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Educação é base para meio ambiente


Do Diário do Grande ABC

05/06/2019 | 09:57


Como agência ambiental da cidade, responsável pelos serviços de preservação, fiscalização e controle do meio ambiente, o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) celebra hoje o Dia Mundial do Meio Ambiente consciente de que a data é mais um motivo para refletirmos e reforçarmos ações positivas em torno do tema.

Em Santo André, um dos principais instrumentos utilizados para fortalecer este debate é a educação ambiental, o que transforma a cidade em uma referência nesta área para todo o País. A educação ambiental ocupa espaço nobre dentro do Semasa, instituído por lei há mais de 20 anos.

Nestas duas décadas, foram milhares os atendimentos, ultrapassando a marca de 300 mil pessoas, a maioria educadores e estudantes. Em 2015, grande passo foi dado, quando o Semasa foi protagonista da construção participativa da Política Municipal de Educação Ambiental.

Em 2019, Santo André avançou mais um pouco no mesmo sentido e inaugurou o Centro de Referência em Educação Ambiental, no bairro Valparaíso. Voltado exclusivamente para atividades que fortalecem a conscientização em torno das necessidades de preservação do meio ambiente, ele é único na região.

É neste espaço privilegiado que serão realizadas algumas das ações promovidas pelo Semasa para marcar o Dia e o Mês do Meio Ambiente. Uma delas é ciclo de palestras sobre direito ambiental. Também haverá cursos, como o que abordará o uso das plantas alimentícias não convencionais e seu impacto no combate ao desperdício.

As atividades promovidas pelo Semasa, porém, não vão se restringir a este espaço exclusivo da educação ambiental. Uma novidade será, de 10 a 14 de junho, a Semana dos Resíduos Eletroeletrônicos no Paço. O objetivo é conscientizar a população sobre a importância do descarte correto do e-lixo para a preservação do meio ambiente.

O e-lixo tem grande potencial poluidor e é um dos principais desafios da gestão de resíduos do planeta – apenas 20% são reciclados em todo mundo. Nesta semana especial, além de receber orientação sobre o problema, a população poderá deixar com a equipe do Semasa celulares, monitores, cabos e outros materiais eletrônicos que não podem ser descartados no lixo comum.

Para encerrar o Mês do Meio Ambiente, o Parque Celso Daniel vai sediar durante o último fim de semana a 2ª edição da Flita (Feira de Livros da Temática Ambiental), uma oportunidade única para toda a família aprender mais com literatura, contação de histórias e palestras.

Almir Cicote é superintendente do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André).

Meio ambiente

Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente. Nossa sociedade, ainda que de forma incipiente, está se organizando para evitar a degradação dos recursos naturais. Os espiritualistas, pelo conhecimento que têm da Lei de Causa e Efeito e da Reencarnação, devem assumir responsabilidades maiores frente à manutenção dos biossistemas que regulam a vida do planeta. Assim, o cuidado com o meio ambiente deve iniciar-se dentro de nossos lares, separando o lixo doméstico, utilizando produtos biodegradáveis, e continuar na sociedade, conscientizando a si e aos outros. Educação é a base da solução. Sejamos os artífices de novo mundo, melhor e mais justo, agindo com consciência perante os homens e perante a natureza.

Vanderlei A. Retondo

Santo André

Religiosidade

Conforme notícia publicada neste Diário com relação à religiosidade do futuro presidente do Supremo Tribunal Federal (Política, dia 1º), o que o presidente da República precisa fazer é deixar de se preocupar se será evangélico, católico, umbandista ou de qualquer outra religião. O que precisa é de seres humanos com caráter e dignidade, porque, até no meio de tantos segmentos religiosos, existem pessoas hipócritas e de mau caráter. 

