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Veículo coringa, Sprinter ganha novos adeptos e impulsiona aumento de suas vendas


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

19/07/2019 | 07:00


Você, caro leitor, que chegou até aqui neste caderno Caminhões vai se perguntar ou me questionar da presença de van, furgão e chassi com cabina entre o material. E o argumento vai nas palavras do diretor de Vendas e Marketing de Vans da Mercedes-Benz do Brasil, Jefferson Ferrarez, ao falar sobre o desempenho das vendas da linha Sprinter.

“Observamos a migração de caminhões leves para furgões e chassis, principalmente em grandes centros, porque se trata de um veículo coringa, que exige apenas carteira (de habilitação) B (modelo Street, que representa entre 15% e 20% do total de vendas da marca), é mais fácil de dirigir e mais econômico. A tendência é que também cada vez mais minibus (micro-ônibus) migrem para vans”, declarou Ferrarez.

Segundo dados apresentados pela montadora alemã, houve crescimento de 66% nas vendas da Linha Sprinter no primeiro semestre de 2019, no segmento de comerciais leves (3,5 a 5 toneladas) – o qual lidera desde 2017: foram 5.419 unidades vendidas entre as 60 versões presentes no portifólio no acumulado de janeiro a junho.

“Estamos mais de 1.500 carros à frente do concorrente. Os esforços são para manter a performance”, disse Ferrarez, que apontou aumento de 77% nas vendas do mercado – geral – e explicou os motivos disso. “Os frotistas desse segmento deixaram de renovar durante a crise econômica. Como ficaram com frota antiga, agora chegou a hora de investir para renovação. E estamos tendo ganhos de contratos”, revelou. “Nossa previsão é de 10 mil (emplacamentos) em 2019. Entre os motivos para celebrar, a Mercedes fechou o semestre liderando as vendas de vans de passageiros, com 2.634 unidades emplacadas e 46% de participação.

A linha de produção na Argentina, aliás, está trabalhando com capacidade máxima e, por conta da demanda, há longas filas de espera. “Temos de administrar a ansiedade do consumidor. Se chega meia hora depois (ao revendedor), já entra na fila”, disse. Inclusive, 85% do que é produzido no país vizinho vem para o Brasil.

A linha carga/furgão tem espera de 45 dias; chassi, de 30 dias; vans de passageiros, de dois a três meses. 



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Migração inteligente

Veículo coringa, Sprinter ganha novos adeptos e impulsiona aumento de suas vendas

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

19/07/2019 | 07:00


Você, caro leitor, que chegou até aqui neste caderno Caminhões vai se perguntar ou me questionar da presença de van, furgão e chassi com cabina entre o material. E o argumento vai nas palavras do diretor de Vendas e Marketing de Vans da Mercedes-Benz do Brasil, Jefferson Ferrarez, ao falar sobre o desempenho das vendas da linha Sprinter.

“Observamos a migração de caminhões leves para furgões e chassis, principalmente em grandes centros, porque se trata de um veículo coringa, que exige apenas carteira (de habilitação) B (modelo Street, que representa entre 15% e 20% do total de vendas da marca), é mais fácil de dirigir e mais econômico. A tendência é que também cada vez mais minibus (micro-ônibus) migrem para vans”, declarou Ferrarez.

Segundo dados apresentados pela montadora alemã, houve crescimento de 66% nas vendas da Linha Sprinter no primeiro semestre de 2019, no segmento de comerciais leves (3,5 a 5 toneladas) – o qual lidera desde 2017: foram 5.419 unidades vendidas entre as 60 versões presentes no portifólio no acumulado de janeiro a junho.

“Estamos mais de 1.500 carros à frente do concorrente. Os esforços são para manter a performance”, disse Ferrarez, que apontou aumento de 77% nas vendas do mercado – geral – e explicou os motivos disso. “Os frotistas desse segmento deixaram de renovar durante a crise econômica. Como ficaram com frota antiga, agora chegou a hora de investir para renovação. E estamos tendo ganhos de contratos”, revelou. “Nossa previsão é de 10 mil (emplacamentos) em 2019. Entre os motivos para celebrar, a Mercedes fechou o semestre liderando as vendas de vans de passageiros, com 2.634 unidades emplacadas e 46% de participação.

A linha de produção na Argentina, aliás, está trabalhando com capacidade máxima e, por conta da demanda, há longas filas de espera. “Temos de administrar a ansiedade do consumidor. Se chega meia hora depois (ao revendedor), já entra na fila”, disse. Inclusive, 85% do que é produzido no país vizinho vem para o Brasil.

A linha carga/furgão tem espera de 45 dias; chassi, de 30 dias; vans de passageiros, de dois a três meses. 

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