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Que seja líquido e certo


Do Diário do Grande ABC

12/06/2019 | 11:30


Os vereadores de Santo André aprovaram ontem a concessão dos serviços de água e esgoto da cidade para a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). A consequência imediata é que o município está livre de uma dívida de R$ 3,4 bilhões. As próximas, espera-se, são o cumprimento das promessas de investimentos e a resolução do grave problema de falta d’água.

No quesito investimentos, a promessa é de aporte de R$ 1 bilhão em Santo André. Valor extremamente bem-vindo para que a rede de distribuição seja modernizada. Intervenções nesta área serão decisivas para que se chegue à meta de que não haverá torneiras secas em ponto algum de Santo André. Isso é o que os moradores esperam e também o que foi dito por representante da empresa em audiência pública realizada na última semana, ocasião em que, inclusive, foi fixado prazo para tal façanha: seis meses após a assinatura do contrato.

Na tumultuada sessão de ontem, os parlamentares deram aval ao prefeito Paulo Serra (PSDB) para celebrar contrato com a Sabesp por 40 anos, com possibilidade de prorrogação por igual período. Fizeram constar no projeto de lei cinco emendas. Uma delas diz que nenhum servidor do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) será demitido em razão do acordo com a Sabesp. Outra, trata da conta a ser paga pelos munícipes. Ficando proibida nos primeiros três anos a ocorrência de reajustes, exceto pela inflação.

A mudança que se avizinha aos andreenses foi implementada em Diadema há cinco anos. Neste período, o índice de esgoto tratado subiu de 15% para 50% e 15 mil novas ligações de água foram realizadas. Claro que são municípios com características distintas. O importante, entretanto, é que resultados positivos apareceram.

Em Santo André não será aceito outro desfecho que não a melhora dos serviços prestados. E que isso ocorra dentro do prazo fixado.  



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Que seja líquido e certo

Do Diário do Grande ABC

12/06/2019 | 11:30


Os vereadores de Santo André aprovaram ontem a concessão dos serviços de água e esgoto da cidade para a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). A consequência imediata é que o município está livre de uma dívida de R$ 3,4 bilhões. As próximas, espera-se, são o cumprimento das promessas de investimentos e a resolução do grave problema de falta d’água.

No quesito investimentos, a promessa é de aporte de R$ 1 bilhão em Santo André. Valor extremamente bem-vindo para que a rede de distribuição seja modernizada. Intervenções nesta área serão decisivas para que se chegue à meta de que não haverá torneiras secas em ponto algum de Santo André. Isso é o que os moradores esperam e também o que foi dito por representante da empresa em audiência pública realizada na última semana, ocasião em que, inclusive, foi fixado prazo para tal façanha: seis meses após a assinatura do contrato.

Na tumultuada sessão de ontem, os parlamentares deram aval ao prefeito Paulo Serra (PSDB) para celebrar contrato com a Sabesp por 40 anos, com possibilidade de prorrogação por igual período. Fizeram constar no projeto de lei cinco emendas. Uma delas diz que nenhum servidor do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) será demitido em razão do acordo com a Sabesp. Outra, trata da conta a ser paga pelos munícipes. Ficando proibida nos primeiros três anos a ocorrência de reajustes, exceto pela inflação.

A mudança que se avizinha aos andreenses foi implementada em Diadema há cinco anos. Neste período, o índice de esgoto tratado subiu de 15% para 50% e 15 mil novas ligações de água foram realizadas. Claro que são municípios com características distintas. O importante, entretanto, é que resultados positivos apareceram.

Em Santo André não será aceito outro desfecho que não a melhora dos serviços prestados. E que isso ocorra dentro do prazo fixado.  

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