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Odebrecht entra com pedido de recuperação judicial

EBC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Valor de dívida ativa é de R$ 51 bilhões; processo não inclui petroquímica Braskem


Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

18/06/2019 | 09:00


A Odebrecht S.A. entrou oficialmente com pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo, ontem, com valor de R$ 51 bilhões em dívida ativa. Dentro do processo não está incluída a Braskem, que tem unidades em Santo André e Mauá, onde mantêm 4.000 funcionários diretos e indiretos, e da qual a Odebrecht é acionista controladora.

Além da petroquímica, outras oito empresas do grupo, além da Atvos Agroindustrial, que já se encontra em recuperação judicial, não integram o processo. “Tanto as empresas operacionais como as auxiliares e a própria ODB (Odebrecht) continuam mantendo normalmente suas atividades, focadas no objetivo comum de assegurar estabilidade financeira e crescimento sustentável, preservando assim sua função social de garantir e gerar postos de trabalho”, informou a empresa, por meio de nota.

De acordo com informações da Odebrecht, o grupo chegou a ter mais de 180 mil trabalhadores há cinco anos, porém, atualmente concentra 48 mil postos de trabalho, ou seja, 73,33% a menos. De acordo com a empresa, o resultado é consequência da “crise econômica que frustrou muitos dos planos de investimentos feitos pela ODB, do impacto reputacional pelos erros cometidos e da dificuldade pela qual empresas que colaboram com a Justiça passam para voltar a receber novos créditos e a ter seus serviços contratados”, informou. A empresa foi acusada de pagamento de propina pela Operação Lava Jato.

O grupo afirmou no posicionamento que desde 2016 vem se esforçando para cumprir com seus compromissos, mas que, por causa do vencimento de “dívidas, da ocorrência de fatos imprevisíveis e dos recentes ataques aos ativos das empresas”, a administração com autorização do acionista controlador concluiu que a recuperação judicial se tornou a medida mais adequada para a conclusão com sucesso do processo de reestruturação financeira do grupo. 



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Odebrecht entra com pedido de recuperação judicial

Valor de dívida ativa é de R$ 51 bilhões; processo não inclui petroquímica Braskem

Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

18/06/2019 | 09:00


A Odebrecht S.A. entrou oficialmente com pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo, ontem, com valor de R$ 51 bilhões em dívida ativa. Dentro do processo não está incluída a Braskem, que tem unidades em Santo André e Mauá, onde mantêm 4.000 funcionários diretos e indiretos, e da qual a Odebrecht é acionista controladora.

Além da petroquímica, outras oito empresas do grupo, além da Atvos Agroindustrial, que já se encontra em recuperação judicial, não integram o processo. “Tanto as empresas operacionais como as auxiliares e a própria ODB (Odebrecht) continuam mantendo normalmente suas atividades, focadas no objetivo comum de assegurar estabilidade financeira e crescimento sustentável, preservando assim sua função social de garantir e gerar postos de trabalho”, informou a empresa, por meio de nota.

De acordo com informações da Odebrecht, o grupo chegou a ter mais de 180 mil trabalhadores há cinco anos, porém, atualmente concentra 48 mil postos de trabalho, ou seja, 73,33% a menos. De acordo com a empresa, o resultado é consequência da “crise econômica que frustrou muitos dos planos de investimentos feitos pela ODB, do impacto reputacional pelos erros cometidos e da dificuldade pela qual empresas que colaboram com a Justiça passam para voltar a receber novos créditos e a ter seus serviços contratados”, informou. A empresa foi acusada de pagamento de propina pela Operação Lava Jato.

O grupo afirmou no posicionamento que desde 2016 vem se esforçando para cumprir com seus compromissos, mas que, por causa do vencimento de “dívidas, da ocorrência de fatos imprevisíveis e dos recentes ataques aos ativos das empresas”, a administração com autorização do acionista controlador concluiu que a recuperação judicial se tornou a medida mais adequada para a conclusão com sucesso do processo de reestruturação financeira do grupo. 

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