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Síndicos contam como conseguem resolver problemas usando apenas o diálogo



10/06/2019 | 07:38


Cuidar do equilíbrio de um condomínio não é uma tarefa simples. Personalidades diferentes, horários que não combinam, crianças hiperativas, animais de estimação e outras questões são um desafio à boa convivência. A síndica Marisa Miranda de Oliveira Maciel sabia disso tudo quando assumiu um condomínio de 5 blocos e 960 apartamentos em Taboão da Serra, na Grande São Paulo. "Nos tínhamos muitos problemas (brigas, xingamentos), mas eu sabia que era possível resolvê-los", afirma.

Para minimizar atritos, ataques, brigas e ofensas, Marisa implementou um programa de "reuniões de blocos" para aproximar, integrar e tirar dúvidas dos moradores. "Com reuniões menores, eu consegui explicar melhor as questões do prédio, consegui fazer com que as pessoas se conhecessem e a relação ficou muito mais civilizada."

Marisa passou por um teste de fogo. Ela conseguiu aprovar, em assembleia, um aumento na taxa condominial. "Isso só foi possível porque o condomínio está vivendo um período de harmonia. Assim, conseguimos provar que o valor do nosso condomínio estava defasado e um reajuste reverteria em coisas boas para todo mundo."

Além das reuniões por bloco, a síndica tem promovido aula de pilates e eventos para crianças nas áreas comuns do edifício. "Tudo isso tem feito com que as pessoas se conheçam melhor. O clima aqui melhorou muito - e continua melhorando", afirma.

Copan

Outro síndico adepto do diálogo é Affonso Celso Prazer de Oliveira, que aos 80 anos está à frente de um dos edifícios mais emblemáticos da capital paulista, o Copan (que conta com aproximadamente 5 mil moradores). "Quando tem algum problema, a gente primeiro conversa. Se é reincidente, aplica 1 salário mínimo de multa. Mas tem de ter diálogo, conversa e não criar barreiras", disse. "Claro, tenho casos crônicos, problemáticos, mas vamos tentando resolver. Por exemplo, se a pessoa quiser pode ter até um elefante no apartamento, mas nas áreas comuns vai ter de carregar no colo." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Síndicos contam como conseguem resolver problemas usando apenas o diálogo


10/06/2019 | 07:38


Cuidar do equilíbrio de um condomínio não é uma tarefa simples. Personalidades diferentes, horários que não combinam, crianças hiperativas, animais de estimação e outras questões são um desafio à boa convivência. A síndica Marisa Miranda de Oliveira Maciel sabia disso tudo quando assumiu um condomínio de 5 blocos e 960 apartamentos em Taboão da Serra, na Grande São Paulo. "Nos tínhamos muitos problemas (brigas, xingamentos), mas eu sabia que era possível resolvê-los", afirma.

Para minimizar atritos, ataques, brigas e ofensas, Marisa implementou um programa de "reuniões de blocos" para aproximar, integrar e tirar dúvidas dos moradores. "Com reuniões menores, eu consegui explicar melhor as questões do prédio, consegui fazer com que as pessoas se conhecessem e a relação ficou muito mais civilizada."

Marisa passou por um teste de fogo. Ela conseguiu aprovar, em assembleia, um aumento na taxa condominial. "Isso só foi possível porque o condomínio está vivendo um período de harmonia. Assim, conseguimos provar que o valor do nosso condomínio estava defasado e um reajuste reverteria em coisas boas para todo mundo."

Além das reuniões por bloco, a síndica tem promovido aula de pilates e eventos para crianças nas áreas comuns do edifício. "Tudo isso tem feito com que as pessoas se conheçam melhor. O clima aqui melhorou muito - e continua melhorando", afirma.

Copan

Outro síndico adepto do diálogo é Affonso Celso Prazer de Oliveira, que aos 80 anos está à frente de um dos edifícios mais emblemáticos da capital paulista, o Copan (que conta com aproximadamente 5 mil moradores). "Quando tem algum problema, a gente primeiro conversa. Se é reincidente, aplica 1 salário mínimo de multa. Mas tem de ter diálogo, conversa e não criar barreiras", disse. "Claro, tenho casos crônicos, problemáticos, mas vamos tentando resolver. Por exemplo, se a pessoa quiser pode ter até um elefante no apartamento, mas nas áreas comuns vai ter de carregar no colo." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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