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Atual bicampeão da Copa América, Chile estreia com goleada sobre o Japão



17/06/2019 | 22:12


O Chile começou a defender seu bicampeonato da Copa América com uma goleada por 4 a 0 sobre o Japão, na noite desta segunda-feira, no Morumbi. Para a alegria de sua empolgada torcida, maioria entre os 23.253 pagantes nas arquibancadas do estádio são-paulino, os chilenos mostraram um bom futebol, sobretudo no segundo tempo, e igualaram-se ao Uruguai na liderança do Grupo C.

Agora, pela segunda rodada, o Japão volta a jogar na próxima quinta-feira, contra o Uruguai, na Arena Grêmio, em Porto Alegre. O Chile enfrenta na sexta-feira o Equador, em jogo marcado para a Arena Fonte Nova, em Salvador.

Japão e Chile fizeram um primeiro tempo que teve fases de pura correria e alguns momentos de pelada, com chutões, trombadas e erros grosseiros. Mas também teve momentos em que as duas seleções tentavam criar jogadas, com trocas de passes como recurso para envolver a marcação adversária. Os erros, porém, eram muitos, impossibilitando a conclusão dos lances.

Os japoneses tentavam por vezes jogadas em velocidade, principalmente pelo lado esquerdo, onde Nakajima envolvia Isla com alguma facilidade. Kubo também confirmou ser bom jogador, com alguns lances de habilidade, como o que se livrou de Pulgar colocando a bola entre suas pernas.

O Chile era mais vertical, buscando jogadas longas para Sanchez e Vargas, mas ambos, na parte inicial da etapa, perderam boas chances de contra-ataque.

Os primeiros 30 minutos foram equilibrados. O Japão teve a primeira boa chance da partida aos 5 minutos, mas Kubo, jogador contratado para o Real Madrid B, cobrando por cima do gol falta sofrida por Ueda. O Chile chegou com perigo aos 13, mas Vargas chutou por cima do gol japonês. Aos 27, o atacante chileno cabeceou fraco e facilitou a defesa de Osako.

A partir dos 30 minutos, porém, o jogo mudou. O Chile passou a jogar no campo dos asiáticos, não permitindo que eles respirassem. Com isso, as chances de gol começaram aparecer. Sanchez perdeu duas delas seguidas na altura dos 34 minutos. Primeiro, chutou por cima do gol, da entrada na área. Na saída de bola, os japoneses erraram e o atacante bateu rente à trave, à direita do goleiro.

Aránguiz ainda perdeu boa oportunidade antes do gol de Pulgar, aos 40 minutos. Após cobrança de escanteio, o meio-campista subiu mais alto que Nakayama e marcou para o Chile.

Mesmo dominado, o Japão ainda teve uma chance de ouro para empatar no final da etapa, quando Shibasaki recuperou uma bola e lançou Ueda, que chegou a driblar o goleiro Arias, mas chutou para fora.

O Chile praticamente acabou com qualquer possibilidade de reação do Japão logo aos 8 minutos da etapa final. Isla recebeu de Vargas na direita, na lateral da área, e devolveu para o atacante bater de primeira. A bola desviou na zaga e enganou Osako.

Os japoneses tiveram uma chance com Ueda pouco depois, mas era o Chile quem estava confortável na partida. Mesmo assim, os chilenos levaram um grande susto aos 18 minutos, quando Kubo driblou dois defensores, entrando na área em velocidade, mas chutou torto, pelo lado de fora da rede.

O Chile diminuiu o ritmo, passou a tocar a bola e sua a animada torcida ao gritar "olé" com 20 minutos de partida. Esse desinteresse chileno deu ânimo ao Japão, que passou a lutar ainda mais para recuperar bolas e tentar surpreender em velocidade. Quase conseguiu aos 21 minutos, mas Ueda chegou atrasado após um cruzamento da esquerda.

O Japão continuou martelando enquanto o Chile procurava apenas fazer o tempo passar, mesmo tomando alguns sustos, e atacava esporadicamente. Aos 29 minutos, o goleiro Arias parou novamente Ueda, já na pequena área. Foi o último lance de Ueda, substituído a seguir por Okazaki.

Mas se o Japão se esforçava, a maior qualidade técnica e também a experiência era do Chile, que chegou a goleada em dois lances seguidos. Aos 36, Aránguiz fez belo lance na área e cruzou para Alexis Sánchez marcar de cabeça; aos 37, numa trama em velocidade, Vargas foi lançado em profundidade e só precisou dar um leve toque na saída do desesperado Osako para fazer 4 a 0.

A partir daí, foi só esperar o final do jogo. O Chile até poderia ter ampliado, mas a festa da estreia já estava garantida.

FICHA TÉCNICA:

JAPÃO 0 x 4 CHILE

JAPÃO - Osako; Tomiyasu, Ueda e Nakayama; Shibasaki, Hara, Sugioka e Kubo; Maeda (Miyoshi), Ueda (Okazaki) e Nakajima (Hiroki). Técnico: Hajime Moriyasu.

CHILE - Gabriel Arias; Isla, Gary Medel, Maripán e Beausejour; Erick Pulgar, Aránguiz e Vidal (Hernández); Fuenzalida (Opazo), Alexis Sánchez (Junior Fernandes) e Eduardo Vargas. Técnico: Reinaldo Rueda.

GOLS - Pulgar, aos 40 minutos do primeiro tempo. Vargas, aos 8, Sánchez, aos 36, e Vargas, aos 37 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO - Mario Díaz de Vivar (Fifa/Paraguai).

CARTÕES AMARELOS - Hara, Nakayama (Japão) e Opazo (Chile).

RENDA - R$ 4.705.020,00.

PÚBLICO - 23.253 pagantes.

