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Rio também tem manifestação contra violência policial e críticas a Witzel



26/05/2019 | 20:29


Enquanto os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PSL) realizavam ato em Copacabana, na zona sul do Rio, na manhã deste domingo, 26, a menos de dois quilômetros dali, em Ipanema, manifestantes protestavam contra a violência policial no Rio. O governador Wilson Witzel (PSC), que defende o abate de pessoas que estejam portando fuzis, foi o principal alvo de críticas.

Entre as milhares de pessoas presentes estavam familiares de vítimas da violência, como Marinete Silva, mãe de Marielle Franco, vereadora do Rio assassinada em março de 2018, políticos como o ex-senador Eduardo Suplicy (PT) e personalidades como a atriz Patricia Pillar.

O ato foi idealizado por 79 grupos e entidades, a maioria representando moradores de favelas e a população negra. Ele foi idealizado após a morte do gari comunitário William Mendonça dos Santos ser morto, com dois tiros, por policiais militares na favela do Vidigal, na zona sul do Rio.

"É um ato a favor de nossa vidas, é para que parem de nos matar, parem de matar a juventude negra favelada, parem as incursões em horários escolares, parem de entrar em nossas casas sem mandado, parem de criminalizar nossa existência", disse Bárbara Nascimento, integrante do coletivo Favela no Feminino, do Vidigal, e porta-voz do ato.



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Rio também tem manifestação contra violência policial e críticas a Witzel


26/05/2019 | 20:29


Enquanto os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PSL) realizavam ato em Copacabana, na zona sul do Rio, na manhã deste domingo, 26, a menos de dois quilômetros dali, em Ipanema, manifestantes protestavam contra a violência policial no Rio. O governador Wilson Witzel (PSC), que defende o abate de pessoas que estejam portando fuzis, foi o principal alvo de críticas.

Entre as milhares de pessoas presentes estavam familiares de vítimas da violência, como Marinete Silva, mãe de Marielle Franco, vereadora do Rio assassinada em março de 2018, políticos como o ex-senador Eduardo Suplicy (PT) e personalidades como a atriz Patricia Pillar.

O ato foi idealizado por 79 grupos e entidades, a maioria representando moradores de favelas e a população negra. Ele foi idealizado após a morte do gari comunitário William Mendonça dos Santos ser morto, com dois tiros, por policiais militares na favela do Vidigal, na zona sul do Rio.

"É um ato a favor de nossa vidas, é para que parem de nos matar, parem de matar a juventude negra favelada, parem as incursões em horários escolares, parem de entrar em nossas casas sem mandado, parem de criminalizar nossa existência", disse Bárbara Nascimento, integrante do coletivo Favela no Feminino, do Vidigal, e porta-voz do ato.

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