patrícia e Rebecca venceu o confronto brasileiro que travou com a parceria de Ágatha e Duda, por 2 sets a 1, com parciais de 21/18, 18/21 e 15/12, neste sábado, em Portugal, e faturou a medalha de bronze na etapa de Espinho do Circuito Mundial de Vôlei de Praia.

O pódio obtido na competição de nível quatro estrelas na elite da modalidade rendeu 640 pontos para Ana e Rebecca no ranking da corrida olímpica brasileira, no qual elas são líderes isoladas, com 4.900 pontos, nesta luta para ir aos Jogos de Tóquio-2020. O terceiro lugar ainda garantiu para a dupla uma premiação de cerca de R$ 37 mil.

A parceria também está com 640 pontos no ranking do Circuito Mundial de 2019, no qual atualmente aparecem na vice-liderança. E, após o triunfo deste sábado, Rebecca exaltou a dificuldade que é enfrentar as compatriotas Ágatha e Duda, assim como outras duplas nacionais.

"Confrontos contra times do Brasil são sempre muito difíceis, enfrentamos três vezes Ágatha e Duda nesta temporada, isso contando apenas o Circuito Mundial, sem contar os jogos pelo Circuito Brasileiro. Nos conhecemos demais. Além disso, existe a pressão externa da busca pela classificação olímpica, algo que tentamos não tomar como nossa responsabilidade. Acredito que conseguimos nos comunicar bem em momentos difíceis do jogo, e isso talvez tenha feito a diferença", comemorou Rebecca.

"Ana Patrícia conseguiu me ajudar muito, foi a parceira incrível que sempre é, pois eu estava bastante cansada no tie-break. Estamos em uma sequência de três torneios consecutivos, sem paradas, e normalmente os saques (feitos pelas adversárias) são em mim, pelo fato de ela ser uma atleta muito alta e potente (no ataque). Realmente a parceria dela fez toda a diferença para vencermos", completou.

Antes de faturar o bronze, Ana e Rebecca foram derrotadas nas semifinais da etapa de Espinho, também disputada neste sábado, pelas norte-americanas Kelly Claes e Sarah Sponcil por 2 sets a 0, com parciais de 21/12 e 26/24. Foi o único revés sofrido pela dupla na competição, na qual acumularam cinco vitórias. E elas subiram ao pódio pela sexta vez em uma etapa desta temporada - já haviam conquistado medalhas de ouro em Haia (Holanda) e Xiamen (China), uma prata em Ostrava (República Tcheca) e dois bronzes, em Jinjiang (China) e Gstaad (Suíça).

Já Ágatha e Duda ficaram sem medalhas em Espinho, mas abriram distância para as demais duplas brasileiras na segunda posição da corrida olímpica brasileira. O quarto lugar em Portugal rendeu 560 pontos para a parceria, que agora soma 4.390, mais de mil pontos acima de Carol Solberg/Maria Elisa, dupla que contabiliza 3.370 e está hoje em terceiro lugar nesta luta por vaga na Olimpíada. E Ágatha e Duda também ostentam 560 pontos no ranking do Circuito Mundial e receberam um prêmio de cerca de R$ 30 mil pelo quarto lugar em Portugal.

Apenas duas duplas de cada naipe (masculino e feminino) representarão o Brasil nos Jogos de Tóquio. E há quatro maneiras de assegurar vaga na Olimpíada: ganhando o título do Mundial de 2019; sendo finalista do classificatório olímpico, que será na China, também neste ano; estando entre as 15 melhores duplas do ranking olímpico internacional; ou vencendo uma das edições da Continental Cup (América do Norte, América do Sul, África, Ásia e Europa).

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