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Profissional prioriza crescimento na carreira ante salário

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Para 40%, esta é a principal preocupação, seguida de pacote de benefícios, por 20%


Do Diário do Grande ABC

14/07/2019 | 07:30


Num processo seletivo, só o salário oferecido não basta para atrair bons profissionais. É o que afirma a empresa de recrutamento e seleção Robert Half. Hoje, eles têm outros anseios. Para 40% dos entrevistados pelo 8º ICRH (Índice de Confiança Robert Half), a possibilidade de crescimento é o principal ponto levado em consideração, seguido por pacote de benefícios (20%) e valores e propósitos da empresa (17%).

Outros aspectos considerados são: a distância entre casa e trabalho (5%), autonomia (5%), flexibilidade de horário (4%) e reputação da empresa (4%). Apenas 2% levam em consideração a possibilidade de trabalhar remotamente e 1% questiona a carga horária.

E mesmo com o cenário econômico desafiador, 40% dos profissionais com nível superior atualmente empregados aceitariam trocar de empresa se tivessem possibilidade de desenvolvimento de carreira. Outros motivos revelados por esses entrevistados são a possibilidade de equilíbrio entre vida pessoal e profissional (13%), potencial de crescimento da empresa (12%) e oportunidade de assumir posições de liderança (11%). Benefícios, horário flexível, localização e treinamentos também são fatores que atraem os profissionais para uma nova colocação.

“A valorização de benefícios não-financeiros evidencia o quanto o perfil do profissional vem mudando ao longo do tempo. Hoje eles buscam relação de ganha-ganha com o empregador. É claro que dinheiro ainda é importante e fundamental para a vida das pessoas, mas os empregadores agora têm grande desafio de estruturar bom plano para atrair e, mais importante, reter os melhores talentos”, afirma Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half. 



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Profissional prioriza crescimento na carreira ante salário

Para 40%, esta é a principal preocupação, seguida de pacote de benefícios, por 20%

Do Diário do Grande ABC

14/07/2019 | 07:30


Num processo seletivo, só o salário oferecido não basta para atrair bons profissionais. É o que afirma a empresa de recrutamento e seleção Robert Half. Hoje, eles têm outros anseios. Para 40% dos entrevistados pelo 8º ICRH (Índice de Confiança Robert Half), a possibilidade de crescimento é o principal ponto levado em consideração, seguido por pacote de benefícios (20%) e valores e propósitos da empresa (17%).

Outros aspectos considerados são: a distância entre casa e trabalho (5%), autonomia (5%), flexibilidade de horário (4%) e reputação da empresa (4%). Apenas 2% levam em consideração a possibilidade de trabalhar remotamente e 1% questiona a carga horária.

E mesmo com o cenário econômico desafiador, 40% dos profissionais com nível superior atualmente empregados aceitariam trocar de empresa se tivessem possibilidade de desenvolvimento de carreira. Outros motivos revelados por esses entrevistados são a possibilidade de equilíbrio entre vida pessoal e profissional (13%), potencial de crescimento da empresa (12%) e oportunidade de assumir posições de liderança (11%). Benefícios, horário flexível, localização e treinamentos também são fatores que atraem os profissionais para uma nova colocação.

“A valorização de benefícios não-financeiros evidencia o quanto o perfil do profissional vem mudando ao longo do tempo. Hoje eles buscam relação de ganha-ganha com o empregador. É claro que dinheiro ainda é importante e fundamental para a vida das pessoas, mas os empregadores agora têm grande desafio de estruturar bom plano para atrair e, mais importante, reter os melhores talentos”, afirma Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half. 

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