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Xuxa volta como duende


Patrícia Vilani
Do Diário do Grande ABC

12/12/2002 | 17:57


Três filmes infantis fazem a alegria da criançada em férias neste fim de semana. Entra em cartaz Xuxa e os Duendes 2 – No Caminho das Fadas, de Paulo Sérgio Almeida e Rogério Gomes, e Meu Papai É Noel 2, produção da Disney dirigida pelo estreante Michael Lembeck. Em sessões de pré-estréia, sábado e domingo, será exibido o longa Pequenos Grandes Astros, de John Schultz, uma aventura regada a basquete, que tem como protagonista um rapper mirim norte-americano.   

Xuxa e os Duendes 2 pouco tem a acrescentar ao primeiro filme, que estreou no fim de 2001 e foi visto por 2,6 milhões de brasileiros. Maquiagem e cenários toscos e roteiro que beira a imbecilidade são os piores defeitos do filme que foi feito às pressas para ser lançado no verão e arrecadar muito dinheiro. As pessoas, no entanto, comparecerão aos montes, despreocupadas com qualquer estética cinematográfica, apenas para ver a Rainha dos Baixinhos. Ela pode não ser um duende nem qualquer outro ser mágico que aparece em seus filmes, mas tem, sim, o poder de hipnotizar a massa.   

Seu público é bem definido: adultos remanescentes da época do Xou da Xuxa, pequenos fãs do infantil Xuxa no Mundo da Imaginação e seus pais e os fofoqueiros de plantão. Desta vez, a apresentadora tem como par romântico na trama seu ex-futuro-atual Luciano Szafir. Durante a pré-estréia fechada do filme, que aconteceu no último sábado num shopping paulistano, Xuxa e Szafir desfilaram de mãos dadas. Mas o relacionamento está longe de ser um namoro normal. As famílias de ambos metem demais o bedelho. A imprensa, então, nem se fala.   

No filme, o casal desenvolve um diálogo que provavelmente nunca teve na vida real, mas deveria. Fala sobre pessoas vivendo sobre o mesmo teto, sobre alma gêmea e conciliação de diferenças. Algo normal para reles mortais, mas improvável para alguém que não vive neste mundo – como Xuxa, que preferiu o caminho das fadas.  

Natal – Enquanto a loira ataca mais uma vez de duendes, bruxas e afins, Tim Allen vai de Papai Noel. É o segundo ano consecutivo que o ator, acostumado a fazer sujeitos comuns que beiram a mediocridade (como em Super Pai), encarna o personagem natalino. Às vésperas das festas de fim de ano, Scott Calvin (Allen), Papai Noel há oito anos, tem de encontrar uma Mamãe Noel perfeita. Mas tem seus problemas: o filho, Charlie, entrou para a lista de garotos mal comportados e ele está prestes a perder o importante cargo.   

Nem tão fantasioso quanto, Pequenos Grandes Astros traz Lil Bow Wow como Calvin, um menino órfão de 14 anos que sonha ser Michael Jordan, apesar da baixa estatura. Isso acontece quando ele recebe, como doação, um tênis velho com as iniciais do ídolo. Ao colocá-lo, Calvin passa a bater um bolão e é convidado a jogar na NBA. O simpático Lil Bow Wow é cantor e faz sua estréia no cinema. Sensação adolescente, ele é comparado ao jovem Michael Jackson, talvez até pela semelhança física. É torcer para que o pequeno astro não vire, também, um ser bizarro.



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