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Dólar recua à espera do relatório da Previdência e com petróleo forte

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


13/06/2019 | 09:53


O dólar opera em baixa no mercado doméstico na manhã desta quinta-feira, 13, em meio à espera da leitura do relatório da Previdência na Comissão Especial da Câmara e acompanhando a queda do índice do dólar (DXY) no exterior e em relação a algumas divisas emergentes ligadas a commodities.

No exterior, a manhã é de recuperação e alta de mais de 4% do petróleo e ainda das bolsas europeias e futuros de Nova York. A commodity ganha impulso, após ter caído em torno de 4% na quarta-feira, 12, reagindo a um suposto ataque a navios petroleiros no Golfo de Omã, na costa do Irã, segundo autoridades japonesas e operadores de navios.

O investidor local aguarda a apresentação do relatório da reforma da Previdência na Comissão Especial da Câmara, para saber qual será a economia potencial que será feita após as mudanças propostas ao texto do governo. A sessão estava marcada para ter início às 9h30. Às 9h52, porém, não havia ainda começado.

O relator da reforma, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), estimou na quarta-feira em cerca de R$ 850 bilhões a economia fiscal para o governo, caso o projeto seja aprovado com as mudanças propostas. Houve a exclusão de Estados e municípios do texto assim como foram retiradas mudanças na aposentadoria rural e nos benefícios assistenciais a idosos miseráveis, além de terem sido alterados outros pontos do texto, como a transição e as regras para mulheres, além da redução da idade mínima para professoras.

O regime de capitalização, um dos principais pontos defendidos pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, deverá ser retirado da reforma por falta de apoio entre os deputados.

Por enquanto, os dados de serviços no País são monitorados nas mesas de operação. O volume de serviços prestados aumentou 0,3% em abril ante março, na série com ajuste sazonal, segundo o IBGE. No mês anterior, o resultado foi revisto de uma queda de 0,7% para um recuo de 0,8%.

O resultado ficou abaixo da mediana de alta de 0,5% das estimativas na pesquisa do Projeções Broadcast, mas dentro do intervalo das expectativas, que ia de taxa zero a avanço de 1,0%.

Na comparação com abril do ano anterior, houve queda de 0,7% em abril de 2019, já descontado o efeito da inflação. O recuo ficou mais intenso que a mediana negativa de 0,48% das projeções, mas também veio dentro das expectativas: de queda de 1,1% a alta de 1,7%. A taxa acumulada no ano foi de 0,6%. Em 12 meses, houve elevação de 0,4%.

Às 9h20 desta quinta, o dólar à vista caía 0,46%, a R$ 3,8497. O dólar futuro para julho recuava 0,48%, a R$ 3,8530.



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Dólar recua à espera do relatório da Previdência e com petróleo forte


13/06/2019 | 09:53


O dólar opera em baixa no mercado doméstico na manhã desta quinta-feira, 13, em meio à espera da leitura do relatório da Previdência na Comissão Especial da Câmara e acompanhando a queda do índice do dólar (DXY) no exterior e em relação a algumas divisas emergentes ligadas a commodities.

No exterior, a manhã é de recuperação e alta de mais de 4% do petróleo e ainda das bolsas europeias e futuros de Nova York. A commodity ganha impulso, após ter caído em torno de 4% na quarta-feira, 12, reagindo a um suposto ataque a navios petroleiros no Golfo de Omã, na costa do Irã, segundo autoridades japonesas e operadores de navios.

O investidor local aguarda a apresentação do relatório da reforma da Previdência na Comissão Especial da Câmara, para saber qual será a economia potencial que será feita após as mudanças propostas ao texto do governo. A sessão estava marcada para ter início às 9h30. Às 9h52, porém, não havia ainda começado.

O relator da reforma, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), estimou na quarta-feira em cerca de R$ 850 bilhões a economia fiscal para o governo, caso o projeto seja aprovado com as mudanças propostas. Houve a exclusão de Estados e municípios do texto assim como foram retiradas mudanças na aposentadoria rural e nos benefícios assistenciais a idosos miseráveis, além de terem sido alterados outros pontos do texto, como a transição e as regras para mulheres, além da redução da idade mínima para professoras.

O regime de capitalização, um dos principais pontos defendidos pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, deverá ser retirado da reforma por falta de apoio entre os deputados.

Por enquanto, os dados de serviços no País são monitorados nas mesas de operação. O volume de serviços prestados aumentou 0,3% em abril ante março, na série com ajuste sazonal, segundo o IBGE. No mês anterior, o resultado foi revisto de uma queda de 0,7% para um recuo de 0,8%.

O resultado ficou abaixo da mediana de alta de 0,5% das estimativas na pesquisa do Projeções Broadcast, mas dentro do intervalo das expectativas, que ia de taxa zero a avanço de 1,0%.

Na comparação com abril do ano anterior, houve queda de 0,7% em abril de 2019, já descontado o efeito da inflação. O recuo ficou mais intenso que a mediana negativa de 0,48% das projeções, mas também veio dentro das expectativas: de queda de 1,1% a alta de 1,7%. A taxa acumulada no ano foi de 0,6%. Em 12 meses, houve elevação de 0,4%.

Às 9h20 desta quinta, o dólar à vista caía 0,46%, a R$ 3,8497. O dólar futuro para julho recuava 0,48%, a R$ 3,8530.

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