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Pode ser que me convençam de disputar reeleição, admite Alaíde

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Prefeita de Mauá sinaliza, pela primeira vez, que deve tentar renovar mandato em 2020


Júnior Carvalho e Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

07/07/2019 | 07:00


A prefeita de Mauá, Alaíde Damo (MDB), admitiu, pela primeira vez, a possibilidade de disputar a reeleição no pleito do próximo ano. Até então, outra figura representaria o governo emedebista nas urnas no pleito de 2020.

Ao Diário, Alaíde tentou minimizar o debate sobre sucessão, mas não escondeu que há movimento interno no Paço mauaense para que ela própria seja a candidata. “Não estou pensando nisso (em eleição), estou deixando as coisas acontecerem. Pretensões (de ser prefeiturável) não tenho até agora, dizem que a gente muda, mas espero que seja o contrário. Eu posso falar: ‘Não quero, não quero, não quero’, mas na última hora esses capetinhas (secretários) podem me convencer que eu devo (disputar a reeleição)”, admitiu Alaíde, abraçando os secretários de Comunicação, Caio Carvalho, e de Saúde, David Ramalho (PSB).

Embora transfira para aliados a movimentação pró-reeleição, Alaíde dá mais novo aceno para a ideia de tentar renovar o mandato na eleição do ano que vem. O Diário antecipou no mês passado que a candidatura da emedebista tem sido defendida por integrantes do núcleo duro do governo, mas que a própria prefeita já dá sinais de que quer mais que um mandato tampão. Além de reformular sua imagem pessoal nesta terceira passagem pela Prefeitura – mudou o visual e aperfeiçoou discursos públicos e entrevistas a jornalistas –, Alaíde também passou a testar a popularidade nas redes sociais. 

Mulher do ex-prefeito Leonel Damo (sem partido), Alaíde nunca havia disputado cargo eletivo antes de compor a chapa como vice do hoje prefeito cassado Atila Jacomussi (PSB). Antes de assumir interinamente a Prefeitura, durante a primeira prisão de Atila, em maio de 2018, a emedebista sequer cumpria expediente no Paço. E foi justamente a inexperiência política que deixava o nome de Alaíde distante de cogitar a reeleição. Desde a cassação de Atila, em abril, porém, a figura de dona de casa passou a ser usada como virtude de administradora pública. 

“Estou fazendo o que eu posso pelo município, o que dá. Gostaria de ter muito dinheiro para fazer muitas coisas, mas a gente está fazendo tudo apertado. É como na economia doméstica, você aperta (os recursos), dá uma ajeitada e vai fazer o que é necessário”, citou a prefeita, que abraçou publicamente a alcunha Dona Alaíde. 

OUTROS NOMES 

Internamente, dois nomes surgem como possíveis prefeituráveis governistas. Um deles é o do presidente da Câmara, Vanderley Cavalcante da Silva, o Neycar (SD). Parlamentar de primeira viagem, ele liderou os trabalhos no processo de impeachment de Atila. Outro que aparece nas apostas é o secretário de Desenvolvimento Econômico, Paulo Barthasar (PSL), que é policial militar. Admiradora assumida do presidente Jair Bolsonaro (PSL), Alaíde já demonstrou que pretende alinhar a imagem do seu governo à do presidente e ao do partido de Bolsonaro – também concedeu a pasta de Segurança Pública ao PSL.



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Pode ser que me convençam de disputar reeleição, admite Alaíde

Prefeita de Mauá sinaliza, pela primeira vez, que deve tentar renovar mandato em 2020

Júnior Carvalho e Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

07/07/2019 | 07:00


A prefeita de Mauá, Alaíde Damo (MDB), admitiu, pela primeira vez, a possibilidade de disputar a reeleição no pleito do próximo ano. Até então, outra figura representaria o governo emedebista nas urnas no pleito de 2020.

Ao Diário, Alaíde tentou minimizar o debate sobre sucessão, mas não escondeu que há movimento interno no Paço mauaense para que ela própria seja a candidata. “Não estou pensando nisso (em eleição), estou deixando as coisas acontecerem. Pretensões (de ser prefeiturável) não tenho até agora, dizem que a gente muda, mas espero que seja o contrário. Eu posso falar: ‘Não quero, não quero, não quero’, mas na última hora esses capetinhas (secretários) podem me convencer que eu devo (disputar a reeleição)”, admitiu Alaíde, abraçando os secretários de Comunicação, Caio Carvalho, e de Saúde, David Ramalho (PSB).

Embora transfira para aliados a movimentação pró-reeleição, Alaíde dá mais novo aceno para a ideia de tentar renovar o mandato na eleição do ano que vem. O Diário antecipou no mês passado que a candidatura da emedebista tem sido defendida por integrantes do núcleo duro do governo, mas que a própria prefeita já dá sinais de que quer mais que um mandato tampão. Além de reformular sua imagem pessoal nesta terceira passagem pela Prefeitura – mudou o visual e aperfeiçoou discursos públicos e entrevistas a jornalistas –, Alaíde também passou a testar a popularidade nas redes sociais. 

Mulher do ex-prefeito Leonel Damo (sem partido), Alaíde nunca havia disputado cargo eletivo antes de compor a chapa como vice do hoje prefeito cassado Atila Jacomussi (PSB). Antes de assumir interinamente a Prefeitura, durante a primeira prisão de Atila, em maio de 2018, a emedebista sequer cumpria expediente no Paço. E foi justamente a inexperiência política que deixava o nome de Alaíde distante de cogitar a reeleição. Desde a cassação de Atila, em abril, porém, a figura de dona de casa passou a ser usada como virtude de administradora pública. 

“Estou fazendo o que eu posso pelo município, o que dá. Gostaria de ter muito dinheiro para fazer muitas coisas, mas a gente está fazendo tudo apertado. É como na economia doméstica, você aperta (os recursos), dá uma ajeitada e vai fazer o que é necessário”, citou a prefeita, que abraçou publicamente a alcunha Dona Alaíde. 

OUTROS NOMES 

Internamente, dois nomes surgem como possíveis prefeituráveis governistas. Um deles é o do presidente da Câmara, Vanderley Cavalcante da Silva, o Neycar (SD). Parlamentar de primeira viagem, ele liderou os trabalhos no processo de impeachment de Atila. Outro que aparece nas apostas é o secretário de Desenvolvimento Econômico, Paulo Barthasar (PSL), que é policial militar. Admiradora assumida do presidente Jair Bolsonaro (PSL), Alaíde já demonstrou que pretende alinhar a imagem do seu governo à do presidente e ao do partido de Bolsonaro – também concedeu a pasta de Segurança Pública ao PSL.

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