LOCAL - Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP).



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Atual bicampeão da Copa América, Chile estreia com goleada sobre o Japão


17/06/2019 | 22:12


O Chile começou a defender seu bicampeonato da Copa América com uma goleada por 4 a 0 sobre o Japão, na noite desta segunda-feira, no Morumbi. Para a alegria de sua empolgada torcida, maioria entre os 23.253 pagantes nas arquibancadas do estádio são-paulino, os chilenos mostraram um bom futebol, sobretudo no segundo tempo, e igualaram-se ao Uruguai na liderança do Grupo C.

Agora, pela segunda rodada, o Japão volta a jogar na próxima quinta-feira, contra o Uruguai, na Arena Grêmio, em Porto Alegre. O Chile enfrenta na sexta-feira o Equador, em jogo marcado para a Arena Fonte Nova, em Salvador.

Japão e Chile fizeram um primeiro tempo que teve fases de pura correria e alguns momentos de pelada, com chutões, trombadas e erros grosseiros. Mas também teve momentos em que as duas seleções tentavam criar jogadas, com trocas de passes como recurso para envolver a marcação adversária. Os erros, porém, eram muitos, impossibilitando a conclusão dos lances.

Os japoneses tentavam por vezes jogadas em velocidade, principalmente pelo lado esquerdo, onde Nakajima envolvia Isla com alguma facilidade. Kubo também confirmou ser bom jogador, com alguns lances de habilidade, como o que se livrou de Pulgar colocando a bola entre suas pernas.

O Chile era mais vertical, buscando jogadas longas para Sanchez e Vargas, mas ambos, na parte inicial da etapa, perderam boas chances de contra-ataque.

Os primeiros 30 minutos foram equilibrados. O Japão teve a primeira boa chance da partida aos 5 minutos, mas Kubo, jogador contratado para o Real Madrid B, cobrando por cima do gol falta sofrida por Ueda. O Chile chegou com perigo aos 13, mas Vargas chutou por cima do gol japonês. Aos 27, o atacante chileno cabeceou fraco e facilitou a defesa de Osako.

A partir dos 30 minutos, porém, o jogo mudou. O Chile passou a jogar no campo dos asiáticos, não permitindo que eles respirassem. Com isso, as chances de gol começaram aparecer. Sanchez perdeu duas delas seguidas na altura dos 34 minutos. Primeiro, chutou por cima do gol, da entrada na área. Na saída de bola, os japoneses erraram e o atacante bateu rente à trave, à direita do goleiro.

Aránguiz ainda perdeu boa oportunidade antes do gol de Pulgar, aos 40 minutos. Após cobrança de escanteio, o meio-campista subiu mais alto que Nakayama e marcou para o Chile.

Mesmo dominado, o Japão ainda teve uma chance de ouro para empatar no final da etapa, quando Shibasaki recuperou uma bola e lançou Ueda, que chegou a driblar o goleiro Arias, mas chutou para fora.

O Chile praticamente acabou com qualquer possibilidade de reação do Japão logo aos 8 minutos da etapa final. Isla recebeu de Vargas na direita, na lateral da área, e devolveu para o atacante bater de primeira. A bola desviou na zaga e enganou Osako.

Os japoneses tiveram uma chance com Ueda pouco depois, mas era o Chile quem estava confortável na partida. Mesmo assim, os chilenos levaram um grande susto aos 18 minutos, quando Kubo driblou dois defensores, entrando na área em velocidade, mas chutou torto, pelo lado de fora da rede.

O Chile diminuiu o ritmo, passou a tocar a bola e sua a animada torcida ao gritar "olé" com 20 minutos de partida. Esse desinteresse chileno deu ânimo ao Japão, que passou a lutar ainda mais para recuperar bolas e tentar surpreender em velocidade. Quase conseguiu aos 21 minutos, mas Ueda chegou atrasado após um cruzamento da esquerda.

O Japão continuou martelando enquanto o Chile procurava apenas fazer o tempo passar, mesmo tomando alguns sustos, e atacava esporadicamente. Aos 29 minutos, o goleiro Arias parou novamente Ueda, já na pequena área. Foi o último lance de Ueda, substituído a seguir por Okazaki.

Mas se o Japão se esforçava, a maior qualidade técnica e também a experiência era do Chile, que chegou a goleada em dois lances seguidos. Aos 36, Aránguiz fez belo lance na área e cruzou para Alexis Sánchez marcar de cabeça; aos 37, numa trama em velocidade, Vargas foi lançado em profundidade e só precisou dar um leve toque na saída do desesperado Osako para fazer 4 a 0.

A partir daí, foi só esperar o final do jogo. O Chile até poderia ter ampliado, mas a festa da estreia já estava garantida.

FICHA TÉCNICA:

JAPÃO 0 x 4 CHILE

JAPÃO - Osako; Tomiyasu, Ueda e Nakayama; Shibasaki, Hara, Sugioka e Kubo; Maeda (Miyoshi), Ueda (Okazaki) e Nakajima (Hiroki). Técnico: Hajime Moriyasu.

CHILE - Gabriel Arias; Isla, Gary Medel, Maripán e Beausejour; Erick Pulgar, Aránguiz e Vidal (Hernández); Fuenzalida (Opazo), Alexis Sánchez (Junior Fernandes) e Eduardo Vargas. Técnico: Reinaldo Rueda.

GOLS - Pulgar, aos 40 minutos do primeiro tempo. Vargas, aos 8, Sánchez, aos 36, e Vargas, aos 37 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO - Mario Díaz de Vivar (Fifa/Paraguai).

CARTÕES AMARELOS - Hara, Nakayama (Japão) e Opazo (Chile).

RENDA - R$ 4.705.020,00.

PÚBLICO - 23.253 pagantes.

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