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Energia elétrica sobe 2,18% em maio e gera segundo maior impacto no IPCA

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


07/06/2019 | 11:46


A tarifa de energia elétrica teve uma alta de 2,18% em maio, segundo a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta sexta-feira, 7, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O item deu a segunda maior contribuição para a inflação do mês, 0,08 ponto porcentual, atrás apenas da gasolina (0,11 ponto porcentual).

"O IPCA teria sido de 0,05% se não tivesse energia elétrica", informou Pedro Kislanov da Costa, analista do Sistema Nacional de Índices de Preços do IBGE.

Houve impacto de reajustes de tarifas em sete regiões pesquisadas: Rio de Janeiro, Campo Grande, Aracaju, Salvador, Fortaleza, Recife e Belo Horizonte.

Além disso, a bandeira tarifária verde, em que não há cobrança adicional na conta de luz, foi substituída em maio pela bandeira amarela, com custo adicional de R$ 0,01 para cada quilowatt-hora consumido.

Os gastos das famílias com Habitação subiram 0,98% em maio, grupo de maior impacto no IPCA, uma contribuição de 0,15 ponto porcentual.

A taxa de água e esgoto subiu 0,82%, com reajustes em São Paulo e Brasília.

O gás de botijão teve alta de 1,35%, devido ao reajuste médio de 3,43% autorizado pela Petrobras nas refinarias a partir de 5 de maio.

Já o gás encanado ficou 0,84% mais barato, devido à redução média de 1,40% nas tarifas residenciais da Região Metropolitana do Rio de Janeiro desde 1º de maio.



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Energia elétrica sobe 2,18% em maio e gera segundo maior impacto no IPCA


07/06/2019 | 11:46


A tarifa de energia elétrica teve uma alta de 2,18% em maio, segundo a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta sexta-feira, 7, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O item deu a segunda maior contribuição para a inflação do mês, 0,08 ponto porcentual, atrás apenas da gasolina (0,11 ponto porcentual).

"O IPCA teria sido de 0,05% se não tivesse energia elétrica", informou Pedro Kislanov da Costa, analista do Sistema Nacional de Índices de Preços do IBGE.

Houve impacto de reajustes de tarifas em sete regiões pesquisadas: Rio de Janeiro, Campo Grande, Aracaju, Salvador, Fortaleza, Recife e Belo Horizonte.

Além disso, a bandeira tarifária verde, em que não há cobrança adicional na conta de luz, foi substituída em maio pela bandeira amarela, com custo adicional de R$ 0,01 para cada quilowatt-hora consumido.

Os gastos das famílias com Habitação subiram 0,98% em maio, grupo de maior impacto no IPCA, uma contribuição de 0,15 ponto porcentual.

A taxa de água e esgoto subiu 0,82%, com reajustes em São Paulo e Brasília.

O gás de botijão teve alta de 1,35%, devido ao reajuste médio de 3,43% autorizado pela Petrobras nas refinarias a partir de 5 de maio.

Já o gás encanado ficou 0,84% mais barato, devido à redução média de 1,40% nas tarifas residenciais da Região Metropolitana do Rio de Janeiro desde 1º de maio.

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