Sérgio Antônio Ambrósio

Mauá

Em creches

Li e reli atentamente a carta do leitor João Paulo de Oliveira (Repúdio, dia 30) e, com todo respeito que o missivista merece, discordo de seu ponto de vista. Ele repudia o vereador Jeocaz Coelho Machado, autor da Lei 3.857, que estabelece instalação de câmeras de segurança em creches públicas. A mídia tem noticiado casos de funcionárias de creches que chegam a agredir crianças. Entendo que dotando as creches dessas câmeras já servirá para deixar em alerta funcionário agressivo e despreparado para exercer a função. Também não acredito que a existência desses equipamentos irá focalizar ao público cenas de crianças tomando banho ou trocando fraldas. Essas imagens, ao que parece, deverão ser arquivadas por determinado tempo para servirem como prova em caso do surgimento de denúncias de maus-tratos por parte de adultos. Até porque, se os pais da criança suspeitarem que o filho está sendo vítima de agressões, sem as câmeras não há como provar e identificar a pessoa autora desse crime.

Arlindo Ligeirinho Ribeiro

Diadema

Mascotes

Como leitor deste Diário, observo que no caderno de Esportes, na maioria das vezes, os times de futebol não são chamados pelos nomes oficiais, como São Bernardo, Santo André, São Caetano, Água Santa, Esporte Clube São Bernardo etc, mas, sim, como Tigre, Ramalhão, Azulão, Netuno, Cachorrão. Isso poderia ser usado esporadicamente no meio do texto, mas não com tanta frequência, inclusive nas manchetes. Eu, não sendo morador do Grande ABC, tenho dificuldade em identificar a qual time estão se referindo.

Francesco Villari

Capital

Às sextas na feira

Peço à Polícia Militar que tome providência no intuito de nos ajudar, os moradores do Guaraciaba, em Santo André. Acontece que todas as sextas têm feira livre na Avenida Queirós Filho, com parte dela em frente à Igreja São Geraldo, que fica na Rua Arthur de Jaceguai. Em frente da igreja tem uma praça. Os frequentadores da feira deixam os carros no entorno e nas proximidades dessa praça. Aí está o problema, pois alguns flanelinhas mal-encarados, vindos de outros bairros, pedem para tomar conta dos carros e ficam na praça usando drogas e incomodando as pessoas. Às vezes – só às vezes – até tem uma viatura na esquina dessas duas vias, mas pouco adianta, pois esses jovens não respeitam. Será que a polícia pode nos ajudar, fazendo com que esses garotos não atuem mais no local?

Ítalo Tertuliano

Santo André

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos. 



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Educação é base para meio ambiente

Do Diário do Grande ABC

05/06/2019 | 09:57


Como agência ambiental da cidade, responsável pelos serviços de preservação, fiscalização e controle do meio ambiente, o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) celebra hoje o Dia Mundial do Meio Ambiente consciente de que a data é mais um motivo para refletirmos e reforçarmos ações positivas em torno do tema.

Em Santo André, um dos principais instrumentos utilizados para fortalecer este debate é a educação ambiental, o que transforma a cidade em uma referência nesta área para todo o País. A educação ambiental ocupa espaço nobre dentro do Semasa, instituído por lei há mais de 20 anos.

Nestas duas décadas, foram milhares os atendimentos, ultrapassando a marca de 300 mil pessoas, a maioria educadores e estudantes. Em 2015, grande passo foi dado, quando o Semasa foi protagonista da construção participativa da Política Municipal de Educação Ambiental.

Em 2019, Santo André avançou mais um pouco no mesmo sentido e inaugurou o Centro de Referência em Educação Ambiental, no bairro Valparaíso. Voltado exclusivamente para atividades que fortalecem a conscientização em torno das necessidades de preservação do meio ambiente, ele é único na região.

É neste espaço privilegiado que serão realizadas algumas das ações promovidas pelo Semasa para marcar o Dia e o Mês do Meio Ambiente. Uma delas é ciclo de palestras sobre direito ambiental. Também haverá cursos, como o que abordará o uso das plantas alimentícias não convencionais e seu impacto no combate ao desperdício.

As atividades promovidas pelo Semasa, porém, não vão se restringir a este espaço exclusivo da educação ambiental. Uma novidade será, de 10 a 14 de junho, a Semana dos Resíduos Eletroeletrônicos no Paço. O objetivo é conscientizar a população sobre a importância do descarte correto do e-lixo para a preservação do meio ambiente.

O e-lixo tem grande potencial poluidor e é um dos principais desafios da gestão de resíduos do planeta – apenas 20% são reciclados em todo mundo. Nesta semana especial, além de receber orientação sobre o problema, a população poderá deixar com a equipe do Semasa celulares, monitores, cabos e outros materiais eletrônicos que não podem ser descartados no lixo comum.

