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Vantagem do não tecido aos hospitais


Do Diário do Grande ABC

25/06/2019 | 10:03


Os não tecidos evoluem de forma contínua no segmento médico hospitalar. Em 1860, nos Estados Unidos, produziu-se a primeira roupa de papel e, em 1930, no mesmo país, ocorreu a primeira experiência para fabricação do não tecido de celulose consolidado com látex. Desta data em diante o setor só fez inovar e hoje o mercado conta com diferentes tipos de produtos, que oferecem resultados superiores aos concorrentes (tecidos). No Brasil, cerca de 20% do mercado médico-hospitalar adotou kits de produtos cirúrgicos de não tecidos em substituição aos reutilizáveis. Preço baixo, facilidade operacional e maior eficiência como barreira para micro-organismos são algumas das razões para a troca. Há que se ressaltar que eles também atendem às normas estabelecidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Por que, então, o uso de não tecidos (toucas, máscaras, jalecos, camisetas, calças, aventais, campos cirúrgicos, compressas etc) ainda não é adotado pela maioria? A expectativa é que esse percentual cresça, conforme dúvidas a respeito desses produtos sejam sanadas. Uma das dúvidas é sobre o custo. Por serem de uso único, deixa a impressão de gastos excessivos com compras para reposição. Ocorre que os preços são inferiores em comparação com os similares reutilizáveis. Kit de uso único não precisa ser lavado, o que gera economia de água, produtos de limpeza e ganhos ambientais incontestáveis. Sabão e desinfetantes usados na lavagem são despejados no esgoto e chegam a rios e oceanos. Já o descarte de não tecidos é feito de forma responsável, assim como deve ocorrer com todo lixo hospitalar.

Por serem de uso único, os kits de não tecidos contribuem para minimizar contaminações e casos de infecção hospitalar. Testes apontam que eles apresentam melhor desempenho em funções como barreira física a fluidos. Segundo avaliação do CTH (Comitê Técnico Médico Hospitalar) da Abint (Associação Brasileira das Indústrias de Não Tecidos e Tecidos Técnicos), os kits cirúrgicos tradicionais perdem a barreira após serem usados seis vezes. Esses fatores aumentam a eficácia dos tratamentos médicos e reduzem custos na medida em que as internações passam a ocorrer em períodos menores. Dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) mostram que dos mais de 234 milhões de pacientes operados por ano no mundo, 1 milhão morre em decorrência de infecções hospitalares e 7 milhões apresentam complicações no pós-operatório. Imagine o impacto positivo que os não tecidos podem proporcionar a hospitais e à sociedade em geral.

Michele Louise é coordenadora do CTH (Comitê Técnico Hospitalar) da Abint (Associação Brasileira das Indústrias de Não Tecidos e Tecidos Técnicos) e gerente comercial da Lifetex. 

Moro

Deplorável, prezado leitor Samir Godoy Haddade, é o teor da sua carta (Aversão, dia 21). Sergio Moro não atropelou nem infringiu a Constituição para condenar quem o senhor tenta defender. Ele o fez com provas incontestáveis e sem nenhum interesse político, haja vista que naquela ocasião nem havia iniciado a disputa eleitoral, e ninguém, nenhum vidente apostaria na eleição de Bolsonaro. Lula teve todas as prerrogativas de defesa previstas por nossa Carta Magna. Usou de todas elas, recursos, embargos etc. Quando Moro divulgou delação premiada de Palocci, fez com autorização superior. E graças a ele a sociedade brasileira tomou conhecimento de toda a podridão e da quadrilha que se instalou em todas as nossas instituições, quase levando o País à bancarrota. Moro respondeu a todas as perguntas de forma clara e inteligente e provou que agiu sempre de acordo com as normas judiciais. Terá sempre o apoio da maioria dos brasileiros. 


Marinilza da Silva Zanin

Santo André

Parada gay

A 23ª parada gay novamente foi marcada por protestos e desafios. O tema deste ano homenageou os 50 anos da revolta de Stonewall. Já se passaram 50 anos e houve poucas conquistas. Parece que grande parte da humanidade não consegue ‘evoluir’. Sentimento de ódio e intolerância aumentou nos mundos real e virtual! Em alguns países a situação foge do controle das autoridades. No Brasil, a violência e o desrespeito são enormes contra os chamados ‘diferentes’. Também é bom lembrar que mulheres vivem período tenebroso. Estão sendo ‘caçadas’ e ‘abatidas’, como animais, dentro e fora de casa. É assustador o número de feminicídios. Faltam educação, religião e punição exemplar para malfeitores. Estamos criando sociedade de fanáticos adeptos ao ‘sadomasoquismo’. Futuramente voltaremos para as cavernas ou para as trevas!

