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Em meio a turbulência, Netanyahu se torna premiê mais longevo de Israel



20/07/2019 | 12:53


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, se tornou neste sábado o premiê mais longevo do país com o seu legado sob escrutínio e o seu futuro político na berlinda com uma dura eleição pela frente.

O seu dia de número 4.876 no auge da fragmentada paisagem política de Israel - um período interrompido por uma década fora do cargo - supera o mandato do primeiro chefe de governo do país, David Ben-Gurion.

Netanyahu tomou posse pela primeira vez em 1996 como o premiê mais jovem de Israel, aos 46, mas perdeu sua tentativa de reeleição três anos depois. Ele retornou em 2009 e venceu as duas disputas seguintes, exibindo seu histórico em política externa, segurança e na economia.

"Provamos que é possível transformar Israel de um pequeno país no canto do Oriente Médio em um poder central no mundo", disse Netanyahu publicada na quinta-feira no jornal pró-governo Israel Hayom.

Mas o primeiro-ministro de 69 anos encara um desafio a estender o seu histórico na eleição de setembro, após fracassar por uma margem pequena na tentativa de formar um governo de maioria em maio.

Os oponentes de Netanyahu dizem que o político secular é obrigado à direita religiosa por apoio eleitoral, deixando à flor da pele tensões que pulsaram pela sociedade israelense desde a fundação do país em 1948.

Críticos também buscaram retratá-lo como um líder corrompido pelo longo tempo no cargo. O procurador-geral do país recomendou que ele fosse denunciado por suborno, fraude e quebra de confiança, e espera-se que defenda essa acusação em uma audiência antes que uma denúncia formal seja apresentada.

"Ninguém pode negar que ele fez algumas coisas boas (...), mas os freios e contrapesos entre necessidades nacionais e necessidades pessoais de um primeiro-ministro foram violadas de uma forma muito dura", disse Yoaz Hendel, que anteriormente serviu como diretor de comunicação de Netanyahu e agora está concorrendo contra ele na eleição pelo rival Partido Azul e Branco.

Netanyahu negou qualquer malfeito e descreve as investigações como uma caça às bruxas.



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Em meio a turbulência, Netanyahu se torna premiê mais longevo de Israel


20/07/2019 | 12:53


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, se tornou neste sábado o premiê mais longevo do país com o seu legado sob escrutínio e o seu futuro político na berlinda com uma dura eleição pela frente.

O seu dia de número 4.876 no auge da fragmentada paisagem política de Israel - um período interrompido por uma década fora do cargo - supera o mandato do primeiro chefe de governo do país, David Ben-Gurion.

Netanyahu tomou posse pela primeira vez em 1996 como o premiê mais jovem de Israel, aos 46, mas perdeu sua tentativa de reeleição três anos depois. Ele retornou em 2009 e venceu as duas disputas seguintes, exibindo seu histórico em política externa, segurança e na economia.

"Provamos que é possível transformar Israel de um pequeno país no canto do Oriente Médio em um poder central no mundo", disse Netanyahu publicada na quinta-feira no jornal pró-governo Israel Hayom.

Mas o primeiro-ministro de 69 anos encara um desafio a estender o seu histórico na eleição de setembro, após fracassar por uma margem pequena na tentativa de formar um governo de maioria em maio.

Os oponentes de Netanyahu dizem que o político secular é obrigado à direita religiosa por apoio eleitoral, deixando à flor da pele tensões que pulsaram pela sociedade israelense desde a fundação do país em 1948.

Críticos também buscaram retratá-lo como um líder corrompido pelo longo tempo no cargo. O procurador-geral do país recomendou que ele fosse denunciado por suborno, fraude e quebra de confiança, e espera-se que defenda essa acusação em uma audiência antes que uma denúncia formal seja apresentada.

"Ninguém pode negar que ele fez algumas coisas boas (...), mas os freios e contrapesos entre necessidades nacionais e necessidades pessoais de um primeiro-ministro foram violadas de uma forma muito dura", disse Yoaz Hendel, que anteriormente serviu como diretor de comunicação de Netanyahu e agora está concorrendo contra ele na eleição pelo rival Partido Azul e Branco.

Netanyahu negou qualquer malfeito e descreve as investigações como uma caça às bruxas.

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