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Assembleia cobra divulgação de estudos sobre a Linha 18

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Requerimento de autoria de Márcio da Farmácia pede publicidade de análise feita pelo Estado


Daniel Tossato
Do dgabc.com.br

15/06/2019 | 07:00


A Assembleia Legislativa deu encaminhamento a requerimento de informações cobrando a divulgação dos estudos feitos pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos sobre viabilidade da Linha 18-Bronze, que ligará o Grande ABC ao sistema metroviário da Capital. O governo do Estado tem até o dia 28 para responder.

O requerimento é de autoria do deputado estadual Márcio da Farmácia (Podemos), de Diadema, e é endereçado ao secretário de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy.

No documento, Márcio faz nove questionamentos. Três são especificamente sobre o estudo que o governador João Doria (PSDB) disse em março que iria solicitar para definir o futuro da Linha 18. A obra foi licitada e tem contrato assinado desde 2014 – via PPP (Parceria Público-Privada), ao custo inicial de R$ 4,26 bilhões –, porém, nunca saiu do papel. O Estado não obteve autorização para contrair empréstimo para as desapropriações.

As perguntas são se “existe algum estudo de impacto viário sobre a implantação da Linha 18-Bronze do Metrô”, se “existe algum estudo de infraestrutura sobre a implantação da Linha 18-Bronze” e se “existe algum estudo sobre qual será o impacto para as empresas de transportes coletivos que atendem a região da implantação da Linha 18-Bronze do Metrô com sua implantação”.

O parlamentar diademense ainda questiona se há planos do governo paulista em contemplar Diadema com ligação ao Metrô. Em 2014, houve debate sobre a viabilidade de extensão da Linha 17-Ouro – que vai da Estação Morumbi à Estação Jardim Aeroporto, na Zona Sul da Capital – para o município do Grande ABC. Mas a ideia nunca se concretizou.

Márcio indaga também “qual o valor previsto no orçamento de 2019 para a implantação e obras da Linha 18-Bronze”, se “existe uma previsão de tempo para início das obras” e se “existe alguma previsão de prazo para conclusão da Linha 18-Bronze”. Outras dúvidas são sobre o custo para implantação do modal e a perspectiva de valor da tarifa cobrada do usuário final.

Baldy estará na Assembleia no dia 25, para prestação semestral de contas de sua pasta para deputados estaduais. A bancada de oposição ao governador Doria já avisou que aproveitará a visita para pressionar pela manutenção do projeto original da Linha 18.

Isso porque Doria admitiu a possibilidade de trocar o monotrilho, estabelecido no contrato já assinado, pelo BRT (sigla em inglês para ônibus de alta velocidade). A troca estaria calçada em suposta redução de custos devido à queda da demanda – estudos concretos, entretanto, não foram apresentados.

Márcio da Farmácia não retornou aos contatos da equipe do Diário para comentar o requerimento. 



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Assembleia cobra divulgação de estudos sobre a Linha 18

Requerimento de autoria de Márcio da Farmácia pede publicidade de análise feita pelo Estado

Daniel Tossato
Do dgabc.com.br

15/06/2019 | 07:00


A Assembleia Legislativa deu encaminhamento a requerimento de informações cobrando a divulgação dos estudos feitos pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos sobre viabilidade da Linha 18-Bronze, que ligará o Grande ABC ao sistema metroviário da Capital. O governo do Estado tem até o dia 28 para responder.

O requerimento é de autoria do deputado estadual Márcio da Farmácia (Podemos), de Diadema, e é endereçado ao secretário de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy.

No documento, Márcio faz nove questionamentos. Três são especificamente sobre o estudo que o governador João Doria (PSDB) disse em março que iria solicitar para definir o futuro da Linha 18. A obra foi licitada e tem contrato assinado desde 2014 – via PPP (Parceria Público-Privada), ao custo inicial de R$ 4,26 bilhões –, porém, nunca saiu do papel. O Estado não obteve autorização para contrair empréstimo para as desapropriações.

As perguntas são se “existe algum estudo de impacto viário sobre a implantação da Linha 18-Bronze do Metrô”, se “existe algum estudo de infraestrutura sobre a implantação da Linha 18-Bronze” e se “existe algum estudo sobre qual será o impacto para as empresas de transportes coletivos que atendem a região da implantação da Linha 18-Bronze do Metrô com sua implantação”.

O parlamentar diademense ainda questiona se há planos do governo paulista em contemplar Diadema com ligação ao Metrô. Em 2014, houve debate sobre a viabilidade de extensão da Linha 17-Ouro – que vai da Estação Morumbi à Estação Jardim Aeroporto, na Zona Sul da Capital – para o município do Grande ABC. Mas a ideia nunca se concretizou.

Márcio indaga também “qual o valor previsto no orçamento de 2019 para a implantação e obras da Linha 18-Bronze”, se “existe uma previsão de tempo para início das obras” e se “existe alguma previsão de prazo para conclusão da Linha 18-Bronze”. Outras dúvidas são sobre o custo para implantação do modal e a perspectiva de valor da tarifa cobrada do usuário final.

Baldy estará na Assembleia no dia 25, para prestação semestral de contas de sua pasta para deputados estaduais. A bancada de oposição ao governador Doria já avisou que aproveitará a visita para pressionar pela manutenção do projeto original da Linha 18.

Isso porque Doria admitiu a possibilidade de trocar o monotrilho, estabelecido no contrato já assinado, pelo BRT (sigla em inglês para ônibus de alta velocidade). A troca estaria calçada em suposta redução de custos devido à queda da demanda – estudos concretos, entretanto, não foram apresentados.

Márcio da Farmácia não retornou aos contatos da equipe do Diário para comentar o requerimento. 

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