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Moradores cobram solução para rachaduras

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

No Baeta Neves, em S.Bernardo, famílias alegam que problema surgiu após construção de condomínio


Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

12/06/2019 | 07:00


 Moradores da Rua Liberdade, no bairro Baeta Neves, em São Bernardo, reclamam, há pelo menos cinco anos, do aparecimento de rachaduras e infiltrações em suas residências. O início dos problemas coincide com a construção de condomínio residencial em via paralela, na Avenida Armando Ítalo Setti, pela empresa Toledo Ferrari. Quatro imóveis seguem interditados pela Defesa Civil desde então e as famílias aguardam indenizações pelos estragos causados em seus lares.

O problema na casa do desempregado Carlos Alberto, 62 anos, morador da Rua Liberdade desde que nasceu, começou com pequenas rachaduras nas paredes, situação que foi sendo agravada com o passar do tempo. “A construtora (Toledo Ferrari) enviou um engenheiro para fotografar minha casa. Em 2017, chegaram até a fazer alguns reparos no fundo da minha casa, mas, dois meses depois, já voltou tudo de novo. Meu maior medo agora é desabar”, ressalta.

De acordo com os moradores, a construtora Toledo Ferrari informou, à época, que os problemas estruturais foram causados por manifestações patológicas que afetam construções civis e podem interferir negativamente na obra e pelo processo de fundação da construção.

O motorista Airton de Melo, 68, é morador da rua há mais de 30 anos e locador de uma das casas afetadas gravemente pela obra, tanto que segue interditada pela Defesa Civil. “Quando retiraram os moradores da casa, sei que, por um tempo, a própria construtora arcou com os aluguéis deles. Mas como fica minha situação? A casa está parada e toda em manutenção”, ressalta. Airton alega que teve prejuízo de quase R$ 20 mil com serviços de engenheiro, materiais de construção e pedreiros, tudo por conta própria, para o conserto do imóvel.

Procurada pelo Diário, a construtora Toledo Ferrari não se pronunciou sobre o problema até o fechamento desta edição.



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Moradores cobram solução para rachaduras

No Baeta Neves, em S.Bernardo, famílias alegam que problema surgiu após construção de condomínio

Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

12/06/2019 | 07:00


 Moradores da Rua Liberdade, no bairro Baeta Neves, em São Bernardo, reclamam, há pelo menos cinco anos, do aparecimento de rachaduras e infiltrações em suas residências. O início dos problemas coincide com a construção de condomínio residencial em via paralela, na Avenida Armando Ítalo Setti, pela empresa Toledo Ferrari. Quatro imóveis seguem interditados pela Defesa Civil desde então e as famílias aguardam indenizações pelos estragos causados em seus lares.

O problema na casa do desempregado Carlos Alberto, 62 anos, morador da Rua Liberdade desde que nasceu, começou com pequenas rachaduras nas paredes, situação que foi sendo agravada com o passar do tempo. “A construtora (Toledo Ferrari) enviou um engenheiro para fotografar minha casa. Em 2017, chegaram até a fazer alguns reparos no fundo da minha casa, mas, dois meses depois, já voltou tudo de novo. Meu maior medo agora é desabar”, ressalta.

De acordo com os moradores, a construtora Toledo Ferrari informou, à época, que os problemas estruturais foram causados por manifestações patológicas que afetam construções civis e podem interferir negativamente na obra e pelo processo de fundação da construção.

O motorista Airton de Melo, 68, é morador da rua há mais de 30 anos e locador de uma das casas afetadas gravemente pela obra, tanto que segue interditada pela Defesa Civil. “Quando retiraram os moradores da casa, sei que, por um tempo, a própria construtora arcou com os aluguéis deles. Mas como fica minha situação? A casa está parada e toda em manutenção”, ressalta. Airton alega que teve prejuízo de quase R$ 20 mil com serviços de engenheiro, materiais de construção e pedreiros, tudo por conta própria, para o conserto do imóvel.

Procurada pelo Diário, a construtora Toledo Ferrari não se pronunciou sobre o problema até o fechamento desta edição.

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