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Competências à conquista de uma vaga


Do Diário do Grande ABC

28/05/2019 | 10:33


De acordo com dados divulgados neste mês pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de brasileiros desempregados no primeiro trimestre deste ano alcançou a faixa de 13,4 milhões de pessoas.

Com a competitividade por uma vaga de emprego em alta, cresce também a necessidade de os candidatos estarem atentos às competências profissionais mais buscadas atualmente pelo mercado de trabalho.

Essas competências têm impacto direto no processo de recrutamento e seleção e podem ser definidas como o ‘saber em ação’ associado à capacidade de resolução. A maioria das competências profissionais é composta por três elementos: o conhecimento, que representa o ‘saber o que fazer’; as habilidades, que representam o ‘saber como fazer’; e as atitudes, relacionadas à motivação do colaborador em ‘querer fazer/realizar’ tal tarefa ou ação.

Os recrutadores geralmente consideram dois tipos de competências na hora da contratação: as técnicas e as comportamentais. A primeira está relacionada aos conhecimentos técnicos que são específicos das atividades ou ações que serão executadas pelo colaborador dentro da organização, enquanto a segunda diz respeito ao comportamento do indivíduo com a empresa.

Equilibrá-las aumenta as chances de empregabilidade do profissional porque ele é quem apresentará mais condições de atender às necessidades da empresa.

Dentre as competências mais buscadas pelo mercado, algumas sempre se destacam, como flexibilidade, comprometimento, comunicação, persuasão, proatividade, criatividade, negociação, inteligência emocional, gestão do tempo, entre outras.

Além disso, nos dias de hoje os profissionais precisam estar alinhados com a transformação digital da sociedade, e aptos para lidar com os desafios da atual conjuntura.

De toda forma, as competências, de modo geral, podem ser adquiridas por meio de cursos de formação e capacitação, como também leituras, experiências práticas, e ainda com a ajuda de profissionais, como coaching de carreira, por exemplo.

Como o mercado passa por constantes mudanças, a atualização é fundamental, tanto para quem está em busca de novo emprego quanto aqueles que já estão inseridos.

Finalmente, o candidato deve ficar atento às especificações da vaga, e dar ênfase às habilidades mais adequadas ao cargo. Outro recurso importante é a carta de apresentação, na qual ele pode descrever suas competências técnicas e comportamentais de forma clara e concisa, dando ao recrutador informações suficientes para compreender seu perfil.

Gabriel Manganaro Ramos Quirino é coordenador do curso de administração da Faculdade Pitágoras de Londrina, no Paraná.
 

Metrô – 1

Assim como deveria ser sempre a função da imprensa, é louvável o apoio irrestrito deste Diário para melhoria da mobilidade urbana deste rico e populoso Grande ABC, na Região Metropolitana de São Paulo, que visa definição e celeridade sobre a indispensável Linha 18-Bronze do monotrilho, que, depois de orçado em 2014, agora o governo do Estado decide investir no sistema exclusivo de ônibus, o BRT. Porém, comungo entre aqueles que preferem o monotrilho, que é mais rápido, e com sucesso já opera em algumas linhas na Capital. E que, em boa hora, e pressão popular, graças às seguidas publicações deste Diário, a Assembleia Legislativa está convocando o presidente do Metrô, Silvani Alves, e mais o secretário do Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, para que deem as devidas satisfações com relação a esse inadiável projeto da Linha 18-Bronze (Política, dia 25).

Paulo Panossian

São Carlos (SP)

Metrô – 2

O Consórcio Intemunicipal do Grande ABC deveria se preocupar mais com a volta dos trens da Linha 10-Turquesa para a Luz do que com o monotrilho! A região em que irá trafegar o monotrilho ou qualquer outro na Linha 18-Bronze é paralela quase que totalmente ao Córrego dos Meninos, portanto, sujeita a inundações constantes, como em março de 2018. Então, é fundamental que o sistema seja elevado, ou se corre o risco de se construir já obsoleto na sua criação. Exemplo disso é o que ocorre no atual Corredor ABD dos trólebus, que é interrompido frequentemente nas enchentes. Recentemente o prefeito de São Bernardo indicou que a construção do Piscinão do Paço, com finalização para agosto, resolveria o assunto, porém, apesar de praticamente pronto (só falta o acabamento), não funcionou!

