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Frente parlamentar prevê enviar ofício a Doria até dia 25

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Documento ao governador do Estado reforçará pedido pelo Metrô na Linha 18 em vez de BRT; vereadores se reuniram ontem no Consórcio


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

13/06/2019 | 08:20


Frente parlamentar montada no Grande ABC em defesa do Metrô para a Linha 18-Bronze, que ligará a região ao sistema metroviário da Capital, estipula que até o dia 25 será enviado relatório ao governador João Doria (PSDB) pedindo que o modal definido no contrato de PPP (Parceria Público-Privada) seja mantido.

Ontem, vereadores se reuniram no Consórcio Intermunicipal com o secretário executivo da entidade, Edgard Brandão, e também com técnicos do Consórcio Vem ABC, vencedor da licitação concluída pelo governo do Estado em 2014 para construção do transporte. O objetivo do encontro foi conhecer pormenores do contrato e do projeto para embasamento na constituição do ofício a Doria.

Escolhido como presidente da frente, o vereador Fábio Lopes (Cidadania), de Santo André, ponderou que não foi fechada questão a respeito do melhor modal. Porém, o Diário apurou que há sentimento de que o monotrilho é a melhor proposta – mantendo o projeto original. “Tenho minha opinião pelo monotrilho, mas o grupo defenderá aquilo que o coletivo decidir.”

Além de Fábio Lopes, estiveram na entidade regional os parlamentares Edison Parra (PSB, São Caetano), Ricardo Andrejuk (PSDB, São Caetano), Adelto Cachorrão (Avante, Mauá), Rogério do Açougue (PSB, Ribeirão Pires), Claudinho Monteiro (PSB, Rio Grande da Serra) e Jhol Jhol (PSD, Rio Grande da Serra). “Eu entendo que o monotrilho tem maior capacidade para o usuário do Grande ABC”, comentou Cachorrão.

Assinado em 2014, o contrato de PPP da Linha 18-Bronze estimava utilização de R$ 4,26 bilhões em recursos para construir o sistema com 13 estações, passando por São Bernardo, Santo André, São Caetano e chegando à Estação Tamanduateí da Linha 2-Verde do Metrô, já em São Paulo. Obras empacaram porque o Estado não obteve autorização da União para contrair empréstimos para desapropriações. Ao assumir o governo estadual, João Doria (PSDB) decidiu mudar o curso do projeto para refazer estudos de viabilidade. Ele admitiu que pode trocar o monotrilho pelo BRT (sistema de ônibus de alta velocidade, na sigla em inglês). Esse levantamento ficaria pronto até o fim do mês.

Gerente de implantação do Consórcio Vem ABC, Fábio Zahr foi recebido pelos vereadores e respondeu aos questionamentos. Elogiando a atitude dos parlamentares, Zahr afirmou que o contrato existente com o governo do Estado ainda está em vigência. Ele reforçou que o grupo não foi procurado por Doria ou pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos para possível mudança de modal. “Apresentamos todos os benefícios do monotrilho e os impactos da mudança para um novo modal. Não é tão simples trocar monotrilho por BRT. Há questões burocráticas envolvidas. Teria que se iniciar um processo do zero, licitação, projeto básico. Isso poderia levar, em média, mais dois anos (para novo estudo). Fora a fase de implantação”, disse. 



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Frente parlamentar prevê enviar ofício a Doria até dia 25

Documento ao governador do Estado reforçará pedido pelo Metrô na Linha 18 em vez de BRT; vereadores se reuniram ontem no Consórcio

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

13/06/2019 | 08:20


Frente parlamentar montada no Grande ABC em defesa do Metrô para a Linha 18-Bronze, que ligará a região ao sistema metroviário da Capital, estipula que até o dia 25 será enviado relatório ao governador João Doria (PSDB) pedindo que o modal definido no contrato de PPP (Parceria Público-Privada) seja mantido.

Ontem, vereadores se reuniram no Consórcio Intermunicipal com o secretário executivo da entidade, Edgard Brandão, e também com técnicos do Consórcio Vem ABC, vencedor da licitação concluída pelo governo do Estado em 2014 para construção do transporte. O objetivo do encontro foi conhecer pormenores do contrato e do projeto para embasamento na constituição do ofício a Doria.

Escolhido como presidente da frente, o vereador Fábio Lopes (Cidadania), de Santo André, ponderou que não foi fechada questão a respeito do melhor modal. Porém, o Diário apurou que há sentimento de que o monotrilho é a melhor proposta – mantendo o projeto original. “Tenho minha opinião pelo monotrilho, mas o grupo defenderá aquilo que o coletivo decidir.”

Além de Fábio Lopes, estiveram na entidade regional os parlamentares Edison Parra (PSB, São Caetano), Ricardo Andrejuk (PSDB, São Caetano), Adelto Cachorrão (Avante, Mauá), Rogério do Açougue (PSB, Ribeirão Pires), Claudinho Monteiro (PSB, Rio Grande da Serra) e Jhol Jhol (PSD, Rio Grande da Serra). “Eu entendo que o monotrilho tem maior capacidade para o usuário do Grande ABC”, comentou Cachorrão.

Assinado em 2014, o contrato de PPP da Linha 18-Bronze estimava utilização de R$ 4,26 bilhões em recursos para construir o sistema com 13 estações, passando por São Bernardo, Santo André, São Caetano e chegando à Estação Tamanduateí da Linha 2-Verde do Metrô, já em São Paulo. Obras empacaram porque o Estado não obteve autorização da União para contrair empréstimos para desapropriações. Ao assumir o governo estadual, João Doria (PSDB) decidiu mudar o curso do projeto para refazer estudos de viabilidade. Ele admitiu que pode trocar o monotrilho pelo BRT (sistema de ônibus de alta velocidade, na sigla em inglês). Esse levantamento ficaria pronto até o fim do mês.

Gerente de implantação do Consórcio Vem ABC, Fábio Zahr foi recebido pelos vereadores e respondeu aos questionamentos. Elogiando a atitude dos parlamentares, Zahr afirmou que o contrato existente com o governo do Estado ainda está em vigência. Ele reforçou que o grupo não foi procurado por Doria ou pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos para possível mudança de modal. “Apresentamos todos os benefícios do monotrilho e os impactos da mudança para um novo modal. Não é tão simples trocar monotrilho por BRT. Há questões burocráticas envolvidas. Teria que se iniciar um processo do zero, licitação, projeto básico. Isso poderia levar, em média, mais dois anos (para novo estudo). Fora a fase de implantação”, disse. 

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