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Ex-presidente do Egito, Mohamed Morsi morre durante seu próprio julgamento

TAREK EL-GABBAS/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Morsi cumpria pena por incitar assassinatos de manifestantes durante manifestações em 2012



17/06/2019 | 14:13


O ex-presidente do Egito Mohamed Morsi, líder da Irmandade Muçulmana que subiu ao cargo nas primeiras eleições livres do país em 2012 e que foi destituído um ano depois pelos militares, desmaiou no tribunal durante um julgamento e morreu nesta segunda-feira, 17. As informações são da família do ex-presidente e da TV estatal egípcia.

Morsi foi o primeiro presidente democraticamente eleito do Egito, depois da Primavera Árabe de 2011. Ele ficou no cargo por cerca de um ano, até ser derrubado pelos militares em 2013, depois de protestos em massa contra seu governo.

O general Abdel Fattah al-Sissi, agora presidente, assumiu o poder na ocasião.

Morsi cumpria uma pena de 20 anos, após ter sido condenado por incitar a morte de manifestantes durante manifestações em 2012.

Ao lado do ex-guia supremo da Irmandade, Mohamed Badia, Morsi foi condenado a morte e a prisão perpétua em diferentes casos já julgados pela Justiça do país.

COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS



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Ex-presidente do Egito, Mohamed Morsi morre durante seu próprio julgamento

Morsi cumpria pena por incitar assassinatos de manifestantes durante manifestações em 2012


17/06/2019 | 14:13


O ex-presidente do Egito Mohamed Morsi, líder da Irmandade Muçulmana que subiu ao cargo nas primeiras eleições livres do país em 2012 e que foi destituído um ano depois pelos militares, desmaiou no tribunal durante um julgamento e morreu nesta segunda-feira, 17. As informações são da família do ex-presidente e da TV estatal egípcia.

Morsi foi o primeiro presidente democraticamente eleito do Egito, depois da Primavera Árabe de 2011. Ele ficou no cargo por cerca de um ano, até ser derrubado pelos militares em 2013, depois de protestos em massa contra seu governo.

O general Abdel Fattah al-Sissi, agora presidente, assumiu o poder na ocasião.

Morsi cumpria uma pena de 20 anos, após ter sido condenado por incitar a morte de manifestantes durante manifestações em 2012.

Ao lado do ex-guia supremo da Irmandade, Mohamed Badia, Morsi foi condenado a morte e a prisão perpétua em diferentes casos já julgados pela Justiça do país.

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