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Licitação da Praça Castelo Branco avança, apesar de impasse ambiental

Projeto prevê a remoção de cinco árvores, o que é criticado pelo Conselho do Meio ambiente municipal


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

13/06/2019 | 07:00


 Mesmo com impasse ambiental a respeito do corte de árvores, a Prefeitura de Diadema tem dado prosseguimento à licitação para reformar a Praça Castelo Branco, no Centro da cidade. O projeto prevê a remoção de cinco espécimes arbóreas, o que é criticado pelo Condema (Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente de Diadema).

Segundo a administração, que homologou no Diário Oficial de ontem a empresa vencedora da licitação (Codal Engenharia Ltda-EPP), as obras têm início previsto para 24 de junho. Representante da sociedade civil e vice-presidente do Condema, Francisco de Assis Cardoso alega que as intervenções não terão início até que seja resolvido impasse sobre o corte de árvores. “O que foi acordado com o secretário de Obras (José Marcelo Marques) é que a licitação teria andamento, mas nenhuma intervenção teria início antes de chegarmos a um acordo sobre a retirada das árvores. O que a gente defende é que nenhuma seja suprimida”, afirmou Cardoso.

As obras são alvo de polêmica desde junho de 2018, quando o Diário mostrou a preocupação dos moradores com a possibilidade de a administração construir estacionamento no lugar do equipamento. Após um ano, reuniões e discussões, chegou-se ao consenso sobre a necessidade de revitalização do espaço. O projeto contemplou recomendações do Condepad (Conselho Municipal de Proteção ao Patrimônio Histórico, Documental, Artístico e Cultural de Diadema), como construção de monumento ao mosaico português – piso atual da praça que não será mantido, devido ao seu alto custo de manutenção e falta de mão de obra especializada – e dois totens que contem a história do local.

Questionada, a Prefeitura de Diadema informou, por meio de nota, que o projeto já foi aprovado pelo Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente.



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Licitação da Praça Castelo Branco avança, apesar de impasse ambiental

Projeto prevê a remoção de cinco árvores, o que é criticado pelo Conselho do Meio ambiente municipal

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

13/06/2019 | 07:00


 Mesmo com impasse ambiental a respeito do corte de árvores, a Prefeitura de Diadema tem dado prosseguimento à licitação para reformar a Praça Castelo Branco, no Centro da cidade. O projeto prevê a remoção de cinco espécimes arbóreas, o que é criticado pelo Condema (Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente de Diadema).

Segundo a administração, que homologou no Diário Oficial de ontem a empresa vencedora da licitação (Codal Engenharia Ltda-EPP), as obras têm início previsto para 24 de junho. Representante da sociedade civil e vice-presidente do Condema, Francisco de Assis Cardoso alega que as intervenções não terão início até que seja resolvido impasse sobre o corte de árvores. “O que foi acordado com o secretário de Obras (José Marcelo Marques) é que a licitação teria andamento, mas nenhuma intervenção teria início antes de chegarmos a um acordo sobre a retirada das árvores. O que a gente defende é que nenhuma seja suprimida”, afirmou Cardoso.

As obras são alvo de polêmica desde junho de 2018, quando o Diário mostrou a preocupação dos moradores com a possibilidade de a administração construir estacionamento no lugar do equipamento. Após um ano, reuniões e discussões, chegou-se ao consenso sobre a necessidade de revitalização do espaço. O projeto contemplou recomendações do Condepad (Conselho Municipal de Proteção ao Patrimônio Histórico, Documental, Artístico e Cultural de Diadema), como construção de monumento ao mosaico português – piso atual da praça que não será mantido, devido ao seu alto custo de manutenção e falta de mão de obra especializada – e dois totens que contem a história do local.

Questionada, a Prefeitura de Diadema informou, por meio de nota, que o projeto já foi aprovado pelo Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente.

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