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Bolsas de NY sobem após Fed indicar que pode cortar juros até o fim do ano



19/06/2019 | 18:34


Os principais índices acionários de Nova York fecharam em alta nesta quarta-feira, 19, dia em que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) decidiu pela manutenção da política monetária, embora tenha emitido sinais sobre futuros cortes nos juros, o que tende a estimular a economia americana.

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,15%, para 26.504,00 pontos. Já o S&P 500 subiu 0,30%, aos 2.926,46 pontos, e o Nasdaq avançou 0,42%, aos 7.987,32 pontos.

Na tarde desta quarta-feira, 19, o Fed manteve a taxa básica de juros americana inalterada na faixa de 2,25% a 2,50%, como já era esperado pelo mercado. A decisão, entretanto, não foi unânime: votou pela redução dos juros em 0,25 ponto porcentual o presidente da unidade de St. Louis do banco central, James Bullard.

Os investidores, contudo, se atentaram ao gráfico de pontos, que apontou para a possibilidade de maior acomodação da política monetária até o fim do ano, embora essa não seja a opinião da maioria dos dirigentes. Enquanto oito membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) esperam que as taxas permaneçam inalteradas até dezembro, sete acreditam que os Fed funds serão reduzidos em 50 pontos-base (pb) antes do final de 2019. Um dirigente vê os juros na faixa entre 2,00% e 2,50% no fim de 2019 e outro, na faixa entre 2,50% e 2,75%. "Parece que metade dos dirigentes está começando a entrar em pânico com os riscos das tensões comerciais, enquanto a outra metade quer permanecer 'paciente'", destacam analistas do banco de investimentos Jefferies.

As bolsas nova-iorquinas se fortaleceram ainda mais após a coletiva de imprensa do presidente do Fed, Jerome Powell. Reagindo ao cenário de possível corte nos juros em solo americano, o subíndice de saúde do S&P foi o que mais se fortaleceu no dia, subindo 0,96%, para 1.076,10 pontos. A UnitedHealth, controladora da Amil no Brasil, avançou 1,83%, acompanhada da Pfizer, que fechou em alta de 1,00%.

As sinalizações acomodatícias do Fed também pressionaram papéis de grandes bancos americanos. O Bank of America recuou 1,05% e o JPMorgan cedeu 0,72%. O subíndice financeiro do S&P 500, por sua vez, fechou em queda de 0,21%, para 451,26 pontos.



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Bolsas de NY sobem após Fed indicar que pode cortar juros até o fim do ano


19/06/2019 | 18:34


Os principais índices acionários de Nova York fecharam em alta nesta quarta-feira, 19, dia em que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) decidiu pela manutenção da política monetária, embora tenha emitido sinais sobre futuros cortes nos juros, o que tende a estimular a economia americana.

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,15%, para 26.504,00 pontos. Já o S&P 500 subiu 0,30%, aos 2.926,46 pontos, e o Nasdaq avançou 0,42%, aos 7.987,32 pontos.

Na tarde desta quarta-feira, 19, o Fed manteve a taxa básica de juros americana inalterada na faixa de 2,25% a 2,50%, como já era esperado pelo mercado. A decisão, entretanto, não foi unânime: votou pela redução dos juros em 0,25 ponto porcentual o presidente da unidade de St. Louis do banco central, James Bullard.

Os investidores, contudo, se atentaram ao gráfico de pontos, que apontou para a possibilidade de maior acomodação da política monetária até o fim do ano, embora essa não seja a opinião da maioria dos dirigentes. Enquanto oito membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) esperam que as taxas permaneçam inalteradas até dezembro, sete acreditam que os Fed funds serão reduzidos em 50 pontos-base (pb) antes do final de 2019. Um dirigente vê os juros na faixa entre 2,00% e 2,50% no fim de 2019 e outro, na faixa entre 2,50% e 2,75%. "Parece que metade dos dirigentes está começando a entrar em pânico com os riscos das tensões comerciais, enquanto a outra metade quer permanecer 'paciente'", destacam analistas do banco de investimentos Jefferies.

As bolsas nova-iorquinas se fortaleceram ainda mais após a coletiva de imprensa do presidente do Fed, Jerome Powell. Reagindo ao cenário de possível corte nos juros em solo americano, o subíndice de saúde do S&P foi o que mais se fortaleceu no dia, subindo 0,96%, para 1.076,10 pontos. A UnitedHealth, controladora da Amil no Brasil, avançou 1,83%, acompanhada da Pfizer, que fechou em alta de 1,00%.

As sinalizações acomodatícias do Fed também pressionaram papéis de grandes bancos americanos. O Bank of America recuou 1,05% e o JPMorgan cedeu 0,72%. O subíndice financeiro do S&P 500, por sua vez, fechou em queda de 0,21%, para 451,26 pontos.

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