José Machado

São Bernardo

Resposta

Em resposta à carta do leitor Luiz Carlos Leoni (Monotrilho, dia 11), o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC esclarece que em março a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) confirmou que está em estudo o retorno da Estação Luz, na Capital, ao trajeto dos trens da Linha 10-Turquesa, que parte de Rio Grande da Serra e hoje vai até o Brás. A medida é demanda da entidade regional na tentativa de otimizar o transporte público nas sete cidades desde dezembro de 2011, quando a CPTM desativou o trecho Brás-Luz do trem. Em fevereiro de 2012, o Consórcio realizou audiência pública com representantes da CPTM para solicitar a volta do ponto final da Linha 10-Turquesa na Estação Luz. No ano seguinte, o então secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, informou ao Consórcio que a Linha 10 poderia voltar a operar até a Luz quando fosse inaugurado o Expresso ABC. Tal serviço passou a operar em novembro de 2016, mas a retomada, no entanto, não foi efetivada desde então. O Consórcio acompanhará esse processo de perto para garantir que a medida melhore a qualidade no transporte público da região.

Edgard Brandão Junior, secretário executivo do Consórcio Intermunicipal

Mais essa!

Mais uma grande novidade da internet! O Facebook é petista. É só escrever algo, mesmo com educação e respeito, contra o PT que você é detonado e essa rede social te bloqueia. É mais uma prova do envolvimento do PT como massa de influência. Pior: dizem que os outros é que fazem isso. O Facebook é vergonha, porque toma partido e ainda usa desse poder para privilegiar partido claramente corrupto pelo que aconteceu nos últimos anos no Brasil. 

Antônio José Gomes Marques

Rio de Janeiro

Injusto e incorrigível

Infelizmente nosso Brasil se mantém historicamente injusto e incorrigível! Porque, em detrimento do setor privado, permite que sejam concedidas regalias aos servidores públicos, principalmente os federais, o que tem contribuído para o deficit fiscal e o baixo crescimento econômico. Dos nove setores da iniciativa privada, cinco tiveram perdas bem acentuadas de renda, entre 7,2% e 16%. E acumula mais de 13 milhões de desempregados. Já o setor público, que, em média, tem os melhores salários e até aposentadorias, nesse período pesquisado dos últimos cinco anos teve aumento de renda de 7,5%, mesmo considerando a grave crise de 2015. Ou seja, privilégios para poucos, como não determina a Constituição. E a ilha especial, como é tratado o funcionalismo federal no rol das regalias, também foi favorecido com concessões, como das que foram incluídas no relatório da reforma da Previdência. É piada! Ou melhor, afronta à sociedade brasileira.

Paulo Panossian

São Carlos (SP)

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.



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Vantagem do não tecido aos hospitais

Do Diário do Grande ABC

25/06/2019 | 10:03


Os não tecidos evoluem de forma contínua no segmento médico hospitalar. Em 1860, nos Estados Unidos, produziu-se a primeira roupa de papel e, em 1930, no mesmo país, ocorreu a primeira experiência para fabricação do não tecido de celulose consolidado com látex. Desta data em diante o setor só fez inovar e hoje o mercado conta com diferentes tipos de produtos, que oferecem resultados superiores aos concorrentes (tecidos). No Brasil, cerca de 20% do mercado médico-hospitalar adotou kits de produtos cirúrgicos de não tecidos em substituição aos reutilizáveis. Preço baixo, facilidade operacional e maior eficiência como barreira para micro-organismos são algumas das razões para a troca. Há que se ressaltar que eles também atendem às normas estabelecidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Por que, então, o uso de não tecidos (toucas, máscaras, jalecos, camisetas, calças, aventais, campos cirúrgicos, compressas etc) ainda não é adotado pela maioria? A expectativa é que esse percentual cresça, conforme dúvidas a respeito desses produtos sejam sanadas. Uma das dúvidas é sobre o custo. Por serem de uso único, deixa a impressão de gastos excessivos com compras para reposição. Ocorre que os preços são inferiores em comparação com os similares reutilizáveis. Kit de uso único não precisa ser lavado, o que gera economia de água, produtos de limpeza e ganhos ambientais incontestáveis. Sabão e desinfetantes usados na lavagem são despejados no esgoto e chegam a rios e oceanos. Já o descarte de não tecidos é feito de forma responsável, assim como deve ocorrer com todo lixo hospitalar.

Por serem de uso único, os kits de não tecidos contribuem para minimizar contaminações e casos de infecção hospitalar. Testes apontam que eles apresentam melhor desempenho em funções como barreira física a fluidos. Segundo avaliação do CTH (Comitê Técnico Médico Hospitalar) da Abint (Associação Brasileira das Indústrias de Não Tecidos e Tecidos Técnicos), os kits cirúrgicos tradicionais perdem a barreira após serem usados seis vezes. Esses fatores aumentam a eficácia dos tratamentos médicos e reduzem custos na medida em que as internações passam a ocorrer em períodos menores. Dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) mostram que dos mais de 234 milhões de pacientes operados por ano no mundo, 1 milhão morre em decorrência de infecções hospitalares e 7 milhões apresentam complicações no pós-operatório. Imagine o impacto positivo que os não tecidos podem proporcionar a hospitais e à sociedade em geral.

