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Para Mourão, indicação de Eduardo para embaixada nos EUA está dentro do padrão



17/07/2019 | 17:05


O presidente em exercício, Hamilton Mourão, disse nesta quarta-feira, 17, que a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a embaixada brasileira em Washington, nos Estados Unidos, está dentro do padrão para quem não é da carreira diplomática. Ele afirmou também não ver dificuldades para que o nome do parlamentar seja aprovado pelo Senado.

"Dentro das regras da escolha para quem não é da carreira diplomática, ele está dentro do padrão. É uma decisão do presidente. Decisão a gente não discute", disse.

A indicação, que ainda precisa ser oficializada pelo presidente Jair Bolsonaro, terá de ser aprovada, em votação secreta pela Comissão de Relações Exteriores do Senado e pelo plenário da Casa. Ontem, Mourão disse ter se surpreendido com a intenção do presidente de indicar o próprio filho para o posto diplomático em entrevista ao programa "Conversa com Bial", da Globo.

Mourão evitou entrar em detalhes sobre a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, que suspendeu nesta segunda-feira, 15, todos os processos judiciais que tramitam no País onde houve compartilhamento de dados da Receita Federal, do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e do Banco Central com o Ministério Público sem uma prévia autorização judicial, ou que foram instaurados sem a supervisão da Justiça. A decisão foi tomada após um pedido feito pela defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

"O ministro Toffoli tomou uma decisão que envolve o caso do Flávio, é um outro processo, que está correndo em segredo de Justiça, e que envolve essa questão da investigação feita pelo Ministério Público usando dados do Coaf. Isso aí vai ser decidido pelo plenário do STF parece que só em novembro", disse.

Questionado sobre se achava justa e adequada a decisão, Mourão respondeu: "Decisão de juiz é decisão de juiz, né? Como é que dizem no Exército? Cabeça de general e bunda de criança... deixa pra lá, pô".



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Para Mourão, indicação de Eduardo para embaixada nos EUA está dentro do padrão


17/07/2019 | 17:05


O presidente em exercício, Hamilton Mourão, disse nesta quarta-feira, 17, que a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a embaixada brasileira em Washington, nos Estados Unidos, está dentro do padrão para quem não é da carreira diplomática. Ele afirmou também não ver dificuldades para que o nome do parlamentar seja aprovado pelo Senado.

"Dentro das regras da escolha para quem não é da carreira diplomática, ele está dentro do padrão. É uma decisão do presidente. Decisão a gente não discute", disse.

A indicação, que ainda precisa ser oficializada pelo presidente Jair Bolsonaro, terá de ser aprovada, em votação secreta pela Comissão de Relações Exteriores do Senado e pelo plenário da Casa. Ontem, Mourão disse ter se surpreendido com a intenção do presidente de indicar o próprio filho para o posto diplomático em entrevista ao programa "Conversa com Bial", da Globo.

Mourão evitou entrar em detalhes sobre a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, que suspendeu nesta segunda-feira, 15, todos os processos judiciais que tramitam no País onde houve compartilhamento de dados da Receita Federal, do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e do Banco Central com o Ministério Público sem uma prévia autorização judicial, ou que foram instaurados sem a supervisão da Justiça. A decisão foi tomada após um pedido feito pela defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

"O ministro Toffoli tomou uma decisão que envolve o caso do Flávio, é um outro processo, que está correndo em segredo de Justiça, e que envolve essa questão da investigação feita pelo Ministério Público usando dados do Coaf. Isso aí vai ser decidido pelo plenário do STF parece que só em novembro", disse.

Questionado sobre se achava justa e adequada a decisão, Mourão respondeu: "Decisão de juiz é decisão de juiz, né? Como é que dizem no Exército? Cabeça de general e bunda de criança... deixa pra lá, pô".

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