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BC diz não querer cair na tentação de tolerar inflação alta em troca de expansão



29/05/2019 | 14:06


Após diversos economistas passarem a apostar em um novo corte da Selic (a taxa básica de juros) ainda este ano para estimular a economia, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, voltou a rechaçar qualquer movimento do Comitê de Política Monetária (Copom) que tolere uma inflação maior em troca de estímulo ao Produto Interno Bruto (PIB).

"Temos sim preocupação com o crescimento econômico e achamos que a melhor forma de colaborar com isso é entregarmos a inflação na meta. Não queremos cair na tentação de tolerar inflação mais alta em troca de crescimento", voltou a dizer.

Campos Neto também evitou responder sobre a decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) no próximo mês sobre a meta de inflação de 2022.

Boa parte do mercado acredita que há espaço para reduzir o centro da meta de 3,75% em 2021 para 3,5% em 2022.

"A meta de inflação é uma decisão do CMN e não do BC. Isso ainda será discutido", limitou-se a dizer o presidente da autoridade monetária.



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BC diz não querer cair na tentação de tolerar inflação alta em troca de expansão


29/05/2019 | 14:06


Após diversos economistas passarem a apostar em um novo corte da Selic (a taxa básica de juros) ainda este ano para estimular a economia, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, voltou a rechaçar qualquer movimento do Comitê de Política Monetária (Copom) que tolere uma inflação maior em troca de estímulo ao Produto Interno Bruto (PIB).

"Temos sim preocupação com o crescimento econômico e achamos que a melhor forma de colaborar com isso é entregarmos a inflação na meta. Não queremos cair na tentação de tolerar inflação mais alta em troca de crescimento", voltou a dizer.

Campos Neto também evitou responder sobre a decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) no próximo mês sobre a meta de inflação de 2022.

Boa parte do mercado acredita que há espaço para reduzir o centro da meta de 3,75% em 2021 para 3,5% em 2022.

"A meta de inflação é uma decisão do CMN e não do BC. Isso ainda será discutido", limitou-se a dizer o presidente da autoridade monetária.

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