Michele Louise é coordenadora do CTH (Comitê Técnico Hospitalar) da Abint (Associação Brasileira das Indústrias de Não Tecidos e Tecidos Técnicos) e gerente comercial da Lifetex. 

Moro

Deplorável, prezado leitor Samir Godoy Haddade, é o teor da sua carta (Aversão, dia 21). Sergio Moro não atropelou nem infringiu a Constituição para condenar quem o senhor tenta defender. Ele o fez com provas incontestáveis e sem nenhum interesse político, haja vista que naquela ocasião nem havia iniciado a disputa eleitoral, e ninguém, nenhum vidente apostaria na eleição de Bolsonaro. Lula teve todas as prerrogativas de defesa previstas por nossa Carta Magna. Usou de todas elas, recursos, embargos etc. Quando Moro divulgou delação premiada de Palocci, fez com autorização superior. E graças a ele a sociedade brasileira tomou conhecimento de toda a podridão e da quadrilha que se instalou em todas as nossas instituições, quase levando o País à bancarrota. Moro respondeu a todas as perguntas de forma clara e inteligente e provou que agiu sempre de acordo com as normas judiciais. Terá sempre o apoio da maioria dos brasileiros. 


Marinilza da Silva Zanin

Santo André

Parada gay

A 23ª parada gay novamente foi marcada por protestos e desafios. O tema deste ano homenageou os 50 anos da revolta de Stonewall. Já se passaram 50 anos e houve poucas conquistas. Parece que grande parte da humanidade não consegue ‘evoluir’. Sentimento de ódio e intolerância aumentou nos mundos real e virtual! Em alguns países a situação foge do controle das autoridades. No Brasil, a violência e o desrespeito são enormes contra os chamados ‘diferentes’. Também é bom lembrar que mulheres vivem período tenebroso. Estão sendo ‘caçadas’ e ‘abatidas’, como animais, dentro e fora de casa. É assustador o número de feminicídios. Faltam educação, religião e punição exemplar para malfeitores. Estamos criando sociedade de fanáticos adeptos ao ‘sadomasoquismo’. Futuramente voltaremos para as cavernas ou para as trevas!

José Machado

São Bernardo

Resposta

Em resposta à carta do leitor Luiz Carlos Leoni (Monotrilho, dia 11), o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC esclarece que em março a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) confirmou que está em estudo o retorno da Estação Luz, na Capital, ao trajeto dos trens da Linha 10-Turquesa, que parte de Rio Grande da Serra e hoje vai até o Brás. A medida é demanda da entidade regional na tentativa de otimizar o transporte público nas sete cidades desde dezembro de 2011, quando a CPTM desativou o trecho Brás-Luz do trem. Em fevereiro de 2012, o Consórcio realizou audiência pública com representantes da CPTM para solicitar a volta do ponto final da Linha 10-Turquesa na Estação Luz. No ano seguinte, o então secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, informou ao Consórcio que a Linha 10 poderia voltar a operar até a Luz quando fosse inaugurado o Expresso ABC. Tal serviço passou a operar em novembro de 2016, mas a retomada, no entanto, não foi efetivada desde então. O Consórcio acompanhará esse processo de perto para garantir que a medida melhore a qualidade no transporte público da região.

Edgard Brandão Junior, secretário executivo do Consórcio Intermunicipal

Mais essa!

Mais uma grande novidade da internet! O Facebook é petista. É só escrever algo, mesmo com educação e respeito, contra o PT que você é detonado e essa rede social te bloqueia. É mais uma prova do envolvimento do PT como massa de influência. Pior: dizem que os outros é que fazem isso. O Facebook é vergonha, porque toma partido e ainda usa desse poder para privilegiar partido claramente corrupto pelo que aconteceu nos últimos anos no Brasil. 

Antônio José Gomes Marques

Rio de Janeiro

Injusto e incorrigível

Infelizmente nosso Brasil se mantém historicamente injusto e incorrigível! Porque, em detrimento do setor privado, permite que sejam concedidas regalias aos servidores públicos, principalmente os federais, o que tem contribuído para o deficit fiscal e o baixo crescimento econômico. Dos nove setores da iniciativa privada, cinco tiveram perdas bem acentuadas de renda, entre 7,2% e 16%. E acumula mais de 13 milhões de desempregados. Já o setor público, que, em média, tem os melhores salários e até aposentadorias, nesse período pesquisado dos últimos cinco anos teve aumento de renda de 7,5%, mesmo considerando a grave crise de 2015. Ou seja, privilégios para poucos, como não determina a Constituição. E a ilha especial, como é tratado o funcionalismo federal no rol das regalias, também foi favorecido com concessões, como das que foram incluídas no relatório da reforma da Previdência. É piada! Ou melhor, afronta à sociedade brasileira.

Paulo Panossian

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