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Muita grana e pouca gente


Márcio Bernardes

19/06/2019 | 16:47


 É fácil explicar o pequeno público em vários jogos da Copa América. Em primeiro lugar o alto preço dos ingressos. É difícil para o povão pagar em média R$ 200,00, quase R$ 300,00 para uma partida de futebol. A outra explicação é que ninguém é bobo; alguns jogos desta fase de classificação não merecem nem cobrança nas bilheterias. Nesses casos convites deveriam ser oferecidos às crianças, jovens e menos favorecidos.

Outro problema é a engenharia de entrega dos ingressos. Em São Paulo, por exemplo, para todos os jogos realizados na capital, o torcedor que comprou pela internet somente retira seu ticket no Memorial da América Latina. As filas são quilométricas. É difícil aguentar esse desconforto e descaso dos organizadores.

Com exceção dos dois jogos do Brasil, que não encheram o Morumbi e a Fonte Nova, com média inferior à 80% da capacidade dos estádios, nas outras partidas, mesmo as da Argentina, são vistos clarões nos estádios. Há, inclusive, sem confirmação oficial, uma informação de que os diretores de TV são orientados a não mostrar esses evidentes clarões nas arquibancadas.

Os cartolas da Conmebol e do Comitê Organizador Local são incompetentes e insensíveis. A ganância para faturar impossibilita a verdadeira festa que se espera no futebol.

Horror
Os cabelos brancos de Soteldo, pintados artificialmente, chamaram mais a atenção do que o futebol do Brasil em Salvador. Empatar com a Venezuela é uma vergonha. É o fim da picada. E a conversa de Tite não convence nem o seu compadre. Não adianta ter marcado três gols que foram anulados.

O Brasil jogou mal, muito mal. E errado. Não houve tática, o que é mal sinal. E a categoria individual de alguns jogadores não foi vista para decidir o jogo.

Estamos à deriva.

Vaias e aplausos
Daniel Alves foi infeliz ao criticar o torcedor paulista e enaltecer a galera baiana. Torcida é igual em todo lugar do mundo. Se o time jogar bem ganha aplausos. Se jogar mal leva vaias.

A reação das arquibancadas depende daquilo que se vê em campo. O resto é papo furado.



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Muita grana e pouca gente

Márcio Bernardes

19/06/2019 | 16:47


 É fácil explicar o pequeno público em vários jogos da Copa América. Em primeiro lugar o alto preço dos ingressos. É difícil para o povão pagar em média R$ 200,00, quase R$ 300,00 para uma partida de futebol. A outra explicação é que ninguém é bobo; alguns jogos desta fase de classificação não merecem nem cobrança nas bilheterias. Nesses casos convites deveriam ser oferecidos às crianças, jovens e menos favorecidos.

Outro problema é a engenharia de entrega dos ingressos. Em São Paulo, por exemplo, para todos os jogos realizados na capital, o torcedor que comprou pela internet somente retira seu ticket no Memorial da América Latina. As filas são quilométricas. É difícil aguentar esse desconforto e descaso dos organizadores.

Com exceção dos dois jogos do Brasil, que não encheram o Morumbi e a Fonte Nova, com média inferior à 80% da capacidade dos estádios, nas outras partidas, mesmo as da Argentina, são vistos clarões nos estádios. Há, inclusive, sem confirmação oficial, uma informação de que os diretores de TV são orientados a não mostrar esses evidentes clarões nas arquibancadas.

Os cartolas da Conmebol e do Comitê Organizador Local são incompetentes e insensíveis. A ganância para faturar impossibilita a verdadeira festa que se espera no futebol.

Horror
Os cabelos brancos de Soteldo, pintados artificialmente, chamaram mais a atenção do que o futebol do Brasil em Salvador. Empatar com a Venezuela é uma vergonha. É o fim da picada. E a conversa de Tite não convence nem o seu compadre. Não adianta ter marcado três gols que foram anulados.

O Brasil jogou mal, muito mal. E errado. Não houve tática, o que é mal sinal. E a categoria individual de alguns jogadores não foi vista para decidir o jogo.

Estamos à deriva.

Vaias e aplausos
Daniel Alves foi infeliz ao criticar o torcedor paulista e enaltecer a galera baiana. Torcida é igual em todo lugar do mundo. Se o time jogar bem ganha aplausos. Se jogar mal leva vaias.

A reação das arquibancadas depende daquilo que se vê em campo. O resto é papo furado.

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