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Assembleia pretende ouvir secretário de Transportes

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Após convidar presidente do Metrô, comissão de assuntos metropolitanos tenta depoimento de Alexandre Baldy sobre Linha 18


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

03/06/2019 | 08:44


A comissão de assuntos metropolitanos e municipais da Assembleia Legislativa decidiu incluir o secretário de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, na lista de autoridades a serem ouvidas a respeito da possibilidade de mudança do modal da Linha 18-Bronze, que liga o Grande ABC à Capital.

Requerimento apresentado pelo deputado estadual Teonilio Barba (PT), de São Bernardo, convida Baldy a prestar esclarecimentos à comissão sobre estudos patrocinados pelo governo do Estado para, em vez de monotrilho, a Linha 18 ser construída por BRT (sigla em inglês para ônibus de alta velocidade).

“Estava na Assembleia quando o governo do Estado, em fevereiro de 2018, forçou a aprovação de um projeto para financiamento das desapropriações da Linha 18 para construção do monotrilho. Agora querem mudar. O governo precisa esclarecer”, citou Barba, lembrando propositura do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) que pedia autorização legislativa para contrair até R$ 600 milhões em empréstimo para bancar essa etapa da obra. O Palácio dos Bandeirantes agora é gerido por João Doria (PSDB).

Antes de Baldy, outros dois personagens da gestão Doria estavam na mira da comissão de assuntos metropolitanos e municipais: o presidente do Metrô, Silvani Alves Pereira, e o secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi (PSDB) – os documentos foram assinados pelo deputado estadual Luiz Fernando Teixeira (PT), de São Bernardo. O convite ao trio esteve na pauta da reunião do grupo na quarta-feira, mas não foi apreciado. O tema retorna à discussão depois de amanhã.

Os deputados petistas usaram o expediente do convite por ser ação de pressão moderada, uma vez que os convidados podem declinar de comparecer à comissão. Eles já avisaram, entretanto, que há acordo de convocação (sem chance de rejeição) dos envolvidos caso haja manobra para não esclarecer os fatos à Assembleia.

“A definição do modal vai depender muito da pressão da sociedade. Só o trâmite, a burocracia, não vão resolver. O Diário tem cumprido papel importante. Outros setores da sociedade civil organizada, como entidades e sindicatos, também mostram a importância do monotrilho. Eu defendo o monotrilho”, avisou Barba.

Na semana passada, em agenda na Zona Leste, Baldy se esquivou quando questionado pela equipe do Diário sobre o futuro da Linha 18, cujo contrato foi assinado em 2014, via PPP (Parceria Público-Privada), ao custo de R$ 4 bilhões. Ele garantiu que aspectos técnicos serão levados em consideração – o Estado sinaliza internamente que houve redução da demanda – e evitou falar sobre possível rescisão contratual com o Consórcio Vem ABC, vencedor da licitação. “Vamos lidar com os fatos, porque, por enquanto, os estudos estão sendo evoluídos. Se minha mãe não tivesse me parido eu não estaria aqui hoje. Vamos lidar com o fato.” 



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Assembleia pretende ouvir secretário de Transportes

Após convidar presidente do Metrô, comissão de assuntos metropolitanos tenta depoimento de Alexandre Baldy sobre Linha 18

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

03/06/2019 | 08:44


A comissão de assuntos metropolitanos e municipais da Assembleia Legislativa decidiu incluir o secretário de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, na lista de autoridades a serem ouvidas a respeito da possibilidade de mudança do modal da Linha 18-Bronze, que liga o Grande ABC à Capital.

Requerimento apresentado pelo deputado estadual Teonilio Barba (PT), de São Bernardo, convida Baldy a prestar esclarecimentos à comissão sobre estudos patrocinados pelo governo do Estado para, em vez de monotrilho, a Linha 18 ser construída por BRT (sigla em inglês para ônibus de alta velocidade).

“Estava na Assembleia quando o governo do Estado, em fevereiro de 2018, forçou a aprovação de um projeto para financiamento das desapropriações da Linha 18 para construção do monotrilho. Agora querem mudar. O governo precisa esclarecer”, citou Barba, lembrando propositura do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) que pedia autorização legislativa para contrair até R$ 600 milhões em empréstimo para bancar essa etapa da obra. O Palácio dos Bandeirantes agora é gerido por João Doria (PSDB).

Antes de Baldy, outros dois personagens da gestão Doria estavam na mira da comissão de assuntos metropolitanos e municipais: o presidente do Metrô, Silvani Alves Pereira, e o secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi (PSDB) – os documentos foram assinados pelo deputado estadual Luiz Fernando Teixeira (PT), de São Bernardo. O convite ao trio esteve na pauta da reunião do grupo na quarta-feira, mas não foi apreciado. O tema retorna à discussão depois de amanhã.

Os deputados petistas usaram o expediente do convite por ser ação de pressão moderada, uma vez que os convidados podem declinar de comparecer à comissão. Eles já avisaram, entretanto, que há acordo de convocação (sem chance de rejeição) dos envolvidos caso haja manobra para não esclarecer os fatos à Assembleia.

“A definição do modal vai depender muito da pressão da sociedade. Só o trâmite, a burocracia, não vão resolver. O Diário tem cumprido papel importante. Outros setores da sociedade civil organizada, como entidades e sindicatos, também mostram a importância do monotrilho. Eu defendo o monotrilho”, avisou Barba.

Na semana passada, em agenda na Zona Leste, Baldy se esquivou quando questionado pela equipe do Diário sobre o futuro da Linha 18, cujo contrato foi assinado em 2014, via PPP (Parceria Público-Privada), ao custo de R$ 4 bilhões. Ele garantiu que aspectos técnicos serão levados em consideração – o Estado sinaliza internamente que houve redução da demanda – e evitou falar sobre possível rescisão contratual com o Consórcio Vem ABC, vencedor da licitação. “Vamos lidar com os fatos, porque, por enquanto, os estudos estão sendo evoluídos. Se minha mãe não tivesse me parido eu não estaria aqui hoje. Vamos lidar com o fato.” 

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