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Nota ‘A’ em segurança nas rodovias

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Mais econômico do que antecessor, FS440 ganha etiquetagem máxima em aderência para os pesados


Do Diário do Grande ABC

19/07/2019 | 07:00


Falar de pneu é assunto sério, especialmente para quem trabalha sobre rodas e precisa que o equipamento ofereça, antes de tudo, segurança. Pensando nisso, a Bridgestone, detentora da marca Firestone, aposta no modelo FS440 como principal produto para o segmento rodoviário para ônibus e caminhões.

A grande diferença para o seu antecessor, o FS400, é a melhora em 20% do quesito performance quilométrica ou economia no combustível. Além disso, possui atributos de proteção de carcaça, o que ajuda a aumentar a performance do caminhão ou ônibus. “Colocamos todo nosso conhecimento, inovação e tecnologia para desenvolver o melhor pneu da categoria”, explica Oduvaldo Viana, diretor de Marketing da Bridgestone.

O FS440 é um pneu radial – aqueles que têm em sua maioria os cordonéis feitos de aço; já nos diagonais (convencionais), são geralmente feitos de nylon – sem câmara desenvolvido para uso em eixos direcionais, livres e de tração moderada de veículos pesados que circulam em rodovias pavimentadas de curta, média e longa distâncias.

A marca também focou na maior profundidade dos sulcos – canais esculpidos na banda de rodagem. A característica melhora a performance quilométrica e os ombros arredondados aumentam a resistência ao arraste lateral, evitando o descolamento prematuro da banda. O pneu também tem ejetores nos sulcos que evitam retenção de pedras e o sistema Groove Fence, tecnologia que possibilita redução de ruído. Tanto os ombros arredondados, quanto os ejetores permitem maior índice de recapabilidade dos pneus, o que ajuda na eficiência em gerenciamento de custos.

BOA AVALIAÇÃO
Há legislação específica do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) para empresas que atuam com o transporte de cargas. Entre as regras, se destaca a que exige que roda e pneu do conjunto de sobressalentes de uso temporário devem atender todas as regulamentações impostas pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). As marcas de pneu, portanto, precisam ficar de olho na lei para oferecer produtos confiáveis.

E o modelo FS440 foi bom ‘aluno’ nos testes. Na questão segurança, se destacou principalmente por grande aderência ao piso molhado. O pneu recebeu nota ‘A’ na medida 275/80 R22.5, segundo os critérios estabelecidos pelo Inmetro para o PBE (Programa Brasileiro de Etiquetagem).

Reforma de pneus deve ser feita com responsabilidade

Comprar pneus de caminhões e ônibus não é algo econômico – o modelo FS440 (acima), por exemplo, custa, em média, R$ 1.800. Consumir o produto sem moderação também é bem prejudicial para a natureza. De acordo com pesquisas, só no Brasil, 30% dos pneus – ou 450 mil toneladas – são descartados por ano.

Por isso, cada vez mais as empresas e caminhoneiros autônomos estão recorrendo à recapagem que, nada mais é do que a substituição da borracha da banda de rodagem (parte que entra em contato com o solo), de pneus desgastados. Especialistas alertam para que o processo seja feito com responsabilidade e por empresas confiáveis. Lembrando que todos os pneus saem da fábrica com a estrutura necessária para receber a recapagem.

Se bem feito, o processo permite reaproveitar com segurança o pneu usado e dar a ele vida longa. Pode rodar tanto quanto ou mais do que um pneu novo e com um terço do valor original.

“A recapagem auxilia na redução do custo por quilômetro, porém não se pode esquecer de controlar os cinco ‘ladrões’ de quilometragem: alinhamento, balanceamento, emparelhamento e calibragem incorretos e desenhos de bandas inadequados. Cada uma destas características pode, individualmente, reduzir de 20% até 40% a quilometragem do pneu, seja este novo ou recapado”, comenta Osmar Tiburske, gerente industrial da Bandag, empresa de recapagem. 



