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'É o câncer da aviação', diz especialista no combate ao táxi áreo clandestino

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


23/06/2019 | 08:18


O assessor técnico da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), Raul Marinho, especialista no combate ao Táxi Aéreo Clandestino, afirma que três tipos de helicópteros acabam transportando passageiros clandestinamente. Segundo ele, o mesmo vale para aviões.

O primeiro é o "taqueiro profissional, o clássico, aquele que comprou a aeronave para voar clandestinamente".

Em geral, gente do ramo que viu uma possibilidade de gerar receita própria, com custos menores do que o da aviação regular.

O segundo tipo, segundo Marinho, é o empresário que adquiriu um helicóptero e que, depois, passou a ter dificuldade para mantê-lo. "É o dono da rede de supermercados que comprou um helicóptero para ir para Angra (dos Reis, no litoral fluminense)", diz.

Um dia, um piloto ou algum amigo propõe usar a aeronave para transportar outras pessoas e usar esse dinheiro para ajudar nos custos de manutenção do helicóptero, que facilmente passam dos R$ 80 mil por ano. "Na hora que ele analisa, faz as contas, pronto: virou Taca", afirma Marinho. Ele mantém a aeronave para seu uso, mas com os custos pagos pelas viagens piratas feitas quando não está usando-a.

O terceiro tipo é o dono de helicóptero que faz o frete "como favor" para políticos em campanha ou artistas e doa o voo no lugar da doação comum.

Cantores

Marinho destaca que recentemente as autoridades têm focado as ações nos voos de cantores, uma vez que é difícil explicar como carona o transporte específico no dia e horário que o artista precisa. "O ''''Taca'''' é o câncer da aviação." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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'É o câncer da aviação', diz especialista no combate ao táxi áreo clandestino


23/06/2019 | 08:18


O assessor técnico da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), Raul Marinho, especialista no combate ao Táxi Aéreo Clandestino, afirma que três tipos de helicópteros acabam transportando passageiros clandestinamente. Segundo ele, o mesmo vale para aviões.

O primeiro é o "taqueiro profissional, o clássico, aquele que comprou a aeronave para voar clandestinamente".

Em geral, gente do ramo que viu uma possibilidade de gerar receita própria, com custos menores do que o da aviação regular.

O segundo tipo, segundo Marinho, é o empresário que adquiriu um helicóptero e que, depois, passou a ter dificuldade para mantê-lo. "É o dono da rede de supermercados que comprou um helicóptero para ir para Angra (dos Reis, no litoral fluminense)", diz.

Um dia, um piloto ou algum amigo propõe usar a aeronave para transportar outras pessoas e usar esse dinheiro para ajudar nos custos de manutenção do helicóptero, que facilmente passam dos R$ 80 mil por ano. "Na hora que ele analisa, faz as contas, pronto: virou Taca", afirma Marinho. Ele mantém a aeronave para seu uso, mas com os custos pagos pelas viagens piratas feitas quando não está usando-a.

O terceiro tipo é o dono de helicóptero que faz o frete "como favor" para políticos em campanha ou artistas e doa o voo no lugar da doação comum.

Cantores

Marinho destaca que recentemente as autoridades têm focado as ações nos voos de cantores, uma vez que é difícil explicar como carona o transporte específico no dia e horário que o artista precisa. "O ''''Taca'''' é o câncer da aviação." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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