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Exterior moderado e noticiário fraco no Brasil levam a ajuste do Ibovespa



19/07/2019 | 11:03


O Ibovespa cai nesta manhã de sexta-feira, 19, mas ainda mantém os 104 mil pontos do fechamento da véspera (104.716,59 pontos), quando subiu 0,83%. A avaliação é de que o índice passa por um ajuste após os recentes ganhos. Em julho, acumula valorização de 3,00%. Com o recesso parlamentar e a ausência de notícias domésticas, o investidor acompanha o debate sobre o ritmo de corte na taxa de juros nos Estados Unidos. Às 10h52, o Ibovespa caia 0,55%, aos 104.144,50 pontos, na mínima.

As bolsas da Europa e as de Nova York sobem, mas de forma moderada, com investidores avaliando a informação do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) de que o discurso de quinta-feira de John Williams, presidente da unidade distrital de Nova York, foi acadêmico. Num primeiro momento, as palavras ditas por Williams indicaram queda de 0,50 ponto porcentual do juro norte-americano. Depois, no entanto, houve a correção mas as bolsas continuaram subindo, porém com menos intensidade.

Neste ambiente e diante do noticiário fraco no Brasil, o Ibovespa passa por uma correção. Conforme Luiz Roberto Monteiro, operador da mesa institucional da Renascença DTVM, as ações do setor de consumo podem diminuir o ímpeto de alta, vistos na quarta e quinta, em reação à medida de liberação de saques das contas do FGTS. "Essas ações perdem força, à medida que o anúncio ficou para semana que vem", diz.

Depois de afirmar que anunciaria os detalhes da medida na quinta, o governo voltou atrás e disse que as informações serão feitas no próximo dia 24.

No entanto, a valorização das commodities no exterior limita as quedas do Ibovespa. Além disso, os investidores avaliam os detalhes da economia com a reforma previdenciária, apresentados na quinta, pelo Secretário Especial de Previdência, Rogério Marinho, estimada em R$ 914,3 bilhões apenas em cortes de despesas.



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Exterior moderado e noticiário fraco no Brasil levam a ajuste do Ibovespa


19/07/2019 | 11:03


O Ibovespa cai nesta manhã de sexta-feira, 19, mas ainda mantém os 104 mil pontos do fechamento da véspera (104.716,59 pontos), quando subiu 0,83%. A avaliação é de que o índice passa por um ajuste após os recentes ganhos. Em julho, acumula valorização de 3,00%. Com o recesso parlamentar e a ausência de notícias domésticas, o investidor acompanha o debate sobre o ritmo de corte na taxa de juros nos Estados Unidos. Às 10h52, o Ibovespa caia 0,55%, aos 104.144,50 pontos, na mínima.

As bolsas da Europa e as de Nova York sobem, mas de forma moderada, com investidores avaliando a informação do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) de que o discurso de quinta-feira de John Williams, presidente da unidade distrital de Nova York, foi acadêmico. Num primeiro momento, as palavras ditas por Williams indicaram queda de 0,50 ponto porcentual do juro norte-americano. Depois, no entanto, houve a correção mas as bolsas continuaram subindo, porém com menos intensidade.

Neste ambiente e diante do noticiário fraco no Brasil, o Ibovespa passa por uma correção. Conforme Luiz Roberto Monteiro, operador da mesa institucional da Renascença DTVM, as ações do setor de consumo podem diminuir o ímpeto de alta, vistos na quarta e quinta, em reação à medida de liberação de saques das contas do FGTS. "Essas ações perdem força, à medida que o anúncio ficou para semana que vem", diz.

Depois de afirmar que anunciaria os detalhes da medida na quinta, o governo voltou atrás e disse que as informações serão feitas no próximo dia 24.

No entanto, a valorização das commodities no exterior limita as quedas do Ibovespa. Além disso, os investidores avaliam os detalhes da economia com a reforma previdenciária, apresentados na quinta, pelo Secretário Especial de Previdência, Rogério Marinho, estimada em R$ 914,3 bilhões apenas em cortes de despesas.

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