Luiz Carlos Leoni

São Caetano

Atila

É simplesmente inacreditável o que nos informa reportagem neste Diário que o ex-prefeito de Mauá Atila Jacomussi quitou seu próprio salário, que havia sido bloqueado pela vice-prefeita Alaíde Damo quando esteve no cargo, enquanto o titular encontrava-se preso, acusado de envolvimento na Operação Prato Feito, desencadeada no ano passado, pela Polícia Federal (Política, dia 26). Muito embora a Procuradoria do município tenha reconhecido legal tal ato, considero – e com certeza outras pessoas de Mauá pensarão o mesmo – ser no mínimo imoral. É preciso deixar claro que Atila não esteve no cargo a que foi eleito e sim em cela aguardando julgamento por supostos crimes, envolvido contra o erário. Ora, se o prefeito não trabalhou – porque nesse período estava detido, o que já é outra imoralidade para quem foi eleito pelo voto popular para gerir os destinos do município, jurando cumprir a legislação em vigor – em hipótese alguma poderia receber salário. Até porque, a sua cadeira de trabalho, no Paço Municipal de Mauá, já estava sendo ocupada pela vice-prefeita, recebendo os salários de prefeita. 

Arlindo Ligeirinho Ribeiro

Diadema

Uso político

Estou incrédulo diante de tantas informações que este Diário traz a respeito da atuação de Walter Estevam Junior à frente da nossa querida e estimada Aciscs (Associação Comercial e Industrial de São Caetano). A cada dia que passa fica mais clara a intenção do advogado em se aproveitar do prestígio na nossa querida entidade para galgar passos na política. Até quando o Ministério Público fará vista grossa para isso? E o que dizem os conselheiros da Aciscs diante de tanto descalabro? No aguardo para ver investigação avançar. Não podemos jogar por terra décadas de boa reputação da associação somente para agraciar anseios políticos de um dirigente.

Glória Lurdes Manzanno

São Caetano

É guerra

Basta pesquisa no ‘tio’ Google para nos inteirarmos de que o ex-presidente Lula editou 345 medidas provisórias no espaço de 71 meses, média de 4,8 por mês, sob a alegação de que era humanamente impossível governar sem usar desse expediente. Dilma usou desse método de gestão, ao criar o decreto 8.243, que afrontava o princípio constitucional de igualdade social perante a lei, criando categorias como os coletivos. Ainda no mesmo dia da sessão do impeachment, Dilma publicou 14 decretos. E, até onde sei, o presidente do Supremo Tribunal Federal não foi a público para ameaçar, como fez agora Dias Toffoli com os decretos editados por Bolsonaro que contemplam medidas que contingenciam verbas das universidades, ampliam direito de posse de armas e proíbem desconto de contribuição sindical em folha de pagamento. O STF, na figura de Dias Toffoli, declara guerra ao governo de Bolsonaro. E não o inverso.

Mara Montezuma Assaf

Capita

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.



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Competências à conquista de uma vaga

Do Diário do Grande ABC

28/05/2019 | 10:33


De acordo com dados divulgados neste mês pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de brasileiros desempregados no primeiro trimestre deste ano alcançou a faixa de 13,4 milhões de pessoas.

Com a competitividade por uma vaga de emprego em alta, cresce também a necessidade de os candidatos estarem atentos às competências profissionais mais buscadas atualmente pelo mercado de trabalho.

Essas competências têm impacto direto no processo de recrutamento e seleção e podem ser definidas como o ‘saber em ação’ associado à capacidade de resolução. A maioria das competências profissionais é composta por três elementos: o conhecimento, que representa o ‘saber o que fazer’; as habilidades, que representam o ‘saber como fazer’; e as atitudes, relacionadas à motivação do colaborador em ‘querer fazer/realizar’ tal tarefa ou ação.

Os recrutadores geralmente consideram dois tipos de competências na hora da contratação: as técnicas e as comportamentais. A primeira está relacionada aos conhecimentos técnicos que são específicos das atividades ou ações que serão executadas pelo colaborador dentro da organização, enquanto a segunda diz respeito ao comportamento do indivíduo com a empresa.

Equilibrá-las aumenta as chances de empregabilidade do profissional porque ele é quem apresentará mais condições de atender às necessidades da empresa.

Dentre as competências mais buscadas pelo mercado, algumas sempre se destacam, como flexibilidade, comprometimento, comunicação, persuasão, proatividade, criatividade, negociação, inteligência emocional, gestão do tempo, entre outras.

Além disso, nos dias de hoje os profissionais precisam estar alinhados com a transformação digital da sociedade, e aptos para lidar com os desafios da atual conjuntura.

De toda forma, as competências, de modo geral, podem ser adquiridas por meio de cursos de formação e capacitação, como também leituras, experiências práticas, e ainda com a ajuda de profissionais, como coaching de carreira, por exemplo.

Como o mercado passa por constantes mudanças, a atualização é fundamental, tanto para quem está em busca de novo emprego quanto aqueles que já estão inseridos.

Finalmente, o candidato deve ficar atento às especificações da vaga, e dar ênfase às habilidades mais adequadas ao cargo. Outro recurso importante é a carta de apresentação, na qual ele pode descrever suas competências técnicas e comportamentais de forma clara e concisa, dando ao recrutador informações suficientes para compreender seu perfil.

