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Duas horas ao ar livre garantem a saúde, aponta estudo

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


14/06/2019 | 11:01


Passar pelo menos duas horas por semana ao ar livre, em contato com a natureza, pode ser crucial na promoção da saúde e do bem-estar da população. É o que mostra um estudo de larga escala liderado pela Universidade de Exeter e publicado na Scientific Reports.

A nova pesquisa revelou que as pessoas que passam pelo menos 120 minutos por semana na natureza são significativamente mais propensas a terem uma boa saúde e maior bem-estar psicológico do que as demais. Os benefícios não foram constatados entre os que visitam parques, bosques e praias por menos de duas horas por semana.

O estudo usou dados de aproximadamente 20 mil pessoas no Reino Unido - mas os resultados podem ser aplicados para qualquer região do planeta. Também não fez diferença se a pessoa passasse duas horas ininterruptas em contato com a natureza apenas uma vez por semana ou se os 120 minutos fossem alcançados em pequenos passeios ao longo da semana.

O caminhoneiro Guilherme Almeida, de 31 anos, não conhecia as recomendações científicas. Mesmo sem saber, as coloca em prática toda semana. Na tarde desta sexta-feira, 13, estava fazendo rapel em uma praia da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, na companhia de outros cinco amigos de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, que aproveitaram o feriado de Santo Antônio. "Sempre fazemos algo no fim de semana ou nos feriados: trilha, rapel, caminhada. Funciona como válvula de escape, nos ajuda a dar uma relaxada."

O trabalho também revelou que as duas horas semanais se aplicam da mesma forma a homens e mulheres, jovens e idosos, integrantes de diferentes grupos étnicos, ricos e pobres, e mesmo entre doentes. "Já é bem sabido que ficar ao ar livre, em contato com a natureza, faz bem para a saúde e o bem-estar; mas, até hoje, não sabíamos quanto tempo seria o suficiente", afirmou o principal autor do estudo, Mat White, da Escola de Medicina da Universidade de Exeter. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Duas horas ao ar livre garantem a saúde, aponta estudo


14/06/2019 | 11:01


Passar pelo menos duas horas por semana ao ar livre, em contato com a natureza, pode ser crucial na promoção da saúde e do bem-estar da população. É o que mostra um estudo de larga escala liderado pela Universidade de Exeter e publicado na Scientific Reports.

A nova pesquisa revelou que as pessoas que passam pelo menos 120 minutos por semana na natureza são significativamente mais propensas a terem uma boa saúde e maior bem-estar psicológico do que as demais. Os benefícios não foram constatados entre os que visitam parques, bosques e praias por menos de duas horas por semana.

O estudo usou dados de aproximadamente 20 mil pessoas no Reino Unido - mas os resultados podem ser aplicados para qualquer região do planeta. Também não fez diferença se a pessoa passasse duas horas ininterruptas em contato com a natureza apenas uma vez por semana ou se os 120 minutos fossem alcançados em pequenos passeios ao longo da semana.

O caminhoneiro Guilherme Almeida, de 31 anos, não conhecia as recomendações científicas. Mesmo sem saber, as coloca em prática toda semana. Na tarde desta sexta-feira, 13, estava fazendo rapel em uma praia da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, na companhia de outros cinco amigos de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, que aproveitaram o feriado de Santo Antônio. "Sempre fazemos algo no fim de semana ou nos feriados: trilha, rapel, caminhada. Funciona como válvula de escape, nos ajuda a dar uma relaxada."

O trabalho também revelou que as duas horas semanais se aplicam da mesma forma a homens e mulheres, jovens e idosos, integrantes de diferentes grupos étnicos, ricos e pobres, e mesmo entre doentes. "Já é bem sabido que ficar ao ar livre, em contato com a natureza, faz bem para a saúde e o bem-estar; mas, até hoje, não sabíamos quanto tempo seria o suficiente", afirmou o principal autor do estudo, Mat White, da Escola de Medicina da Universidade de Exeter. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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