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Marinho admite chance de PT não ter candidato em todo Grande ABC

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

08/06/2019 | 09:27


Presidente estadual do PT, o ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho admitiu a possibilidade de o partido não ter prefeiturável em todas as cidades – algo que, se confirmado, será inédito na história do petismo, fundado em 1980. Em entrevista exclusiva ao Diário, Marinho reconheceu que a situação da legenda em São Caetano, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra está longe de ser das melhores e que os diretórios locais precisam analisar com carinho a estratégia.

“Temos de estar abertos para composições nessas respectivas cidades. Assim como queremos outros partidos caminhando conosco em outras cidades. Podemos costurar alianças conosco e a gente caminhar com eles (aliados) e outros municípios. Temos de fazer avaliação com pés no chão, dependendo da realidade de cada cidade. Até para fortalecer o partido olhando no cenário para 2022”, discorreu.

Fundado em 1980, o PT participou de sua primeira eleição em 1982. No Grande ABC – que durante décadas foi chamado de cinturão vermelho pela força do petismo –, nunca o partido deixou de apresentar candidato. O mais próximo desse cenário aconteceu em 2012, em São Caetano, quando o então vereador Edgar Nóbrega, candidato petista ao Palácio da Cerâmica, renunciou à candidatura no meio da eleição após ser protagonista do escândalo do mensalinho.

Há três anos, o PT passou pelo seu pior momento na região. Também em fato inédito, não elegeu prefeitos.
Sobre Santo André, Marinho afirmou que o melhor nome é Eduardo Leite, vereador em segundo mandato. “Evidentemente que temos lideranças expressivas, como os (ex-)prefeitos João (Avamileno) e (Carlos) Grana, além dos vereadores Bete Siraque e Eduardo. Mas vejo o Eduardo com melhores condições de unificar o partido em torno do projeto. O PT, unido, é muito mais forte. (Eduardo) Me parece o melhor caminho.”

Marinho confirmou que o ex-prefeito José de Filippi Júnior (PT) é o nome colocado para a corrida eleitoral em Diadema. “Resta trabalhar com muito carinho a composição para vice. Há pretensões internas, reflexões eventuais de composição. Pedimos para militância cuidar com muito carinho disso. Seja quadro do PT ou quadro que venha compor conosco, o essencial é a unidade do partido para ter êxito”. Para o posto de número dois da chapa, o vereador Ronaldo Lacerda e o sindicalista Claudionor Vieira do Nascimento cogitam disputa.

Em Mauá, Marinho centralizou no ex-prefeito Oswaldo Dias e no vereador Marcelo Oliveira o duelo pela cabeça da chapa, em sinalização pró-Marcelo. Ele lembrou que o parlamentar saiu ileso do terremoto político que atingiu a cidade a partir da Operação Prato Feito – que culminou na prisão e posterior cassação de Atila Jacomussi (PSB) do posto de prefeito. “Oswaldo é liderança inconteste da cidade, do PT. A unidade do partido e a candidatura passam pelas mãos do Oswaldo. É o protagonista de condução desse processo, mesmo se for o Marcelo o candidato. Às vezes, você não precisa estar para ser a liderança, pode estar ao lado, projetar liderança nova.”  



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Marinho admite chance de PT não ter candidato em todo Grande ABC

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

08/06/2019 | 09:27


Presidente estadual do PT, o ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho admitiu a possibilidade de o partido não ter prefeiturável em todas as cidades – algo que, se confirmado, será inédito na história do petismo, fundado em 1980. Em entrevista exclusiva ao Diário, Marinho reconheceu que a situação da legenda em São Caetano, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra está longe de ser das melhores e que os diretórios locais precisam analisar com carinho a estratégia.

“Temos de estar abertos para composições nessas respectivas cidades. Assim como queremos outros partidos caminhando conosco em outras cidades. Podemos costurar alianças conosco e a gente caminhar com eles (aliados) e outros municípios. Temos de fazer avaliação com pés no chão, dependendo da realidade de cada cidade. Até para fortalecer o partido olhando no cenário para 2022”, discorreu.

Fundado em 1980, o PT participou de sua primeira eleição em 1982. No Grande ABC – que durante décadas foi chamado de cinturão vermelho pela força do petismo –, nunca o partido deixou de apresentar candidato. O mais próximo desse cenário aconteceu em 2012, em São Caetano, quando o então vereador Edgar Nóbrega, candidato petista ao Palácio da Cerâmica, renunciou à candidatura no meio da eleição após ser protagonista do escândalo do mensalinho.

Há três anos, o PT passou pelo seu pior momento na região. Também em fato inédito, não elegeu prefeitos.
Sobre Santo André, Marinho afirmou que o melhor nome é Eduardo Leite, vereador em segundo mandato. “Evidentemente que temos lideranças expressivas, como os (ex-)prefeitos João (Avamileno) e (Carlos) Grana, além dos vereadores Bete Siraque e Eduardo. Mas vejo o Eduardo com melhores condições de unificar o partido em torno do projeto. O PT, unido, é muito mais forte. (Eduardo) Me parece o melhor caminho.”

Marinho confirmou que o ex-prefeito José de Filippi Júnior (PT) é o nome colocado para a corrida eleitoral em Diadema. “Resta trabalhar com muito carinho a composição para vice. Há pretensões internas, reflexões eventuais de composição. Pedimos para militância cuidar com muito carinho disso. Seja quadro do PT ou quadro que venha compor conosco, o essencial é a unidade do partido para ter êxito”. Para o posto de número dois da chapa, o vereador Ronaldo Lacerda e o sindicalista Claudionor Vieira do Nascimento cogitam disputa.

Em Mauá, Marinho centralizou no ex-prefeito Oswaldo Dias e no vereador Marcelo Oliveira o duelo pela cabeça da chapa, em sinalização pró-Marcelo. Ele lembrou que o parlamentar saiu ileso do terremoto político que atingiu a cidade a partir da Operação Prato Feito – que culminou na prisão e posterior cassação de Atila Jacomussi (PSB) do posto de prefeito. “Oswaldo é liderança inconteste da cidade, do PT. A unidade do partido e a candidatura passam pelas mãos do Oswaldo. É o protagonista de condução desse processo, mesmo se for o Marcelo o candidato. Às vezes, você não precisa estar para ser a liderança, pode estar ao lado, projetar liderança nova.”  

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