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Tribunal de Contas rejeita balanço de 2016 do Legislativo de Diadema Excesso de comissionados motivou negação à planilha de Zé Dourado


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

06/06/2019 | 09:03


O TCE (Tribunal de Contas do Estado) rejeitou o balancete de 2016 da Câmara de Diadema, quando a casa era gerida pelo hoje secretário de Segurança Alimentar, José Dourado (PSDB). O tucano pode pedir reexame da análise. Se não conseguir reverter, pode ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e ficar inelegível.

O conselheiro Renato Martins Costa, relator das contas do Legislativo, contestou o alto número de comissionados. Ele citou que a Câmara dispõe de 170 funcionários de livre nomeação para 21 vereadores – média de 8,09 servidores por parlamentar. Houve também críticas à inexistência de exigência de escolaridade para preenchimento dessas funções.

Costa comentou que os mesmos apontamentos foram feitos na avaliação das contas de 2013 – quando a casa era dirigida por Manoel Eduardo Marinho, o Maninho (PT) – e que nada foi feito para mudar o quadro desde então. Houve apontamento de casos de nepotismo, embora o TCE não tenha detalhado quais os parentes de agentes públicos encontrados na Câmara.

Zé Dourado foi multado em R$ 4.244,80. Nos bastidores, o tucano tem dito que não vai concorrer a cargo público no ano que vem, passando o espólio eleitoral ao filho, Fagner Dourado, conhecido como Nego, filiado ao PSDB.



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Tribunal de Contas rejeita balanço de 2016 do Legislativo de Diadema Excesso de comissionados motivou negação à planilha de Zé Dourado

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

06/06/2019 | 09:03


O TCE (Tribunal de Contas do Estado) rejeitou o balancete de 2016 da Câmara de Diadema, quando a casa era gerida pelo hoje secretário de Segurança Alimentar, José Dourado (PSDB). O tucano pode pedir reexame da análise. Se não conseguir reverter, pode ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e ficar inelegível.

O conselheiro Renato Martins Costa, relator das contas do Legislativo, contestou o alto número de comissionados. Ele citou que a Câmara dispõe de 170 funcionários de livre nomeação para 21 vereadores – média de 8,09 servidores por parlamentar. Houve também críticas à inexistência de exigência de escolaridade para preenchimento dessas funções.

Costa comentou que os mesmos apontamentos foram feitos na avaliação das contas de 2013 – quando a casa era dirigida por Manoel Eduardo Marinho, o Maninho (PT) – e que nada foi feito para mudar o quadro desde então. Houve apontamento de casos de nepotismo, embora o TCE não tenha detalhado quais os parentes de agentes públicos encontrados na Câmara.

Zé Dourado foi multado em R$ 4.244,80. Nos bastidores, o tucano tem dito que não vai concorrer a cargo público no ano que vem, passando o espólio eleitoral ao filho, Fagner Dourado, conhecido como Nego, filiado ao PSDB.

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