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Câmara de Santo André admite reforço de segurança pós-crise

Legislativo retoma estudo de câmeras de monitoramento e ainda a instalação de detector de metais


Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

17/06/2019 | 07:00


 Depois do episódio de tumulto generalizado na sessão de terça-feira, a Câmara de Santo André admite discussões sobre reforço da segurança do espaço. O presidente do Legislativo, Pedrinho Botaro (PSDB), reconheceu que dará andamento a estudos para aquisição de câmeras de monitoramento e de detector de metais. O debate voltou à tona diante da confusão, com momentos de pancadaria, acerca da votação do projeto que autoriza a concessão de parte do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) à Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).

“A Câmara não tem sistema de monitoramento por câmeras. Daremos andamento (a estudo), precisa ser atualizado. Isso porque há muito tempo outros presidentes quiserem implantar e acabou parando, assim como (aconteceu com) as catracas. Agora, já foi feito controle de acesso, que é positivo. Vamos fazer estudo também de detector de metais. Justifica-se pelo fato de objetos terem sido lançados, moedas, além de que viram até pessoas armadas”, sustentou Pedrinho, ao citar que os casos de violência e transgressão às regras que envolveram aquela plenária serão apurados.

A compra de câmeras estava prevista desde a presidência de José de Araújo (PSD, entre 2011 e 2012), mas não teve avanço apesar de tentativas dos sucessores. O estudo apontava aquisição de pouco mais de 20 equipamentos, tanto na parte interna quanto externa. O detector de metais, por sua vez, ficou fora do pacote contratado de serviços da recente instalação das catracas eletrônicas. O procedimento do controle de acesso foi encaminhado no fim do ano passado e implementado há um mês, visando registro de entrada.

Os casos de agressões físicas e invasões ao plenário da Câmara foram gravados pela imprensa e também pelos equipamentos de vídeo da casa. Vítimas das brigas registraram, inclusive, BO (Boletim de Ocorrência), denunciando os envolvidos, que poderão ser identificados pelas imagens. Além das gravações, o Legislativo, com o controle de acesso, tem a lista de registro das pessoas que adentraram as dependências do prédio naquele dia.

Questionado em relação a prazos para a decisão, Pedrinho alegou que pretende definir “o quanto antes”. “O prazo é ontem, com urgência, porque os debates acabam sendo cada vez mais acalorados. A Câmara está sendo reestruturada justamente para preservar seu patrimônio. A vida das pessoas também é patrimônio”.



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Câmara de Santo André admite reforço de segurança pós-crise

Legislativo retoma estudo de câmeras de monitoramento e ainda a instalação de detector de metais

Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

17/06/2019 | 07:00


 Depois do episódio de tumulto generalizado na sessão de terça-feira, a Câmara de Santo André admite discussões sobre reforço da segurança do espaço. O presidente do Legislativo, Pedrinho Botaro (PSDB), reconheceu que dará andamento a estudos para aquisição de câmeras de monitoramento e de detector de metais. O debate voltou à tona diante da confusão, com momentos de pancadaria, acerca da votação do projeto que autoriza a concessão de parte do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) à Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).

“A Câmara não tem sistema de monitoramento por câmeras. Daremos andamento (a estudo), precisa ser atualizado. Isso porque há muito tempo outros presidentes quiserem implantar e acabou parando, assim como (aconteceu com) as catracas. Agora, já foi feito controle de acesso, que é positivo. Vamos fazer estudo também de detector de metais. Justifica-se pelo fato de objetos terem sido lançados, moedas, além de que viram até pessoas armadas”, sustentou Pedrinho, ao citar que os casos de violência e transgressão às regras que envolveram aquela plenária serão apurados.

A compra de câmeras estava prevista desde a presidência de José de Araújo (PSD, entre 2011 e 2012), mas não teve avanço apesar de tentativas dos sucessores. O estudo apontava aquisição de pouco mais de 20 equipamentos, tanto na parte interna quanto externa. O detector de metais, por sua vez, ficou fora do pacote contratado de serviços da recente instalação das catracas eletrônicas. O procedimento do controle de acesso foi encaminhado no fim do ano passado e implementado há um mês, visando registro de entrada.

Os casos de agressões físicas e invasões ao plenário da Câmara foram gravados pela imprensa e também pelos equipamentos de vídeo da casa. Vítimas das brigas registraram, inclusive, BO (Boletim de Ocorrência), denunciando os envolvidos, que poderão ser identificados pelas imagens. Além das gravações, o Legislativo, com o controle de acesso, tem a lista de registro das pessoas que adentraram as dependências do prédio naquele dia.

Questionado em relação a prazos para a decisão, Pedrinho alegou que pretende definir “o quanto antes”. “O prazo é ontem, com urgência, porque os debates acabam sendo cada vez mais acalorados. A Câmara está sendo reestruturada justamente para preservar seu patrimônio. A vida das pessoas também é patrimônio”.

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