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Bolsas da Europa fecham em altas superiores a 1% após falas de Draghi e de Trump

Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


18/06/2019 | 14:51


As principais bolsas europeias fecharam em alta nesta terça-feira, 18, com avanços superiores a 1%, ganhando fôlego após a declaração do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, de que "cortes de juros continuam fazendo parte das ferramentas do BCE". Draghi afirmou ainda que, caso não haja melhoria na perspectiva de inflação para a zona do euro, "estímulos adicionais serão necessários", mencionando o programa de relaxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês).

Outro estímulo aos mercados veio do anúncio do presidente americano, Donald Trump, de que irá se reunir na próxima semana com o presidente da China, Xi Jinping, durante o encontro da cúpula do G-20. A melhor perspectiva para o cenário global também aqueceu os pregões europeus. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou com ganho de 1,77%, a 385,14 pontos, atingindo seu nível mais alto desde 6 de maio, quando havia fechado a 386,95 pontos.

Durante discurso no fórum de Sintra, Portugal, Draghi reforçou que o BCE "permanece comprometido com seu objetivo e não se resignará perante a inflação muito baixa". O presidente insinuou ao mercado que a autoridade monetária europeia poderá cortar juros, retomar a compra de ativos e ajustar suas diretrizes conforme necessário. Contudo, a fala de Draghi "sinaliza uma resposta atrasada", na avaliação do JPMorgan.

Para o analista Greg Fuzesi, do JPMorgan de Londres, em março, o BCE projetou uma inflação estagnada a 1,6%, e dali em diante observou as expectativas de inflação do mercado caírem continuamente. "Portanto, o BCE já deveria ter feito mais, e podemos ter chegado ao ponto em que a última gota d''água transbordou o copo", avalia Fuzesi. O JPMorgan espera que o BCE corte 10 pontos-base na taxa de juros de depósito em setembro, após ajustar suas diretrizes em julho.

Em meio ao clima de otimismo, o índice CAC 40 da bolsa de Paris avançou 2,20%, a 5.509,73 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX teve alta de 2,03%, a 12.331,75 pontos. A bolsa de Londres, por sua vez, registrou ganho de 1,17% do índice FTSE 100, a 7.443,04.

Na bolsa de Milão, o índice FTSE MIB fechou em alta de 2,46%, a 21.133,78 pontos. Em Madri, o índice IBEX 35 subiu 1,19%, a 9.420,70 pontos, enquanto o índice PSI 20, da bolsa de Lisboa, ganhou 1,22% e fechou a 5.125,30 pontos, na máxima do dia.



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Bolsas da Europa fecham em altas superiores a 1% após falas de Draghi e de Trump


18/06/2019 | 14:51


As principais bolsas europeias fecharam em alta nesta terça-feira, 18, com avanços superiores a 1%, ganhando fôlego após a declaração do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, de que "cortes de juros continuam fazendo parte das ferramentas do BCE". Draghi afirmou ainda que, caso não haja melhoria na perspectiva de inflação para a zona do euro, "estímulos adicionais serão necessários", mencionando o programa de relaxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês).

Outro estímulo aos mercados veio do anúncio do presidente americano, Donald Trump, de que irá se reunir na próxima semana com o presidente da China, Xi Jinping, durante o encontro da cúpula do G-20. A melhor perspectiva para o cenário global também aqueceu os pregões europeus. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou com ganho de 1,77%, a 385,14 pontos, atingindo seu nível mais alto desde 6 de maio, quando havia fechado a 386,95 pontos.

Durante discurso no fórum de Sintra, Portugal, Draghi reforçou que o BCE "permanece comprometido com seu objetivo e não se resignará perante a inflação muito baixa". O presidente insinuou ao mercado que a autoridade monetária europeia poderá cortar juros, retomar a compra de ativos e ajustar suas diretrizes conforme necessário. Contudo, a fala de Draghi "sinaliza uma resposta atrasada", na avaliação do JPMorgan.

Para o analista Greg Fuzesi, do JPMorgan de Londres, em março, o BCE projetou uma inflação estagnada a 1,6%, e dali em diante observou as expectativas de inflação do mercado caírem continuamente. "Portanto, o BCE já deveria ter feito mais, e podemos ter chegado ao ponto em que a última gota d''água transbordou o copo", avalia Fuzesi. O JPMorgan espera que o BCE corte 10 pontos-base na taxa de juros de depósito em setembro, após ajustar suas diretrizes em julho.

Em meio ao clima de otimismo, o índice CAC 40 da bolsa de Paris avançou 2,20%, a 5.509,73 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX teve alta de 2,03%, a 12.331,75 pontos. A bolsa de Londres, por sua vez, registrou ganho de 1,17% do índice FTSE 100, a 7.443,04.

Na bolsa de Milão, o índice FTSE MIB fechou em alta de 2,46%, a 21.133,78 pontos. Em Madri, o índice IBEX 35 subiu 1,19%, a 9.420,70 pontos, enquanto o índice PSI 20, da bolsa de Lisboa, ganhou 1,22% e fechou a 5.125,30 pontos, na máxima do dia.

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