Para encerrar o Mês do Meio Ambiente, o Parque Celso Daniel vai sediar durante o último fim de semana a 2ª edição da Flita (Feira de Livros da Temática Ambiental), uma oportunidade única para toda a família aprender mais com literatura, contação de histórias e palestras.

Almir Cicote é superintendente do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André).

Meio ambiente

Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente. Nossa sociedade, ainda que de forma incipiente, está se organizando para evitar a degradação dos recursos naturais. Os espiritualistas, pelo conhecimento que têm da Lei de Causa e Efeito e da Reencarnação, devem assumir responsabilidades maiores frente à manutenção dos biossistemas que regulam a vida do planeta. Assim, o cuidado com o meio ambiente deve iniciar-se dentro de nossos lares, separando o lixo doméstico, utilizando produtos biodegradáveis, e continuar na sociedade, conscientizando a si e aos outros. Educação é a base da solução. Sejamos os artífices de novo mundo, melhor e mais justo, agindo com consciência perante os homens e perante a natureza.

Vanderlei A. Retondo

Santo André

Religiosidade

Conforme notícia publicada neste Diário com relação à religiosidade do futuro presidente do Supremo Tribunal Federal (Política, dia 1º), o que o presidente da República precisa fazer é deixar de se preocupar se será evangélico, católico, umbandista ou de qualquer outra religião. O que precisa é de seres humanos com caráter e dignidade, porque, até no meio de tantos segmentos religiosos, existem pessoas hipócritas e de mau caráter. 

Sérgio Antônio Ambrósio

Mauá

Em creches

Li e reli atentamente a carta do leitor João Paulo de Oliveira (Repúdio, dia 30) e, com todo respeito que o missivista merece, discordo de seu ponto de vista. Ele repudia o vereador Jeocaz Coelho Machado, autor da Lei 3.857, que estabelece instalação de câmeras de segurança em creches públicas. A mídia tem noticiado casos de funcionárias de creches que chegam a agredir crianças. Entendo que dotando as creches dessas câmeras já servirá para deixar em alerta funcionário agressivo e despreparado para exercer a função. Também não acredito que a existência desses equipamentos irá focalizar ao público cenas de crianças tomando banho ou trocando fraldas. Essas imagens, ao que parece, deverão ser arquivadas por determinado tempo para servirem como prova em caso do surgimento de denúncias de maus-tratos por parte de adultos. Até porque, se os pais da criança suspeitarem que o filho está sendo vítima de agressões, sem as câmeras não há como provar e identificar a pessoa autora desse crime.

Arlindo Ligeirinho Ribeiro

Diadema

Mascotes

Como leitor deste Diário, observo que no caderno de Esportes, na maioria das vezes, os times de futebol não são chamados pelos nomes oficiais, como São Bernardo, Santo André, São Caetano, Água Santa, Esporte Clube São Bernardo etc, mas, sim, como Tigre, Ramalhão, Azulão, Netuno, Cachorrão. Isso poderia ser usado esporadicamente no meio do texto, mas não com tanta frequência, inclusive nas manchetes. Eu, não sendo morador do Grande ABC, tenho dificuldade em identificar a qual time estão se referindo.

Francesco Villari

Capital

Às sextas na feira

Peço à Polícia Militar que tome providência no intuito de nos ajudar, os moradores do Guaraciaba, em Santo André. Acontece que todas as sextas têm feira livre na Avenida Queirós Filho, com parte dela em frente à Igreja São Geraldo, que fica na Rua Arthur de Jaceguai. Em frente da igreja tem uma praça. Os frequentadores da feira deixam os carros no entorno e nas proximidades dessa praça. Aí está o problema, pois alguns flanelinhas mal-encarados, vindos de outros bairros, pedem para tomar conta dos carros e ficam na praça usando drogas e incomodando as pessoas. Às vezes – só às vezes – até tem uma viatura na esquina dessas duas vias, mas pouco adianta, pois esses jovens não respeitam. Será que a polícia pode nos ajudar, fazendo com que esses garotos não atuem mais no local?

Ítalo Tertuliano

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