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União exibe até dia 31 rumo do centro de ferramentaria

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Governo diz que no fim do mês decide se inclui projeto no Rota 2030; região quer sediar equipamento


Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

09/07/2019 | 09:14


A definição sobre a inclusão do projeto que prevê a construção de um centro de pesquisa e desenvolvimento de ferramentaria no Rota 2030, programa destinado ao incentivo da indústria automotiva no País, sairá até o fim deste mês, garantiu o Ministério da Economia. Santo André está na briga para receber o equipamento, que tem estimativa de gerar 300 empregos diretos.

A iniciativa faz parte do projeto Ferramentarias Brasileiras Mais Competitivas, já apresentado ao Ministério da Economia para integrar o Rota como um dos projetos em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento), fruto de investimento das montadoras. De acordo com a pasta, o processo de seleção de programas prioritários ainda está em curso, “com previsão para divulgação dos programas credenciados até o fim de julho”.

Para fazerem parte do programa e serem contempladas com isenções fiscais que podem chegar a R$ 1,5 bilhão por ano, as indústrias automotivas precisam aportar investimentos totais de R$ 5 bilhões em investimento em P&D, no qual o projeto do centro de ferramentaria estaria inserido. Após a aprovação dos projetos pelo comitê gestor do ministério, as montadoras podem escolher em quais deles depositarão os recursos.

São José dos Campos, no Vale do Paraíba, no Interior de São Paulo, também revelou interesse em levar a estrutura para seu parque tecnológico. No Grande ABC, a Prefeitura de Santo André colocou à disposição terreno de 30 mil metros quadrados, parte do futuro parque tecnológico. As duas cidades são consideradas no projeto original.

Para fortalecer a instalação do centro no Grande ABC, o Consórcio Intermunicipal tem se articulado em força-tarefa. A entidade planeja reunir na segunda-feira entidades, associações e universidades que estão envolvidas com o projeto para apresentar mais dados sobre o impacto que o equipamento de ferramentaria teria na região.

“A ideia é que deste encontro saia um documento das entidades em apoio à região e com todos esses números inclusos. Pretendemos levar esse documento ao governo federal. Somos uma região com 2,7 milhões de habitantes. Nós respeitamos muito São José dos Campos, mas a lógica, até pela quantidade de empresas (a cidade do Interior de São Paulo possui fábrica de uma montadora – General Motors –, enquanto a região tem seis – Volkswagen, Ford, Toyota, GM, Scania, Mercedes-Benz) seria que o centro viesse para cá”, afirmou o secretário-executivo do Consórcio, Edgard Brandão. Segundo ele, o centro daria “força maior” para o segmento automotivo e das ferramentarias.

A iniciativa é apoiada pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Segundo o diretor-executivo da entidade Wellington Messias Damasceno, a instalação do centro no Grande ABC seria de importância estratégica. “Estar ao lado da Capital, pela própria geografia, permite que ele atenda outras regiões, como Sorocaba, Campinas, Baixada Santista e até São José dos Campos”, disse.

Segundo ele, é importante que a região se posicione sobre sediar a estrutura, como vai acontecer após a reunião programada para a próxima semana. “(É preciso) Mostrar que temos um polo bem organizado com condições de atender tecnicamente, logisticamente e com infraestrutura (o centro). E a partir dessa articulação, demonstrar tecnicamente que o polo do Grande ABC é atrativo e representa melhores condições”, classificou. 



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União exibe até dia 31 rumo do centro de ferramentaria

Governo diz que no fim do mês decide se inclui projeto no Rota 2030; região quer sediar equipamento

Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

09/07/2019 | 09:14


A definição sobre a inclusão do projeto que prevê a construção de um centro de pesquisa e desenvolvimento de ferramentaria no Rota 2030, programa destinado ao incentivo da indústria automotiva no País, sairá até o fim deste mês, garantiu o Ministério da Economia. Santo André está na briga para receber o equipamento, que tem estimativa de gerar 300 empregos diretos.

A iniciativa faz parte do projeto Ferramentarias Brasileiras Mais Competitivas, já apresentado ao Ministério da Economia para integrar o Rota como um dos projetos em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento), fruto de investimento das montadoras. De acordo com a pasta, o processo de seleção de programas prioritários ainda está em curso, “com previsão para divulgação dos programas credenciados até o fim de julho”.

Para fazerem parte do programa e serem contempladas com isenções fiscais que podem chegar a R$ 1,5 bilhão por ano, as indústrias automotivas precisam aportar investimentos totais de R$ 5 bilhões em investimento em P&D, no qual o projeto do centro de ferramentaria estaria inserido. Após a aprovação dos projetos pelo comitê gestor do ministério, as montadoras podem escolher em quais deles depositarão os recursos.

São José dos Campos, no Vale do Paraíba, no Interior de São Paulo, também revelou interesse em levar a estrutura para seu parque tecnológico. No Grande ABC, a Prefeitura de Santo André colocou à disposição terreno de 30 mil metros quadrados, parte do futuro parque tecnológico. As duas cidades são consideradas no projeto original.

Para fortalecer a instalação do centro no Grande ABC, o Consórcio Intermunicipal tem se articulado em força-tarefa. A entidade planeja reunir na segunda-feira entidades, associações e universidades que estão envolvidas com o projeto para apresentar mais dados sobre o impacto que o equipamento de ferramentaria teria na região.

“A ideia é que deste encontro saia um documento das entidades em apoio à região e com todos esses números inclusos. Pretendemos levar esse documento ao governo federal. Somos uma região com 2,7 milhões de habitantes. Nós respeitamos muito São José dos Campos, mas a lógica, até pela quantidade de empresas (a cidade do Interior de São Paulo possui fábrica de uma montadora – General Motors –, enquanto a região tem seis – Volkswagen, Ford, Toyota, GM, Scania, Mercedes-Benz) seria que o centro viesse para cá”, afirmou o secretário-executivo do Consórcio, Edgard Brandão. Segundo ele, o centro daria “força maior” para o segmento automotivo e das ferramentarias.

A iniciativa é apoiada pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Segundo o diretor-executivo da entidade Wellington Messias Damasceno, a instalação do centro no Grande ABC seria de importância estratégica. “Estar ao lado da Capital, pela própria geografia, permite que ele atenda outras regiões, como Sorocaba, Campinas, Baixada Santista e até São José dos Campos”, disse.

Segundo ele, é importante que a região se posicione sobre sediar a estrutura, como vai acontecer após a reunião programada para a próxima semana. “(É preciso) Mostrar que temos um polo bem organizado com condições de atender tecnicamente, logisticamente e com infraestrutura (o centro). E a partir dessa articulação, demonstrar tecnicamente que o polo do Grande ABC é atrativo e representa melhores condições”, classificou. 

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