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Nota ‘A’ em segurança nas rodovias

Mais econômico do que antecessor, FS440 ganha etiquetagem máxima em aderência para os pesados

Do Diário do Grande ABC

19/07/2019 | 07:00


Falar de pneu é assunto sério, especialmente para quem trabalha sobre rodas e precisa que o equipamento ofereça, antes de tudo, segurança. Pensando nisso, a Bridgestone, detentora da marca Firestone, aposta no modelo FS440 como principal produto para o segmento rodoviário para ônibus e caminhões.

A grande diferença para o seu antecessor, o FS400, é a melhora em 20% do quesito performance quilométrica ou economia no combustível. Além disso, possui atributos de proteção de carcaça, o que ajuda a aumentar a performance do caminhão ou ônibus. “Colocamos todo nosso conhecimento, inovação e tecnologia para desenvolver o melhor pneu da categoria”, explica Oduvaldo Viana, diretor de Marketing da Bridgestone.

O FS440 é um pneu radial – aqueles que têm em sua maioria os cordonéis feitos de aço; já nos diagonais (convencionais), são geralmente feitos de nylon – sem câmara desenvolvido para uso em eixos direcionais, livres e de tração moderada de veículos pesados que circulam em rodovias pavimentadas de curta, média e longa distâncias.

A marca também focou na maior profundidade dos sulcos – canais esculpidos na banda de rodagem. A característica melhora a performance quilométrica e os ombros arredondados aumentam a resistência ao arraste lateral, evitando o descolamento prematuro da banda. O pneu também tem ejetores nos sulcos que evitam retenção de pedras e o sistema Groove Fence, tecnologia que possibilita redução de ruído. Tanto os ombros arredondados, quanto os ejetores permitem maior índice de recapabilidade dos pneus, o que ajuda na eficiência em gerenciamento de custos.

BOA AVALIAÇÃO
Há legislação específica do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) para empresas que atuam com o transporte de cargas. Entre as regras, se destaca a que exige que roda e pneu do conjunto de sobressalentes de uso temporário devem atender todas as regulamentações impostas pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). As marcas de pneu, portanto, precisam ficar de olho na lei para oferecer produtos confiáveis.

E o modelo FS440 foi bom ‘aluno’ nos testes. Na questão segurança, se destacou principalmente por grande aderência ao piso molhado. O pneu recebeu nota ‘A’ na medida 275/80 R22.5, segundo os critérios estabelecidos pelo Inmetro para o PBE (Programa Brasileiro de Etiquetagem).

Reforma de pneus deve ser feita com responsabilidade

Comprar pneus de caminhões e ônibus não é algo econômico – o modelo FS440 (acima), por exemplo, custa, em média, R$ 1.800. Consumir o produto sem moderação também é bem prejudicial para a natureza. De acordo com pesquisas, só no Brasil, 30% dos pneus – ou 450 mil toneladas – são descartados por ano.

Por isso, cada vez mais as empresas e caminhoneiros autônomos estão recorrendo à recapagem que, nada mais é do que a substituição da borracha da banda de rodagem (parte que entra em contato com o solo), de pneus desgastados. Especialistas alertam para que o processo seja feito com responsabilidade e por empresas confiáveis. Lembrando que todos os pneus saem da fábrica com a estrutura necessária para receber a recapagem.

Se bem feito, o processo permite reaproveitar com segurança o pneu usado e dar a ele vida longa. Pode rodar tanto quanto ou mais do que um pneu novo e com um terço do valor original.

“A recapagem auxilia na redução do custo por quilômetro, porém não se pode esquecer de controlar os cinco ‘ladrões’ de quilometragem: alinhamento, balanceamento, emparelhamento e calibragem incorretos e desenhos de bandas inadequados. Cada uma destas características pode, individualmente, reduzir de 20% até 40% a quilometragem do pneu, seja este novo ou recapado”, comenta Osmar Tiburske, gerente industrial da Bandag, empresa de recapagem. 

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