Gabriel Manganaro Ramos Quirino é coordenador do curso de administração da Faculdade Pitágoras de Londrina, no Paraná.
 

Metrô – 1

Assim como deveria ser sempre a função da imprensa, é louvável o apoio irrestrito deste Diário para melhoria da mobilidade urbana deste rico e populoso Grande ABC, na Região Metropolitana de São Paulo, que visa definição e celeridade sobre a indispensável Linha 18-Bronze do monotrilho, que, depois de orçado em 2014, agora o governo do Estado decide investir no sistema exclusivo de ônibus, o BRT. Porém, comungo entre aqueles que preferem o monotrilho, que é mais rápido, e com sucesso já opera em algumas linhas na Capital. E que, em boa hora, e pressão popular, graças às seguidas publicações deste Diário, a Assembleia Legislativa está convocando o presidente do Metrô, Silvani Alves, e mais o secretário do Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, para que deem as devidas satisfações com relação a esse inadiável projeto da Linha 18-Bronze (Política, dia 25).

Paulo Panossian

São Carlos (SP)

Metrô – 2

O Consórcio Intemunicipal do Grande ABC deveria se preocupar mais com a volta dos trens da Linha 10-Turquesa para a Luz do que com o monotrilho! A região em que irá trafegar o monotrilho ou qualquer outro na Linha 18-Bronze é paralela quase que totalmente ao Córrego dos Meninos, portanto, sujeita a inundações constantes, como em março de 2018. Então, é fundamental que o sistema seja elevado, ou se corre o risco de se construir já obsoleto na sua criação. Exemplo disso é o que ocorre no atual Corredor ABD dos trólebus, que é interrompido frequentemente nas enchentes. Recentemente o prefeito de São Bernardo indicou que a construção do Piscinão do Paço, com finalização para agosto, resolveria o assunto, porém, apesar de praticamente pronto (só falta o acabamento), não funcionou!

Luiz Carlos Leoni

São Caetano

Atila

É simplesmente inacreditável o que nos informa reportagem neste Diário que o ex-prefeito de Mauá Atila Jacomussi quitou seu próprio salário, que havia sido bloqueado pela vice-prefeita Alaíde Damo quando esteve no cargo, enquanto o titular encontrava-se preso, acusado de envolvimento na Operação Prato Feito, desencadeada no ano passado, pela Polícia Federal (Política, dia 26). Muito embora a Procuradoria do município tenha reconhecido legal tal ato, considero – e com certeza outras pessoas de Mauá pensarão o mesmo – ser no mínimo imoral. É preciso deixar claro que Atila não esteve no cargo a que foi eleito e sim em cela aguardando julgamento por supostos crimes, envolvido contra o erário. Ora, se o prefeito não trabalhou – porque nesse período estava detido, o que já é outra imoralidade para quem foi eleito pelo voto popular para gerir os destinos do município, jurando cumprir a legislação em vigor – em hipótese alguma poderia receber salário. Até porque, a sua cadeira de trabalho, no Paço Municipal de Mauá, já estava sendo ocupada pela vice-prefeita, recebendo os salários de prefeita. 

Arlindo Ligeirinho Ribeiro

Diadema

Uso político

Estou incrédulo diante de tantas informações que este Diário traz a respeito da atuação de Walter Estevam Junior à frente da nossa querida e estimada Aciscs (Associação Comercial e Industrial de São Caetano). A cada dia que passa fica mais clara a intenção do advogado em se aproveitar do prestígio na nossa querida entidade para galgar passos na política. Até quando o Ministério Público fará vista grossa para isso? E o que dizem os conselheiros da Aciscs diante de tanto descalabro? No aguardo para ver investigação avançar. Não podemos jogar por terra décadas de boa reputação da associação somente para agraciar anseios políticos de um dirigente.

Glória Lurdes Manzanno

São Caetano

É guerra

Basta pesquisa no ‘tio’ Google para nos inteirarmos de que o ex-presidente Lula editou 345 medidas provisórias no espaço de 71 meses, média de 4,8 por mês, sob a alegação de que era humanamente impossível governar sem usar desse expediente. Dilma usou desse método de gestão, ao criar o decreto 8.243, que afrontava o princípio constitucional de igualdade social perante a lei, criando categorias como os coletivos. Ainda no mesmo dia da sessão do impeachment, Dilma publicou 14 decretos. E, até onde sei, o presidente do Supremo Tribunal Federal não foi a público para ameaçar, como fez agora Dias Toffoli com os decretos editados por Bolsonaro que contemplam medidas que contingenciam verbas das universidades, ampliam direito de posse de armas e proíbem desconto de contribuição sindical em folha de pagamento. O STF, na figura de Dias Toffoli, declara guerra ao governo de Bolsonaro. E não o inverso.

Mara Montezuma Assaf

Capita

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.

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